segunda-feira, 30 de abril de 2012

Apenas um lembrete...
Lembre-se que você é um Espírito imortal vivendo breve experiência num corpo físico.

Lembre-se que seu corpo é feito de matéria e, como tal, sofre o desgaste natural como tudo o que é matéria. Mas esse desgaste não atinge o Espírito.

Assim, quando você perceber que a sua pele está enrugando, lembre-se de que esse é um fenômeno que não alcança o Espírito.

Enquanto a sua pele enruga, seu Espírito pode ficar ainda mais radiante e mais iluminado.

Você não pode deter os segundos, nem evitar que se transformem em anos.

Não pode impedir que o seu cabelo caia ou se torne branco, mas isso não deve ser motivo para levar embora a vitalidade da sua alma imortal.

Sua esperança jamais poderá estar atrelada a sua forma física, pois o ser pensante que você é, é o mais importante e sobreviverá por toda a eternidade.

Sua força e sua vitalidade independem da sua idade.

Seu Espírito é o agente capaz de espanar a poeira do tempo.

Lembre-se de que você não é um corpo que tem um Espírito, é um Espírito temporariamente vivendo num corpo físico.

Chegará o dia que você encontrará uma linha de chegada, e perceberá que logo à frente há outra linha de partida...

A vida é feita de idas e vindas... Partidas e chegadas.

Um dia você terá que abandonar esse corpo, mas jamais abandonará a vida...

Cada dia é uma oportunidade de viver, e viver bem.

Se acontecer de cometer um engano, não detenha o passo, siga em frente pois logo adiante encontrará outro desafio...

A vida é feita de desafios... Vencemos a uns, somos vencidos por outros, mas não podemos deter o passo.

E o maior de todos os desafios é vencer a si mesmo, usando a razão para não se deixar dominar por vícios e prazeres excessivos e prejudiciais.

Importante é não perder tempo vivendo de lembranças amargas e fotografias pela metade, amarelas e empoeiradas...

O dia mais importante é o dia de hoje... E hoje você tem a oportunidade de reescrever a sua história... Conhecer novas paisagens... Colecionar imagens de cores vivas.

Lembre-se sempre que você é um Espírito feito de luz, e a luz sempre pode suplantar as trevas...
 
Por mais densas que sejam.

O importante é que jamais detenha o passo...

Se as forças físicas não lhe permitem mais correr como antes, ande depressa.

Se algo lhe impedir de andar depressa, caminhe lentamente, mas siga em frente.

E se, por algum motivo, não puder mais caminhar sem apoio, use bengalas, muletas, cadeira de rodas.
 
Mas vá em frente...

E se, um dia, você não puder mais movimentar seu corpo para continuar andando, voe com o pensamento.

Seu pensamento nada e ninguém poderá deter.

Você é livre para pensar, para aprender, para alcançar os céus em busca de esperança e paz.

O essencial é que você não pare nunca...

Deus não criou você para a derrota. Deus criou você para a vitória, para a felicidade plena.
 
E essa conquista é a parte que lhe cabe.

Este é apenas um lembrete, pois, um dia, um Sublime Alguém já nos disse tudo isso e nós esquecemos.

Esquecemos que Ele saiu do corpo, mas jamais saiu da vida...

O Seu suave convite ainda paira no ar:
Quem quiser vir após Mim, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo, e siga-Me.

Esquecemos que Ele afirmou com convicção e firmeza:
Nenhuma das ovelhas que o Pai Me confiou se perderá.

Eu sou uma de Suas ovelhas e você também é.
 
Não importa a que religião você pertença.
 
Não importa a que religião eu pertença.

Somos as ovelhas que o Criador confiou ao Sublime Pastor da Galiléia, para que Ele nos ensine o caminho que nos conduzirá à felicidade plena.

* * *

Este é apenas um lembrete...
Que você pode até desconsiderar...

Mas uma coisa é certa: você não deixará de existir, como Espírito imortal que é, e não evitará os percalços e as lições da caminhada, porque você, você é filho da Inteligência Suprema do Universo...

