segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Porque ocorrem as mortes coletivas

 
 
 
Sempre que leio ou escuto algo a respeito de “mortes” coletivas recordo o meu primeiro contato real com esse tipo de acontecimento.
Acho que eu tinha cerca de dez anos, quando fiquei impactada diante de fotos da erupção de um vulcão.
Olhava a grande quantidade de pessoas, presas a um tipo de lama cinza, sem saber que membro pertencia a cada corpo.
Apesar do meu gosto pela leitura, não consegui ler toda a reportagem e, durante muito tempo, as imagens ficaram gravadas na minha cabeça.
Por não ter acesso a determinados programas televisivos que o cuidado materno e paterno proibiam, tampouco pude obter detalhes sobre o assunto.
Contudo, na idade adulta, conheci a Doutrina Espírita e pesquisei este e outros acontecimentos semelhantes, para entendê-los melhor sob uma ótica espírita.
Tratava-se do vulcão Nevado de Ruiz, localizado nos Andes colombianos, que entrou em erupção no dia 13 de novembro de 1985, matando mais de 25 mil pessoas.
No Natal de 2004, um Tsunami atingiu a região litorânea da Indonésia, deixando 229.866 mortos na Siri Lanka, Índia e Tailândia.
Em dezembro de 2004, um destrutivo incêndio na discoteca Cromagnon, em Buenos Aires, fez 194 vítimas, quase todos jovens.
No dia 1º de Janeiro de 2010, foi registrado um terremoto no Haití que matou mais ou menos 200 mil pessoas.
Em fevereiro de 2010, o Chile também sofreu um grande terremoto, matando cerca de 520 pessoas.
No dia 17 de julho de 2007, um avião que voava entre Porto Alegre e São Paulo, bateu num posto de gasolina, matou 187 pessoas que estavam a bordo e mais 12 que estavam em solo.
Somente nesse ano (2010), foram registrados cinco acidentes aéreos com grande quantidade de vítimas fatais, cujo número supera 1.370.
Sem falar do grande número de assassinatos em massa, que ocorrem em vários países, por ambição, por diferenças ideológicas, por intolerância ou por qualquer outro motivo que não serve como justificativa para que um Ser humano extinga a vida de outro.
O fato é que, diante de situações como essa, é comum as pessoas questionarem sobre suas razões.
Por que ocorre algo tão terrível e mata tantas pessoas, sem escolher idade, sexo, raça ou religião?
Muitos creem que é má sorte; para outros é um castigo; alguns pensam que é obra do acaso. Mas, e a Doutrina Espírita?
Qual a sua explicação para a questão?
As leis
O Espiritismo explica com muita coerência, que cada um recebe segundo as suas obras, porque todos estamos submetidos à Lei de Ação e Reação ou de causa e efeito e à Lei de Evolução ou de Progresso.
Segundo a primeira, os seres humanos, com nossos pensamentos, sentimentos e ações, criamos causas que terão um efeito posterior.
O caráter positivo ou negativo das causas vão gerar o gênero desses efeitos.
É uma Lei que não castiga, mas que reajusta as ações cometidas pelo uso do nosso livre arbítrio. Age devolvendo o caminhante desviado e perdido ao caminho correto do bem e do progresso, através das encarnações sucessivas.
A Lei de Evolução ou do Progresso rege a transformação contínua de tudo o que possui vida, desde os estados rudimentares e inferiores, até formas mais perfeitas e complexas.
Por intermédio dessa Lei, o ser humano passou a ser o homem “civilizado” de hoje, abandonando suas etapas selvagens e primitivas. Graças à Lei de Evolução e às provas sucessivas, às quais ela nos submete em nossas existências múltiplas, os seres humanos vamos corrigindo nossas imperfeições, transformando nossos defeitos e debilidades em virtudes ou qualidades, que nos empurram à conquista da vida espiritual.
A aplicação do nosso livre arbítrio fará com que essa Lei nos faça caminhar pelas trilhas do bem, do amor e da felicidade, ou ao contrário, pelo caminho da dor.
Essas duas Leis determinam a natureza das provações e das expiações que nos são “impostas”, conforme nossas ações e aspirações.
 “A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual”[1] ou que o Espírito se auto-impõe para evoluir, quando se cansa de permanecer estagnado.
“A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.”[2] Mas, “provações ou expiações são sempre sinais de uma inferioridade relativa, pois o que é perfeito não tem necessidade de ser provado”[3] e porque o Espírito estagnado ignora temporariamente a sua natureza evolutiva.
O que expia recolhe os efeitos das suas más ações, o que é provado atende à Lei de Evolução que preferiu ignorar durante muito tempo.
Individualidade coletiva
Pela lógica exposta dos ensinamentos espíritas, é muito fácil compreender como as Leis citadas são executadas e o que vamos demonstrar é que o gênero de morte que pesa sobre o homem está diretamente vinculado a elas, seja como uma prova ou como uma expiação. Entretanto, falta-nos compreender antes como as faltas individuais podem ser cobradas coletivamente.
Em “Obras Póstumas”[4], encontramos interessante explanação que nos permite entender melhor esse processo, pois nos diz que as mesmas Leis que “regem o indivíduo”, regem também “a família, a nação, as raças e o conjunto dos habitantes dos mundos, que são individualidades coletivas. (...) O indivíduo, a família e a nação cometem faltas e a cada uma delas, seja qual for seu caráter, expia-se em virtude de uma mesma lei.”
Ocorre o mesmo quando se trata de crimes cometidos solidariamente, por um certo número; as expiações são solidárias, o que não aniquila a expiação simultânea das faltas individuais.
Em todo homem há três caracteres: o do indivíduo, do ser em si mesmo: o de membro de família, e, enfim, o de cidadão; sob cada uma dessas três faces pode ser criminoso ou virtuoso, quer dizer, pode ser virtuoso como pai de família, ao mesmo tempo que criminoso como cidadão (...).
Salvo exceção, pode-se admitir como regra geral, que todos aqueles que têm uma tarefa comum reunidos numa existência, já viveram juntos para trabalharem pelo mesmo resultado, e se acharão reunidos ainda no futuro, até que tenham alcançado o objetivo, quer dizer, expiado o passado, ou cumprido a missão aceita.
(...) há faltas do indivíduo e do cidadão; a expiação de umas não livra da expiação das outras, porque é necessário que toda dívida seja paga até o último centavo.
(...) um (...) excelente cidadão, pode ser muito mau pai de família, e outro, que é bom pai de família, probo e honesto em seus negócios, pode ser um mau cidadão, ter soprado o fogo da discórdia, oprimido o fraco, manchado as mãos em crimes de lesasociedade. São essas faltas coletivas que são expiadas coletivamente pelos indivíduos que para elas concorreram, os quais se reencontram para sofrerem juntos a pena de talião (...)
A humanidade se constitui de personalidades que compõem as existências individuais e de gerações que constituem as existências coletivas. (ALLAN KARDEC).
Reorganizando nosso raciocínio, podemos afirmar que somos os responsáveis pelo mal que nos atinge, já que o atraimos por nossos pensamentos, ações e omissões, em qualquer âmbito da nossa ação.