Pense nisso!
Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 11, ed. Fep

Após denúncia da Rede TV e ALLTVAMAZÔNIA, Carlos Magno exige providências contra Santo Antônio

Quero ver a punição que será dada aos culpados... aliás, se eles aparecerem...
uma preguiça deixada para trás

"Ganharam repercussão no Congresso Nacional as matérias retratando a matança de animais no entorno da Usina de Santo Antônio, reveladas pelo programa do deputado Euclides Maciel, na Rede TV e na ALLTVAMAZÔNIA.
 
Nesta terça-feira, o deputado federal Carlos Magno denunciou o caso e exigiu providências.
 
Ele apresentou requerimento na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle solicitando ao Ministério do Meio Ambiente informações sobre a mortandade de espécies.
Segundo a assessoria do parlamentar, o requerimento, que será votado nesta quarta-feira será encaminhado à ministra de meio ambiente, Izabella Teixeira, cujo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, para que seja apresentado a população esclarecimentos sobre as denúncias que têm sido veiculadas.
 
Embora o consórcio construtor Santo Antônio Energia, liderado pela Construtora Norberto Odebrecht, alegue que “não foram milhares de mortes dos animais, mas sim cerca de 500 exemplares da fauna amazônica, de um total de 25.517 animais resgatados”.
 
Segundo o parlamentar, a situação precisa ser melhor esclarecida, “não apenas após a fase de enchimento do reservatório como também do rescaldo, trabalho de resgate mais detalhado, que aconteceu até 3 de março desse ano, quando finalizou o contrato do serviço, segundo declaração dada à imprensa por um ex-funcionário que realizava o procedimento de resgate, contratado por uma empresa terceirizada veiculada ao consócio para este procedimento.”

Magno espera que não somente esta situação seja acompanhada como também os demais danos causados à natureza .
 
“Como parlamentar federal vou continuar cobrando dos órgãos competentes uma ação severa, para que os prejuízos cessem, pois, o homem faz parte do meio ambiente e prejudicar a natureza é prejudicar a si próprio e neste caso especial os benefícios são para muitos brasileiros, mas os prejuízos ficam para todos os rondonienses”, lamentou."

Fonte: Rondônia Agora

Matérias com vídeo:
Nossa postagem a respeito: http://www.ogritodobicho.com/2012/04/apos-denuncia-da-rede-tv-e.html

Planeta não é sustentável sem controle do consumo e população, diz relatório

Pois é, os caras voltaram a discutir o tema.

Sempre me norteei por um princípio claro e responsável: se você não tem condições de dar vida a um ser e transforma-lo em um cidadão do mundo, não o faça!!!!
A matéria publicada na BBC está muito boa...
 
Começa assim:
 
"O consumo excessivo em países ricos e o rápido crescimento populacional nos países mais pobres precisam ser controlados para que a humanidade possa viver de forma sustentável."

Para ler a matéria completa CLIQUE AQUI

Esta foto é me impressiona tanto.....
Trem na Índia

Manifestação contra vivissecção na frente do Ministério da Ciência e Tecnologia - Brasília

Muito legal!!!!


observem o cachorrinho que também ficou deitadinho... lindinho!




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Polícia da China apreende caminhão com mais de 500 cães que seriam comidos

Os animais estavam em um caminhão que seguia para uma região do país onde a carne de cachorro é consumida e muito apreciada.

Os cães estavam dentro de gaiolas.
 
11 deles morreram.
 
Não se sabe ainda a origem dos bichos.

Agora, pessoal, vamos atentar: a galera da proteção animal da China tem trabalhado muito bem...
 
Eu imagino o perrengue que eles passam...
 
Força para eles e todos nós!!!!! tomara que arrumem lugar para a cachorrada toda para não acontecer o que está acontecendo na Tailândia, não é mesmo?

Globo News - 26/04/12

Caminhão tomba com porcos na Anchieta SP . Três versões sobre os animais

Carlos Pessuto/Futura Press


"Três pessoas ficaram feridas levemente e foram encaminhadas para um pronto-socorro da região. Os animais não se feriram

Da Redação noticias@band.com.br
 
Um caminhão que transportava pelo menos 30 porcos tombou na madrugada desta sexta-feira após acidente na rodovia Anchieta, zona sul de São Paulo.
 
O fato ocorreu no quilômetro 10 da pista central sul, sentido litoral, na região do Sacomã.
 
O veículo se chocou contra dois carros, um Clio e um Gol.
 
Três pessoas ficaram levemente feridas e foram encaminhadas para um pronto-socorro da região. Já os porcos não se feriram e foram colocados em outro veículo da transportadora.
 
Segundo informações da Ecovias, concessionária que administra a via, a pista não está mais interditada."
Fonte: BAND

Agora outra matéria diz que:
 
"Um acidente envolvendo um caminhão lotado de porcos (suínos) e um carro provocou congestionamento e espalhou cerca de 70 animais na rodovia Anchieta, em São Paulo, nesta madrugada (27/4).
 
Três pessoas ficaram feridas, segundo o site Terra.
 
O caminhão tombou e compartimento onde os porcos estavam se abriu.
 
Até o momento os animais são capturados nas redondezas.
 
Moradores também aproveitaram para recolher os animais que foram feridos ou mortos."
Fonte: Região Noroeste

Já o Jornal da Record de 27/04/12 mostrou esta matéria....


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http://www.ogritodobicho.com/2012/04/caminhao-tomba-com-porcos-na-anchieta.html

SEPDA mostra sua incompetência reabrindo gatil interditado no Jockey Clube - RJ

Queria muito que lessem a carta enviada ao Secretário da Secretaria de Proteção Animal do RJ - SEPDA, pela ONG Oito Vidas sobre a questão dos Gatos do Jockey Blube do RJ.

Olha, está em PDF e com todos os anexos comprobatórios citados na correspondência.

Tenham paciência se demorar um pouquinho para abrir.

Vale a pena avaliarem a incompetência do nosso Prefeito em escolher um cara para chefiar as ações de proteção animal no Rio, só porque é avô de uma filha do Aécio Neves.

Como se sabe, compromissos de campanha... kakaka... será que foi para não pagar pensão que Aécio arranjou esta boquinha para o vovô? kakakaka.... estas línguas ferinas vivem inventando coisas...

Eu não acredito neste boato!!!!!


CLIQUEM AQUI PARA LER A CARTA... ESTÁ ESPETACULAR!!!!
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vejam esta charge... bem clara do que somos para um político, não?
Ao que nós nos prestamos... estou pensando seriamente em anular o meu voto
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Agora, vocês não querem que eu fale mais, é? kakakaka.... mas, eu vou falar!!!!
 
Imaginem que esta tal SEPDA está fazendo um gatil para colocar os gatos do Campo de Santana.
 
Só que ele fica debaixo de um viaduto em plena Av. Presidente Vargas.
Para quem não sabe é a avenida que leva todos os subúrbios do Rio de Janeiro ao Centro da Cidade e que encontra, no final, com todo trânsito vindo da zona sul.
 
Ou seja, barulho dia e noite... vocês tem idéia? Pois é....

Juro que não entendo estas pessoas da proteção que fizeram de tudo para criar uma aberração destas que foi a tal SEPDA... hoje em dia, na maioria, ficam todas entocadas... dando uma de Beto sem braço....
 
Já tem outras que, achando que o povo não sabe das suas participações neste "embrolio", reclamam das coisas que estão acontecendo....ô nojo!!!!!! ah, que vontade que tenho de nomear todas estas pessoas que conseguiram anular a proteção na cidade do RJ e que foram responsáveis por 12 anos de dinheiro posto fora.... ah, que vontade!!!!
 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O cérebro prefere música clássica


Dizer “esta música é muito boa” ou “nossa! Que música horrível” é muito comum.

Todos têm seus gostos particulares e rejeitam artistas e bandas que fogem das preferências pessoais.

Mas, uma pesquisa publicada no periódico científico BMC Research Notes revela que talvez haja um padrão.

Segundo o artigo, as pessoas tendem a gostar das músicas que soam “complexas” aos ouvidos, mas que são “decifráveis e armazenadas” pelo cérebro, como as composições eruditas.