Que nossas atitudes no lar influem no conjunto familiar (uma individualidade coletiva), as realizadas como cidadão afetam a nossa comunidade (outra individualidade coletiva) e nossa atividade como habitante do mundo contribuirá no nível evolutivo do planeta em geral.
Que a Justiça Divina examina tudo isso minunciosamente, analisa as contribuições e danos que causamos como indivíduos e como individualidade coletiva, para dar a cada um segundo nossas obras, mediante a aplicação da Lei de Ação e Reação.
Para compreendermos melhor essa justiça, apresentamos hipóteses e fatos reais que explicam como tais responsabilidades coletivas são ajustadas nos processos de desencarnação.
Reajustes necesarios
Gerson Simões Monteiro, presidente da “Fundação Espírita Cristã C. Paulo de Tarso”, em um artigo sobre as mortes coletivas, escreve que as vítimas de um terremoto poderiam ser antigos guerreiros que, numa encarnação anterior, destruiram cidades, lares, mataram mulheres e crianças sob os escombros de suas casas e vitimaram a milhares de pessoas. Numa nova encarnação, são “atraidos por uma força magnética pelos crimes praticados coletivamente, reunem-se em determinadas circunstâncias, e sofrem “na pele” por meio de um terremoto ou outra catástrofe semelhante, o mesmo mal que fizeram às suas vítimas indefesas de ontem.”
São faltas individuais que influem no coletivo.
Acrescentamos que os sobreviventes também são chamados a uma transformação moral, a uma mudança em suas vidas, mas há pessoas que se aproveitam da situação de caos, em uma região que sofreu citado terremoto, para saquear, roubar, violentar e que se beneficiam com egoísmo das doações recebidas.
Para essas, a lição não é suficiente e se comprometem mais seriamente ante a coletividade.
Gerson conta ainda, um caso de uma família que incendiou a casa de um vizinho por vingança e matou todos que estavam ali.
Em outra encarnação, os membros da família criminosa se reuniram e expiaram seus crimes em um acidente. Enquanto viajavam, o carro em que estavam pegou fogo e todos morreram queimados, sem conseguirem sair do veículo.
O estudioso explica que cada membro da família reparou seus crimes de forma individual, mas num resgate coletivo.
Temos também um outro exemplo real, explicado nas páginas da literatura espírita. No dia 17 de dezembro de 1961, um circo pegou fogo na cidade de Niteroi (Rio de Janeiro) e cerca de 300 pessoas faleceram.
No livro “Cartas e Crônicas”, psicografado por Francisco Cândido Xavier, o Espírito Humberto de Campos relata a causa do acidente.
No ano 177 da Era Cristã, Marco Aurélio reinava no império romano. Mulheres, homens, crianças, anciões e enfermos cristãos eram detidos, torturados e exterminados. “Mais de 20 mil pessoas já haviam sido mortas”.
Chegou a notícia da visita do famoso guerreiro Lúcio Galo naquelas terras e os donos do poder queriam homenageá-lo de maneira gradiosa e original. Decidiram queimar milhares de cristãos num espetáculo “à altura” do visitante.
“Durante a noite inteira, mais de mil pessoas, ávidas de crueldade, vasculharam residências humildes e, no dia subsequente, ao Sol vivo da tarde, largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas, no fim de soberbo espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria.”
“Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento... Entretanto, a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis, que, em diversas posições de idade física, se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961, na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.”
O notável Mediunato de Chico Xavier também nos esclarece outro fato real ocorrido em São Paulo, no dia 1º de fevereiro de 1974, data em que o Edifício Joelma se encendiou e deixou 188 mortos.
O Espirito Cyro Costa e Cornélio Pires se manifestam por psicografia e deixaram dois sonetos que revelavam a causa das mortes em massa no incêndio.
As vítimas resgatavam os “derradeiros resquícios de culpa que ainda traziam na própria alma, remanescentes de compromissos adquiridos em guerra das Cruzadas.[5] (Cyro Costa)
Varrem com fogo e pranto as sombras de outras eras
Combatentes da Cruz em provações austeras,
Conquanto heróis do mundo, honrando os tempos idos. (Cyro Costa)
No capítulo 18 do livro “Ação e Reação”, cuja temática central é a exposição de exemplos reais que demonstram como se manifesta a Lei de Ação e Reação ou de Causa e Efeito, temos um caso muito interessante e o resumimos aqui:
Os trabalhadores do Plano Espiritual receberam um pedido de auxílio às vítimas de um acidente aéreo e o Instrutor Druso conta a história de Ascânio e Lucas. Apesar de terem quase cinco séculos consecutivos de aprendizagem e trabalho digno, ambos não conseguiam atingir esferas mais elevadas porque tinham uma dívida pendente do século quinze, período em que assassinaram dois companheiros precipitando-os do alto de uma fortaleza.
Eles decidiram reencarnar, dedicar-se à aeronáutica e agora faziam parte das vítimas do citado acidente aéreo. Acontece que aqueles que possuem grandes créditos morais podem escolher o gênero de prova com que saldarão suas dívidas.
O benfeitor explica ainda que o socorro é oferecido a todas as vítimas, no entanto, não se pode esquecer que, mesmo que o desastre seja igual para todos, a morte é diferente para cada um. A libertação depende da “vida anterior” de cada indivíduo. Alguns seriam retidos por algumas horas, outros talvez por longos dias. A morte física é diferente da emancipação espiritual.
Druso diz que se a origem de cada provação fosse analizada, entre os acidentados seriam encontrados “deliquentes que, em outras épocas, atiraram irmãos indefesos do cimo de torres altíssimas; companheiros que, em outro tempo, cometeram hediondos crimes sobre o dorso do mar, ou suicidas que se despenharam de arrojados edifícios ou de picos agrestes.”
Tais provações servem também como lutas expiatórias para a família. Pais que fracassaram com seus filhos, em outras épocas, aprendem através da saudade.
A dor coletiva é o remédio que corrige as faltas mútuas.
Pelos ensinamentos do instrutor Druso, entendemos que a desencarnação coletiva não ignora as condições individuais e que nem sempre aqueles que se reunem para resgates coletivos estão envolvidos na mesma ação do passado.
Pela mediunidade de Divaldo Franco, temos notícias sobre as vítimas do tsunami de 2004. Segundo Joanna de Ângelis, a mentora do médium, elas fizeram parte de antigas legiões de bárbaros que destruiram parte da Europa e de outros povos, quando Alarico I e seus exércitos dominaram vários países com crueldade, conquistaram Roma, saquearam-na e a queimaram durante seis dias, no ano 410 d.C.[6]
Parece estar mais que demostrado que, na realidade, não há vítimas inocentes nas tragédias coletivas, mas sim Espíritos que possuem culpas na sua bagagem espiritual. Muitos querem se retificar e, quando estão no Plano Espiritual, pedem a Deus a oportunidade de fazê-lo; escolhem o gênero de resgate, fazem o seu plano e o executam durante a reencarnação.
Outros são intimidados a fazê-lo porque teimam em ser rebeldes e maus e precisam sentir na própria pele a dor que causaram nos seus semelhantes, para compreendê-la e transformar-se.
Além disso, há os familiares, os amigos e os sobreviventes que também sofrem a tragédia, mas não injustamente.
A Justiça Divina sempre utiliza todos os recursos disponíveis e necessários para aplicar valiosos ensinamentos aos envolvidos, os quais também são devedores perante as Leis ou necessitam passar por esse gênero de prova para se aperfeiçoarem.
Não obstante, quando refletimos sobre as afirmações, perguntamos se Deus é o causador de tais tragédias ou somente as utiliza para aplicar a sua justiça. É algo que vamos analisar agora.
Os desastres naturais
O capítulo VI da terceira parte de “O Livro dos Espíritos”, comenta as finalidades da Lei de Destruição, uma lei natural muito necessária para a renovação da natureza e do homem como Espírito.
Nela encontramos os fenômenos naturais, como os terremotos, os vulcões, entre outros.
Sabemos que a Terra, como planeta de prova e expiação, caminha para a condição de um planeta de regeneração e, para que isso aconteça, deve haver uma transformação geral, que inclui não somente o aperfeiçoamento moral e intelectual do homem, senão também uma mudança na estrutura material do planeta.
Os fenônemos naturais sobre os quais o homem não exerce domínio podem ser entendidos perfeitamente como ações do Criador para acelerar esse processo.
Divaldo Franco, numa entrevista concedida a Luis Hu Rivas, explica que há Seres que trabalham na manutenção da Natureza, “tanto na construção como na destruição, para que a Terra atinja” um nível mais elevado.
E são eles, sob a orientação de Espíritos Elevados, que executam os acontecimentos necessários para a mudança do planeta.
“Depois que as necessidades daqueles que serão incluidos na depuração, mediante o fragelo destrutivo, são estudadas, elaboram-se as ações utilizando-se dos fenômenos geológicos (como no caso do tsunami)” para a aplicação da justiça.
Nesses casos, estão em curso a transformação física da estrutura do Planeta e a utilização desse recurso para a renovação moral dos seus habitantes, seja pelo processo de desencarnação, pela “perda” de seres queridos, seja inclusive pela sensibilização generalizada que o fato desperta na humanidade, quando ela é convidada a praticar a solidariedade para ajudar as “vítimas” diretas do acontecimento.
No entanto, não podemos confundir os fragelos necessários, programados pela Espiritualidade Maior, com aqueles que acontecem pela mão irresponsável do homem, como as inundações, originadas pela falta de respeito à Natureza; como as guerras, cuja fonte é sempre a ambição; os incêndios causados pela omissão ou pela mente criminal.
Jesus disse que “é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual vem o escândalo!”[7] O que nos permite compreender que a Lei de Ação e Reação utiliza os equívocos de um homem para retificar os erros de outro.
O segundo está se libertando da culpa, o primeiro assume débitos perante a Ley e terá que pagá-los posteriormente.
Mas como a Justiça Divina utiliza os fenômenos naturais e os equívocos de certos indivíduos como ferramenta de depuração de outros?
Américo Domingos Nunes Filho, num artigo publicado na Revista “O Consolador”, explica que se considerarmos que os Espíritos influenciam nos nossos pensamentos, como o diz a questão 459 de “O Livro dos Espíritos”[8], é provável que os Espíritos nos inspirem em quase todos os atos de nossa vida e, por que não, da nossa morte?
O artigo apresenta exemplos:
Se chega o momento de uma pessoa desencarnar por ocasião de um acidente, segundo a sua programação reencarnatória, a Espiritualidade pode inspirá-la a subir em uma escada deteriorada que não suporte o seu peso.
Os Espíritos não quebram a escada, mas utilizam a sua fragilidade.
Um homem, cuja programação é a de morrer eletrocutado por um raio, será inspirado a abrigar-se debaixo de uma árvore que será atingida durante uma tempestade.
Da mesma forma, se alguém não deve morrer num acidente ou desastre natural, a inspiração será para que o evite.
Por isso muitas pessoas escapam do que seria uma morte certa.
Como aquelas que desistem de viajar em cima da hora e, mais tarde, descobrem que o meio de transporte que usariam sofre um acidente.
Enfim, é importante compreender que aqueles que perecem nas tragédias coletivas (ou não) já o tinham programado antes do seu nascimento.
A Espiritualidade somente os inspira a reunir-se para cumprir a programação.
É um compromisso que assumiram perante a Lei.
É importante destacar também, que o mal não é planejado, que ninguém nasce programado para servir de ferramenta ao cumprimento de uma prova ou expiação.
As ações homicidas, genocidas, o terrorismo, as irresponsabilidades que terminam por eliminar vidas, ou as omissões que matam, são escolhas individuais de cada Espírito e, mais cedo ou mais tarde, a Justiça também os alcançará, nessa ou em outra existência.
Queremos esclarecer que tampouco podemos condenar as pessoas que pereceram em tragédias coletivas como antigos criminosos.
É mais justo considerá-los como filhos pródigos que conseguiram vencer uma grande etapa no seu caminho evolutivo, que voltam para casa mais leves e serenos, porque se liberaram de culpas que os machucavam.
Queremos dizer aos seus familiares que não se revoltem, nem se sintam abandonados por Deus.
Temos uma visão muito limitada da Sua Bondade, do Seu amor e da Sua justiça, já que só podemos lembrar a atual existência e, na maioria das vezes, ela é incapaz de explicar-nos as causas de tais fatos.
Confie, ame, ore e ajude os seus semelhantes que ainda caminham com você.
Tente vislumbrar a imagem descrita pelo Espírito Cyro Costa, quando homenageou os mortos no incêndio do edifício Joelma:
Na Terra o sofrimento, a angústia, a cinza, a escória...
Mas ouvem-se no Além os hinos de vitória
Das Milícias do Céu saudando os redimidos.
Referências Bibliográficas
FRANCO, Divaldo. Pelo Espírito Manuel Philomeno de Miranda. Temas da Vida e da Morte. Flagelos e Males.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo O Espiritismo, capítulo V, ítem 9; capítulo XIV, ítem 9.
_____________ O Livro dos Espíritos. Preguntas, 459, 737, 738, 738b, 741, 783, 851 y 852.
_____________ O Céu e o Inferno. Capítulo VIII - Expiaciones terrestres.
_____________ Obras Póstumas. Questões e Problemas: As Expiações Coletivas.
XAVIER, F. Cândido. Espírito Emmanuel. O Consolador. Perguntas 246 e 250.
XAVIER, F. Cândido. Espírito Humberto de Campo. Cartas e Crônicas. Capítulo 6.
_____________ Espírito André Luiz. Ação e Reação. Capítulo 18.
XAVIER, F. Cândido. PIRES, J. Herculano. Espíritos Diversos. Chico Xavier Pede Licença. Capítulo 19.
_____________ Diálogo dos Vivos. Capítulos 25 a 27.
DEMÉTRIO, João. O Porquê das Mortes Coletivas?