O autor do estudo, Nicholas Hudson, biólogo da Australian Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization, disse que o cérebro comprime a informação musical como um software de computador faz com um arquivo de áudio: ele identifica padrões e remove dados desnecessários ou redundantes.

A música clássica, por exemplo, pode parecer complexa para quem ouve, mas o cérebro consegue encontrar padrões para o trabalho de compressão.

Pouca coisa é descartada.

Hudson usou programas de compressão de músicas para imitar como o cérebro age e usou músicas que já haviam sido analisadas em um estudo de 2009 que mediu como 26 voluntários curtiam músicas de diferentes gêneros musicais como clássico, jazz, pop, folk, eletrônica, rock, punk, techno e tango.

Entre as músicas que o biólogo escolheu, “I should be so Lucky” da Kylie Minogue foi comprimida a 69,5% de seu tamanho original; “White Wedding” do Billy Idol foi diminuída a 68,5%; e a Terceira Sinfonia do Beethoven foi reduzida a 40,6% do seu tamanho inicial.

O cérebro, como o software encontraram mais padrões na música do compositor alemão.

Com as outras músicas, ele teve pouco trabalho de compressão, pois o resto foi “jogado fora”.

Fazendo uma comparação, as músicas mais “comprimíveis” foram aquelas escolhidas como as mais agradáveis no estudo de 2009.

Mas, porque nosso cérebro gosta mais das músicas que o fazem trabalhar mais para comprimi-las?

“É da nossa natureza sentir mais satisfação ao atingir uma meta quando a tarefa é mais difícil.

As coisas fáceis trazem um prazer superficial.

As músicas mais simples, com poucos padrões de compressão, rapidamente ficam irritantes e deixam de ser estimulantes”, disse Hudson.

Esta é uma explicação para aquela sensação de enjoar rapidamente de uma música.

O teste também incluía barulhos aleatórios que só puderam ser comprimidos a 86%.

O resultado foi que estes sons causaram indiferença e tédio nas pessoas.

Já foi dito que música clássica ajuda a memória, ajuda o foco nos estudos e pode até deixar as pessoas mais inteligentes.

Este é mais um estudo que comprova a qualidade da música clássica, mas, como diz o ditado: gosto não se discute.

[LifesLittleMysteries]

http://hypescience.com/o-cerebro-prefere-musica-classica/

Animais de estimação gostam de musica, mas não de qualquer uma

 


Quem aqui nunca viu seu animal de estimação “cantando” junto com uma música?

Mas será que eles gostam do seu estilo musical?

“Nós temos uma tendência humana de nos projetar em nossos animais de estimação e assumir que eles vão gostar do que gostamos”, afirma o pesquisador Charles Snowdon.

Mas não é porque você gosta de Mozart que seu cachorro não vai preferir rock.

E vice-versa.

Ao contrário da ideia convencional de que a música é um fenômeno puramente humano, pesquisas recentes mostram que animais possuem também essa capacidade.

Porém, ao contrário dos nossos estilos, cada animal tem o que Snowdon chama de “música específica para espécies”: estilos familiares para cada espécie em particular.

Com alcances vocais e batimentos cardíacos diferentes dos nossos, os animais não conseguem se conectar ao nosso estilo musical.

Estudos mostram que eles geralmente respondem à nossa música com total falta de interesse.

Mas com isso em mente, Snowdon trabalhou com o tocador de violoncelo e compositor David Teie, para compor músicas específicas aos animais.

Em 2009, eles compuseram duas músicas para macacos, com vozes três oitavas superiores a nossa e ritmo cardíaco duas vezes maior.

A música soava estranha para os humanos, mas os animais pareceram gostar.

Agora, a dupla está compondo música para gatos, e estudando a reposta animal a isso.

“Nós estamos trabalhando para criar uma música com uma frequencia próxima a da voz dos gatos, e usando o ritmo cardíaco deles, que é mais rápido que o nosso”, comenta.

“Nós descobrimos que os gatos preferem músicas compostas dessa maneira do que a música humana”.

Tem um gato?