[1] O Consolador, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pergunta 246.
[2] Ídem
[3] O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo V, ítem 9.
[4] Capítulo: Perguntas e Problemas: As Expiações Coletivas
[5] Livro “Diálogo dos Vivos”, de Francisco Cândido Xavier, J. Herculano Pires e Espíritos Diversos. Capítulo 25 a 27.
[7] Mateus, 18:7
[8] 459. Os Espíritos influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações? – Nesse sentido a sua influência é maior do que supondes, porque muito freqüentemente são eles que vos dirigem.
 
Por Marina Silva

Mortes coletivas , segundo o espiritismo!




Essas ocorrências, chamadas catastróficas, que ocorrem em grupos de pessoas, em família inteira, em toda uma cidade ou até em uma nação, não são determinismo de Deus, por ter infringido Suas Leis, o que tornaria assim, em fatalismo.

Não.

Na realidade são determinismos assumidos na espiritualidade, pelos próprios Espíritos, antes de reencarnar, com o propósito de resgatar velhos débitos e conquistar uma maior ascensão espiritual.

O Espírito André Luiz, no livro Ação e Reação, afirma esses fatos: “nós mesmos é que criamos o carma e este gera o determinismo”.

São ações praticadas no pretérito longínquo, muito graves, e por várias encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirada dessa carga do Espírito, com o fim de galgar vôos mais altos.


Assim, chega o momento para muitos, por não haver mais condições de protelar tal decisão, e terão que colocar a termo a etapa final da redenção pretendida perante as Leis Divinas.

Dessa complexidade de fatos é que geram as chamadas “mortes coletivas”.

Os Espíritos Superiores possuem todo conhecimento prévio desses fatos supervenientes, tendo em vista as próprias determinações assumidas pelos Espíritos emaranhados na teia de suas construções infelizes, aí, providenciam equipes de socorros altamente treinadas para a assistência a esses Espíritos que darão entrada no plano espiritual.


Mesmo que o desencarne coletivo ocorra identicamente para todos, a situação dos traumas e do despertar dependerá, individualmente, da evolução de cada um.

Estes fatos, mais uma vez André Luiz confirma: “se os desastres são os mesmos para todos, a “morte” é diferente para cada um”.

"Preparo para os Desencarnes" -IMPORTANTE LEITURA




Venho em nome da ordem e da paz neste ciclo mais evidente que desponta no planeta: o ciclo da varredura planetária, da separação do joio e do trigo e do encaminhamento das almas para seus respectivos andares evolutivos.

Sem sombra de dúvida é importante que todos os seres humanos estejam atentos a uma insofismável realidade: os tempos são chegados e muito estão mudados os sintomas físicos e mentais de maioria dos seres.

Canalizadores e "médiuns-colunas", ou os de sustentação energética, de várias correntes espiritualistas, do mundo todo, sentem sobre os ombros os fardos de energias deletérias que estão sendo dissolvidas pelas equipes de resgate de nossas naves.

Participam ativamente, nas madrugadas, com seus veículos espirituais, de expedições de auxílio aos grupos que desencarnam diuturnamente em vosso planeta.
Integram nossas hostes de serviço do Amor Incondicional aos nossos irmãos cósmicos em corpo físico no planeta Terra.

No entanto, ainda mais sofridos encontram-se os vitimados pelas tragédias de cada dia, nestes tempos implacáveis da transição planetária.

Os últimos acontecimentos ocorridos em várias cidades do Brasil e de outros países, com relação às mudanças climáticas e suas consequencias no movimento dos fenômenos da natureza , tem deixado, no plano astral, centenas de seres em condições lastimáves de sofrimento espiritual.