Teie está vendendo as músicas especiais online (começando com U$ 1.99 por música), através de uma empresa chamada “Music for Cats” (Música para Gatos).

Já os cachorros são mais complicados, principalmente porque eles variam muito no tamanho, na voz e no ritmo cardíaco.

Mas se você tem um labrador ou um Mastiff, o gosto pode até ser similar ao seu.

“Minha previsão é de que os cachorros grandes podem gostar mais da música humana do que um chihuahua”, afirma Snowdon.

De fato, uma pesquisa da psicóloga Deborah Wells mostrou que os cachorros conseguem discernir entre os diferentes tipos de música humana.

“Eles demonstram comportamentos mais relaxados quando escutam música clássica e mais agitados quando ouvem heavy metal”, comenta ela.

Levando em conta essas pesquisas, o que será que seu animal de estimação pensa quando ouve Michel Teló?

 [MSN]

http://hypescience.com/animais-de-estimacao-gostam-de-musica-mas-nao-de-qualquer-uma/

Como gatos sobrevivem a quedas de grandes alturas?

A incrível habilidade dos gatos de cair de grandes alturas e não sofrer nenhum dano é puramente uma questão de física, biologia evolucionária e psicologia.

“Nós sabemos que esses animais têm esse comportamento, e existem muitas histórias incríveis de sobrevivência”, afirma a bióloga Jake Socha.

O problema é que os cientistas não pretendem ficar jogando gatos de alturas para estudar esse tipo de habilidade.

Poucas pesquisas foram feitas até o momento.

Um estudo de 1987, realizado com 132 gatos que foram trazidos para uma clínica veterinária após quedas muito grandes, constatou que 90% sobreviveu e apenas 37% precisou de tratamento de emergência.

Um deles caiu de uma altura de 32 andares e apenas quebrou um dente e danificou um pulmão, sendo liberado 48 horas depois.

Os cientistas justificam que os gatos têm uma grande área superficial se comparada com o peso, o que reduz a força do impacto no chão.

Os gatos atingem a velocidade terminal (quando a força gravitacional que o puxa para baixo é igual e oposta à resistência do ar, que o empurra para cima) a uma velocidade menor do que animais grandes, como humanos.

Pra exemplificar, um gato de tamanho comum atinge velocidade terminal a cerca de 97 quilômetros por hora, enquanto um humano atinge a 193.

Por serem animais “arbóreos”, os gatos, assim como macacos, répteis e outras criaturas do tipo, são desenhados pela evolução para serem incrivelmente resistentes a quedas.

“Ser capaz de sobreviver a quedas é algo crítico em animais que vivem em árvores, e os gatos são um deles”, afirma Socha.

Através da seleção natural, os gatos desenvolveram um instinto para girar o corpo, como um ginasta, alongar o rabo, e cair com as patas prontas para a queda.

Esses animais também podem abrir as pernas de maneira a criar um efeito “para-quedas”.

Os músculos das pernas sevem como molas para absorver choques, e os membros também estão angulados em baixo do corpo, ao invés de se estenderem, como nos humanos.

“Se o gato tivesse que aterrizar com as pernas diretamente abaixo da coluna, os ossos iriam todos se quebrar.

Mas eles colocam essa energia nas juntas, o que força menos os ossos”, explica Socha.

Tem um gato e planeja fazer um teste?

Gatos urbanos tendem a estar acima do peso e com uma condição física imperfeita.

Isso limita a capacidade de se endireitar enquanto caem, então melhor deixar as janelas fechadas.

[BBC]

http://hypescience.com/como-gatos-sobrevivem-a-quedas-de-grandes-alturas/

Origem da amizade pode ser muito mais antiga do que pensamos


Assim como os humanos, animais também se beneficiam de possuir amigos.

Novos estudos mostram que animais que podem contar com outros – para se coçar, dividir comida ou fazer um gesto de amizade – têm mais chances de se reproduzir e conseguem encarar melhor as doenças.

Isso sugere que a necessidade de confiança e companhia é mais antiga do que pensamos.

Se isso for verdade, a amizade pode oferecer vantagens evolucionárias.