Estes seres, em grande parte, principalmente aqueles que tem esta condição e merecimento, tem sido conduzidos até os postos de socorro espiritual na dimensão extrafísica, de divisões especiais do Comando Ashtar, hospitais especializados em restauração de corpos astrais, de centros espíritas, esotéricos e de qualquer agregação religiosa espiritualista, onde existam fatores reais de disposição para a ajuda espiritual às criaturas encarnadas e às almas já libertas do invólucro carnal.

Nem porque existam nossas naves de resgate, sob o comando crístico, orbitando em torno do planeta, para o socorro à humanidade, na difícil fase de transição que a Terra está enfrentando, deixa de acontecer a lei de ação e reação para os seres que tiveram suas vidas ceifadas, no plano físico, de forma abrupta, tal qual as dos últimos acontecimentos trágicos mostrados a cada dia pelos vossos noticiários.

Um dispositivo importante das equipes de socorro do plano espiritual é a utilização do ectoplasma de médiuns e criaturas que tenham a condição de doação aos seres que desencarnam em situações de grande desespero, tais quais os soterramentos, explosões, incêndios e afogamentos, além dos acidentes de toda ordem em estradas e nos âmbitos de serviços vários onde existam riscos permanentes .

Houve nesta madrugada um ordenamento de falanges mais adestradas em desativação dos núcleos de força ( chackras ) dos seres humanos, para haver um correspondente de auxílio espiritual mais efetivo às criaturas em vias de desencarne, que doravante serão em número crescente, dadas as condições climáticas em alteração visível de seu ritmo planetário anterior, como resposta e demonstração da inviolabilidade da lei de retorno aos excessos de toda ordem cometidos pelo terráqueos durante os milênios planetários.

As catástrofes coletivas demandam dos núcleos de socorro espiritual as mais recentes tecnologias desenvolvidas pelos especialistas em disecção de "nós" de milhares de fios energéticos que prendem o corpo fisico ao corpo espiritual.

Muito já se estudou nos círculos espíritas acerca dos desenlaces de invólucro físico. No entanto, urge salientarmos neste novo ciclo da Terra, que há que se preparar mais as criaturas humanas para os seus momentos de desligamento da matéria.

A falta de conhecimento sobre as leis espirituais atrasa, em muito, a eficiência das equipes de socorro, que necessitam ainda esclarecer as almas sobre sua nova condição e lidarem com circunstancias de desespero, medo, pavor , ignorancia e incredulidade.

Não bastando a atuação insalubre do séquito de inimigos astrais em regime de simbiose espiritual agregados aos corpos astrais dos seres mais comprometidos com a lei divina, há ainda a lei do magnetismo imperando na religação de desencarnados ao parentes encarnados que ficaram, invocando as suas presenças, e atraindo-os para uma perpetuação dolorosa de sua condição interregna.

Fazemos um apelo a todos os irmãos esclarecidos das lides espiritualistas que, antes de estarem cônscios apenas da intervenção de nossas frotas no novo ordenamento cíclico da Terra, façam a sua parte na conscientização de populações totalmente desavisadas sobre a imortalidade da alma, sobre a vida astral com sensações humanas após o desencarne e da preponderância do fator "conhecimento das leis espirituais" e "merecimento" na sintomática do pós- desenlace físico, para haver maior serenidade, autocontrole, paciência e fé nos momentos da grande travessia.

Toda a população da Terra deveria estar preparada para os momentos difíceis que o planeta irá atravessar.

Já está havendo provas de toda estas situações trágicas que centenas de criaturas irão enfrentar há muito tempo.

Mortes coletivas já são cotidianas desde os albores do planeta e são vivenciadas em várias partes do orbe terreno, por inúmeros fatores e mecanismos naturais e de interferência humana.

Mas este momento é singular na história da Terra, ainda que semelhante aos ocorridos da Atlantida.

Temos um itinerário exaustivamene estudado pelas nossas equipes de resgate com relação à materialização astral de centenas de postos de socorro nas regiões que estarão sendo afetadas mais brevemente pelas intempéries.

Caravanas de enfermeiros espirituais trabalham incansavelmente sob a égide de Kuan Yin e de Mestra Nada.

Sob os auspícios de Maria de Nazaré e de Jesus, falanges de seres arcanjélicos diluem as torrentes escuras das impregnações energéticas na estratosfera do planeta, durante todo o tempo de esvaziamento dos recônditos terrenos onde ocorrem as catástrofes e mortes coletivas no planeta.

Urge ampliar-se o acervo de informações e de instruções a serem dadas pelos educadores espiritistas e esotéricos, no que tange ao preparo substancial dos seres para a consciência dos sintomas enfrentados no pós desenlace do invólucro físico.

Há que lembrá-los da correspondência entre as condições morais e espirituais que tenham adquirido em suas experiências carnais e o estado de seus corpos astrais e de suas sensações no pós desencarne.

Muitos acontecimentos estarão sendo enfrentados daqui para a frente durante todo o período de adaptação do planeta ao seu novo eixo de rotação e à sua nova vibração galáctica.

Toda a engrenagem de viabilização do ciclo de provações, expiações e dores deste orbe-escola, através da interferência dos submundos umbralinos , na vida dos terráqueos, tem sido destruída pelas equipes de desinfecção astral da Terra, um dos departamentos de atuação de nossas frotas.

Neste setor laboram exaustivamente os trabalhadores especiais da umbanda, seres de luz intensa vindos de Aruanda, ou seja, reinos de luz de universos transdimensionais, a pedido de Sanat Kumara e de Saint Germain, além dos comandantes dos portões dos labirintos abissais da Terra, frequentemente confundidos com seres trevosos, sendo, no entanto , os guardiães mais capacitados para enfrentarem a vibração densa do interior astral do planeta.

São estes preparados adredemente em estações intergalácticas ou departamentos cósmicos de "Recursos Supra-Ordinários", para o exercício de suas funções de confronto com o reino do AntiCristo.

São estes especialíssimos seres os generais responsáveis pelo encaminhamento de almas para turbilhões de descida vibratória 666.

São os Esséias, estes preparadíssimos seres, termo que se degenerou para Exus, que , de qualquer forma, representam os oficiais da justiça divina.

No que tange ao nosso papel de comandante destas naves criadas através do amor de Sananda, para o resgate também dos seres em condições de estagiar em dimensões de frequencia superior, deixamos aqui registrado o nosso apelo aos canais de comunicação espiritual, que tracem um roteiro de explicações de alcance de massas, quanto às preparações que devem ter para atravessarem possíveis momentos de calamidades previstas para uma grande parte da população terráquea, não no afã de se salvarem ou sobreviverem, mas no sentido de conhecerem uma nova forma de se viver, no plano do espírito, em que suas condições de raciocício, lucidez e preparo moral e espiritual darão contornos mais tranquilos ao cenário de suas novas vidas nestes outros planos dimensionais.

Não vamos aqui novamente expor princípios já consagrados e do conhecimento humano, tal qual o legado de Kardec, de Cristo e dos prepostos da era de Aquário já delineados por Saint Germain, além de tantos outros mensageiros mais que já vieram preparar os homens para as transformações necessárias à sua evolução.

Mas, traduzir a nossa preocupação a respeito de uma necessária agilização do processo de despertamento espiritual, para evitarem-se momentos ou milênios de mais sofrimento por parte desta população terráquea, que já vem atravessando portais de migrações e esquemas planetários há éons, e que passam, a partir de agora, a poder optar pelos seus novos rumos cósmicos, por terem já obtido a condição de semearem flores ou ervas daninhas, nos trilhos de suas jornadas evolutivas.

Com nosso augúrio por vislumbrarmos uma nova Terra surgindo e novos seres cristal apontando no horizonte do planeta, encaramos estes momentos de caos planetário como uma intervenção da lei divina a favor de sua criação, a alma imortal.

E, com a nossa flâmula do Amor Incondicional voltada para o socorro a todos vós , amados da Terra, deixamos aqui o nosso convite a este preparo a que nos referimos, para que o " Desencarne " tenha o seu sentido real de "mudança frequencial" de moléculas e da inteligência, com a mesma identidade espiritual em sua expansão de consciencia cósmica, e que não represente, apenas, o momento de indizível "dor" em vossa situação de jungidos a um corpo físico planetário, que é o referencial que a grande maioria de vós tem nestes âmbitos tacanhos de interpretação das leis imutáveis da evolução.

Estamos em auxílio à Terra !!

Confiai na Suprema Perfeição dos desígnios de nosso Pai e mantende a paz interior nos momentos da "passagem", pois sempre haverá quem os esteja aguardando e os aquecendo na chama divina do Amor Universal !!

Com minhas saudações de imenso respeito aos meus irmãos da Terra,

ASHTAR SHERAN



Rosane de Amantéa

PALAVRAS DO ARCANJO MIGUEL EM FAVOR DOS DESENCARNADOS








Amados discípulos

Eu vos pediria que fizésseis apelos diários, por aqueles que passaram recentemente pela transição chamada “morte”.


Apelai para que eles sejam levados aos Templos de Purificação que Saint Germain e Eu, mantemos em plano astral, de forma que ninguém possa descer ao inferno de pensamentos e sentimentos, criado por sua própria consciência trevosa.

Em cada período de vinte e quatro horas, muitos indivíduos deixam o corpo físico; nove, entre dez deles, nunca recebem uma prece e sentem-se confusos.


Vossos apelos por esses irmãos nos auxiliarão, sem mencionar tudo o que faria por eles.

Não podeis avaliar o imenso serviço que estaríeis prestando a essas emanações de vida!
No mundo físico, não hesitais em prestar assistência a indivíduos em sofrimento.

Porém, vossa atuação seria imensamente misericordiosa se a direcionásseis para os que foram removidos de seus corpos carnais e estão aprendendo a purificar suas almas em níveis internos.

Estaríeis auxiliando-os fraternalmente a se liberarem de situações aflitivas, tendo, assim, melhor condição de se prepararem para o dia em que serão conduzidos ante o Grande Conselho Cármico.
Deixai-me, agora, lembrar-vos que de forma geral, os que deixam o plano terrestre e habitam o amoroso plano celeste, não desejam sentir qualquer dor, por parte de seus parentes ou amigos.

Tais dores dificultam o seu progresso, retardando a sua escalada espiritual.

Os indivíduos, não ascensionados devem aprender agora, enquanto encarnados, a praticar o desapego, tanto dos bens materiais que os cercam, como, principalmente, dos familiares e amigos sem, no entanto, deixar de amá-los.


Este é o procedimento natural dos Ascensionados e é a perfeita vivência do Amor Impessoal.
Se, assim, agirdes, observareis que nada afetará o vosso equilíbrio nem os acontecimentos de âmbito familiar, pessoal, nem as constantes mutações mundiais.

Eu Sou vosso fiel defensor,

Arcanjo Miguel



http://www.fogosagrado.com/ensina70/miguel04.asp

PRECE PELOS DESENCARNADOS


 
Bem-Amada Presença Divina “EU SOU” no coração de todas as almas desencarnadas e das que, neste momento, estão por desencarnar.
BEM-AMADO ARCANJO MIGUEL e Anjos da Libertação, enviai vossos Anjos do amor para essas abençoadas almas e levai-as rapidamente da atmosfera da Terra aos Reinos de Luz.
Ajudai-as a estarem preparadas para se purificarem com o Fogo Violeta, a fim de que se tornem livres dos erros da Terra, quando se apresentarem aos Senhores do Carma.
Auxiliai-as perante o Conselho Cármico!
E a vós, Grandes Legiões de Luz, apelamos por um avalista para essas emanações de vida, quando seu nome for citado e o livro de sua vida for lido.
Nós oferecemos amor e luz de nossa própria consciência Crística, para ajudá-las, desejando que freqüentem a sala de aula da Grande Luz e aprendam as Leis da Vida, para retornarem a este mundo e tornarem-se aptas para a ascensão.
Ajudai essas almas para se encarnarem numa família de grande Luz e dai-Ihes toda possibilidade de auxílio.
Nós vos agradecemos pelo atendimento deste nosso sincero apelo.
 
 





Bem-Amada Presença Divina “EU SOU” eternamente unida a todos os desencarnados descei, manifestai-Vos e protegei vossas emanações de vida.

Envolvei-as em vosso protetor e resplandecente Manto de Luz Branca e transmiti-lhes toda a força e amor necessários, a uma transição pacífica e harmoniosa.

Em nome da Misericordiosa Kuan Yin e dos Amados Mestre Jesus Cristo, Mãe Maria e Saint Germain; em nome do Grande Arcanjo Miguel suplico:

Que a Lei do Perdão se manifeste em todas as transgressões às Leis Divinas praticadas pelos desencarnados não somente em sua última encarnação mas, desde o início de seus dias.

Que a flamejante substância do Perdão da Amada Kuan Yin, transmute as energias que foram usadas de forma imperfeita através de seus sentimentos, pensamentos, palavras e ações.

Que a Chama da Liberdade do Mestre Ascensionado Saint Germain, traga aos desencarnados, infinita paz. (Repetir 3 vezes)

Que a Luz liberada por este apelo seja ampliada e intensificada pelos Grandes Seres geradores desta Energia e conduzidas por suas Legiões de Anjos à todas as pessoas que deixaram recentemente a Terra .


Invoco a Bem-Amada Maria, Mãe de Jesus – especialmente por aqueles que não têm alguém que interceda em seu favor.

Invoco, a presença do Bem-Amado Maha Chohan - o Santo Consolador e apelo para que a irradiação de sua Paz seja conduzida a todas as emanações de vida, que neste período de vinte quatro horas fizeram sua passagem, trazendo a todos e aos seus entes queridos o equilíbrio e a elevada compreensão do momento vivido, a fé e a completa entrega aos sábios desígnios de Deus.

Que somente a harmonia se manifeste no decorrer de desse período de transição, quando estes seres fazem sua passagem deste, para outro plano de vida.


Assim Seja.


http://www.fogosagrado.com/oracao39/desencarnados02.asp
 
 
 

ORAÇÃO PARA O AMOR





Senhor...
Nessa eternidade que é a evolução de minha alma,
tudo é perfeito e pleno.
No entanto, minha vida está sempre mudando.
É um constante reciclar de experiências.
Cada momento é novo e fresco,
e sinto que cada dia deve ser um recomeço.

Senhor...
Na grandeza e perfeição de todas formas de criação,
criaste as polaridades.
Existe em mim uma fonte infinita de amor,
amor a Deus,
amor à família,
amor à natureza,
amor ao próximo.
Mas também preciso compartilhar,
preciso amar e ser amada,
quero ser feliz, dividir minhas alegrias.

Senhor ...
Ilumina minha alma,
Acalma meu coração,
Liberta-me desta angustia e solidão,
direciona meus passos na seqüência certa
para uma união feliz,
e que eu atraia somente pessoas
dignas e benéficas para minha vida.

Senhor...
que a Onipotência de sua mão se estenda
sobre mim, abençoando todo o meu ser.
amem!



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ORAÇÃO DE LIBERTAÇÃO




Eu_________________________em nome de minha família, rejeito toda a influência má que me foi transferida por hereditariedade, física, espiritual ou emocional.

Coloco a cruz de Jesus entre cada geração, + (sinal da cruz) e quebro todos os pactos e alianças, bem como todo jugo hereditário negativo.

Eu amarro todos os espíritos de hereditariedade má de minhas gerações e ordeno que saiam em direção à luz, em nome de Jesus. + (sinal da cruz)

Pai, peço perdão em nome de minha família a todas as criaturas que foram prejudicadas intencionalmente, ou ofendidas involuntariamente, com a redenção e perdão incondicional de todos os atos de má fé praticados em todas as minhas gerações.

Pai, em nome de minha família, aceito o perdão, a misericórdia Divina e a redenção em nome de todos os antepassados.

Pai, quero emanar, neste momento, amor a todos meus antepassados e minha eterna gratidão àqueles que, através do amor incondicional contribuíram para minha evolução e crescimento.

Que assim seja e assim será! + (Sinal da cruz)

Que assim seja e assim será! + (Sinal da cruz)

Que assim seja e assim será! + (Sinal da cruz)


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Oração da Cura

 


 























 

Querido Deus - Pai e Mãe

Peço para ser banhado e iluminado pela luz branca de Cristo,
a luz verde da cura e a violeta da transmutação.
Pelo bem superior e dentro da verdade Divina, peço que todas as vibrações dissonantes sejam removidas, encerradas em sua própria luz, levadas a fonte para serem purificadas, não retornando mais para nós, ou qualquer outra pessoa.
Peço para ser utilizado como canal para cura de (nome).
Estou procurando o bem superior de (nome) de acordo com a vontade dela e a vontade de Deus.
Peço que esta sala seja inundada de luz, (local onde está a pessoa)
Que (nome) seja rodeada de luz.
Peço a proteção do tríplice escudo da luz branca de Cristo.
Neste momento, aceito essas forças de cura que atuam em mim ou através de mim, aceitando apenas aquilo que está a serviço da Vontade Divina.
Quero expressar minha gratidão por todas as bênçãos que recebemos, acompanhadas da manifestação da cura.



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ORAÇÃO PARA MUDANÇA DE CASA



Mudar na Lua Nova, Cheia ou Crescente.
Nunca mude numa minguante.
Faça uma oração de sua preferência ou um Salmo, (Sugestão: 90, 23 ou 103)
se possível, em um círculo de mãos dadas com os familiares.
Em seguida recite a seguinte afirmação:
QUE A GRAÇA DIVINA ESTEJA PRESENTE TRAZENDO BÊNÇÃOS.
QUE ESTA CASA SEJA UM LAR PARA TODOS QUE AQUI ENTRAREM.
QUE SEJA ESTA CASA IMPREGNADA DE AMOR E SERENIDADE.
QUE TODOS NESTA CASA POSSAM PROSPERAR.
QUE SEJA ESTÁ CASA SAUDÁVEL E CHEIA DE AMOR.
QUE A PAZ E A PROTEÇÃO REINE EM TODOS OS CANTOS.
QUE OS PENSAMENTOS FLUAM PUROS E SAUDÁVEIS.
QUE AS EMOÇÕES SEJAM EQUILIBRADAS.
QUE A DEDICAÇÃO E A FELICIDADE SEJAM UMA CONSTANTE.
QUE O PERDÃO SEJA O RITMO DE TODOS OS CORAÇÕES.
QUE SEMENTES DE CARINHO E RESPEITO SEJAM MULTIPLICADAS.
QUE O AMOR DIVINO SEJA O SOLO ONDE CRESCEM TODAS AS AÇÕES.
QUE ASSIM SEJA E ASSIM SERÁ. SEMPRE! (repetir 3 vezes esta frase)


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DIVINOS PROBLEMAS















 

Ao descrever nossa busca pela espiritualidade individual, costumo dizer que aquela que lhe parece interessante por ser diferente definitivamente não é a sua.

A sua espiritualidade de fato é aquela que, ao ler sobre ou ouvir dizer quais são seus preceitos, crenças e princípios, você tem a sensação de que nada daquilo é novidade.
Afinal, normalmente nossa espiritualidade já está dentro de nós: tudo o que precisamos é identificar sua manifestação exterior.

Em conversa recente com uma grande amiga, debatíamos a questão de quanto uma filosofia ou uma crença/espiritualidade (para mim, a mesma coisa) podem ser ou não eficientes em momentos de crise, de problemas.
Se na hora da angústia sua espiritualdiade/filosofia não se mostra útil ou eficaz, então há algo de errado.

De que me vale o divino em momentos de crise?

Pela postura filosófico-espiritual do moderno mundo ocidental, a maioria de nós foi “adestrada” a esperar pela solução que, invariavelmente, vem de fora.
Por isso reclamamos do governo, da polícia, do chefe e de “Deus”;esperamos que ‘eles’ resolvam a questão.

Nos três primeiros casos, nossos poderes são limitados pelas circunstâncias.
No quarto, quando o assunto é o divino, temos mais poder do que imaginamos.
Se posicionamos o divino (singular ou plural, masculino ou feminino, pouco importa) do lado de fora, longe e distante, então nos cabe apenas resmungar, reclamar, fazer preces, oferecer sacrifícios, tentar chamar a atenção de alguém tão exterior e, somos levados a crer, tão maiores do que nós, que muitas vezes se mostram incapazes de nos ouvir.

DIVINO INTERIOR

Em contrapartida, quando percebemos o divino (novamente, singular ou plural, masculino ou feminino) não fora, mas dentro de nós, agindo por nós e através de nós, então resgatamos a relação ideal entre o mundano e o sagrado: a interação equilibrada, inspirada, cuja mola motriz é a conexão e não a subserviência, a intimidade e não a distância.

Se isto é fato - e pela minha experiência creio que é -, então na verdade todos nós trazemos em nosso interior todos os aspectos do divino - deuses e demônios, pois o universo é luz e sombra, matéria e anti-matéria, dia e noite, masculino e feminino…

E se trazemos o divino dentro de nós, então nos momentos de crise, em que somos desafiados por problemas de qualquer ordem (material, emocional, espiritual, intelectal…), temos dentro de nós todos os nossos aliados -bem como os antagonistas.
(Como ensina um velho provérbio, “todos temos dentro de nós um cão muito dócil e outro muito agressivo - o que aflora é aquele a quem alimentamos melhor.“)

Essa é uma verdade inescapável, e facilmente percebida no nosso dia-a-dia.
Em termos práticos, dentro da questão original deste artigo (de que me vale o divino em momentos de crise?), se em sua percepção o divino é algo exterior, diante da crise você precisa enviar sua súplica e aguardar pela providência -se ela vier.
É a mesma interação dependente e acomodada de quem vota no candidato e resmunga enquanto espera o benefício… de quem reclama do chefe e pede aumento.

Por outro lado, quem percebe o divino dentro de si entende-se agente desse divino (sem ser mais importante do que os demais, pois o divino espalha-se igualmente a todos) e, portanto, não precisa de súplicas a este ou aquele deus, santo, deva ou orixá: apenas vive - e deixa o divino fluir em sua vida.

Vida = Ritual

Isso transforma nossas vidas num grande ritual, nossas casas e locais de trabalhos em templos e altares, e a comunicação com o divino ocorre não somente em determinados momentos, mas o tempo todo.

Isso quer dizer que se adotarmos essa percepção nos livramos de todos os problemas e passamos a viver uma vida plenamente divina?
Não para a primeira, sim para a segunda.

Não existe vida sem problemas, desafios e crises.
Mente quem promete tal absurdo.
(Nem seria, aliás, desejoso viver uma vida assim, tão semelhante à morte.)

Os desafios, o sofrimento e as crises são tão parte de nossas vidas quanto os momentos alegres, calmos e plácidos - e ambos nos ensinam, ambos compõem a nossa jornada heróica pela vida.

A calma e a paz são o momento de recolhimento e restauração, a permanência na tranqüilidade da aldeia, no seio da família, no conforto da casa.
É a pausa para a nutrição, para o repouso, para a vivência do que é familiar.
Mas após esse período de repouso e restauração, é fundamental que encaremos o desafio da estrada, da jornada pelo desconhecido, da ação que promove mudança e evolução.

Buscar só a paz é negar metade da vida. Viver só a calma é abdicar do caminho, da jornada.

Assim, se existem deuses/espíritos/totens/orixás/santos que protegem o lar, que abençoam a colheita, que nos trazem cura e restauração, também existem deuses/espíritos/totens/orixás/santos que nos preparam para as batalhas, nos protegem em viagens, nos abrem caminhos, nos trazem resistência e força.

E se todos os deuses/espíritos/totens/orixás/santos estão dentro de nós, como visto acima, então nossa súplica ou pedido não deve ser enviada para fora, para o alto de uma montanha, uma pedra no deserto, uma nuvem no céu ou uma caverna nas entranhas da terra: a súplica e o pedido devem ser remetidos ao endereço correto: dentro de cada um de nós.

Parece papo de auto-ajuda?
Pode ser.
Funciona?
Teste, não custa nada…

Mas lembre-se: encontrar os deuses dentro de você não significa viver uma vida sem problemas - isso não existe.

Encontrar o divino dentro de você só ajuda a lidar melhor com esses desafios, com suas próprias forças - que, no fundo, são as forças e o poder do seu deus predileto, do seu santo de devoção, do seu orixá.

A jornada é longa e ninguém disse que seria fácil.
Mas quando a companhia é boa, qualquer desafio se torna menos penoso.


Extraído do Blog Claudio Crow