“Esse fenômeno está começando a parecer algo muito antigo na evolução, que é dividido por muitas espécies sociais”, afirma a bióloga Dorothy Cheney.

Estudos com macacos, cavalos e chimpanzés mostram que eles são seletivos na hora de escolher com quem passar tempo ou comer.

Outro trabalho atual revela que um hormônio de ligação social torna os macacos mais generosos uns com os outros.

Pesquisas mostram que fêmeas de elefantes, golfinhos e roedores com boas amigas têm mais chance de ter mais crias e viver mais.

São muitas as linhas de pesquisa.

Analisar todos esses fatores pode trazer pistas para a origem e evolução que faz dos humanos seres tão sociais.


Eu te protejo

Os cientistas sabem há tempos que os animais formam laços.

Primatas e cavalos que passam mais tempo próximos geralmente são mais amigos e menos agressivos uns com os outros.

Chimpanzés e elefantes dividem comida, confortam os machucados e parecem ficar mal quando seus parentes morrem.

Mesmo assim, por décadas, a visão mais comum era de que as interações aconteciam apenas entre os animais muito próximos (familiares).

Laços formados entre animais sem parentesco eram supostamente passageiros, realizados para conseguir um benefício imediato. Mas agora os cientistas sabem que isso não é verdade.

E evidências indicam que um animal pode fazer algo para ajudar outro, sem ser da família, para receber algum benefício posterior.

Em termos estritamente evolucionários, os parentes se ajudam para promover a sobrevivência do material genético.

Mesmo assim várias espécies formam laços com aqueles que não carregam a mesma genética.

Chimpanzés machos formam coalizações, e tomam parte de um lado, mas não de maneira aleatória. Eles ficam junto daqueles que futuramente vão ajudá-los.

Um estudo de 2009 mostrou que 22 entre 28 chimpanzés formaram seus laços mais fortes de amizade com um outro com o qual não tinham parentesco, com algumas amizades durando uma década ou mais.

O maior fator para justificar a amizade entre animais – principalmente os machos – é evitar conflitos, e ter mais integrantes para defender o território e o grupo.

Mas eles, e nós também, fazemos amigos por outra razão também: porque dá uma sensação boa.

Não apenas é relaxante como também dá um efeito positivo na saúde.

Estudos detectaram a ocitocina – um dos hormônios que é secretado em situações prazerosas – nos macacos sociais, que eram também mais generosos com os outros.

Mais pesquisas serão feitas ainda, para analisar também o lado neural desse tipo de relação no mundo animal.

Como você pode ver, amizade não é algo apenas humano, mas histórico na natureza.

Viva os amigos!

[ScienceNews]

http://hypescience.com/origem-da-amizade-pode-ser-muito-mais-antiga-do-que-pensamos/

Há vida inteligente fora da Terra? Os golfinhos podem ajudar a responder

Os dicionários definem inteligência, basicamente, como a capacidade de aprender.

Mas e quando falamos de vida inteligente fora da Terra?

Será que esse conceito se aplica a extraterrestres?

E aos animais?

Um golfinho, por exemplo, não pode ser considerado inteligente?

 A agência americana SETI, especializada em procurar vestígios de vida fora do nosso planeta, resolveu tentar responder essas questões.

Uma das questões básicas, segundo os cientistas, é justamente definir o que se considera inteligência.

Embora a definição simplista de “capacidade de aprender” predomine, há quem diga que é necessário mais; um ser inteligente deve aprender, fazer relações e tirar conclusões, analisar ideias complexas e resolver problemas.

A faceta prática dessas ideias é o que se chama “tecnologia”: aplicar as ideias materialmente.

Logo, segundo essa definição, achar vida inteligente fora do planeta significa encontrar seres que possuam e apliquem tecnologia.

Um conceito psicológico de inteligência, segundo pesquisadores da Universidade de Oxford, é mais “humanizado”.

Não se trata apenas de saber produzir tecnologia, porque é preciso mais do que um cérebro para isso.

Os golfinhos, por exemplo, podem ser considerados inteligentes, mas não podem produzir tecnologia porque não têm braços para isso (em uma definição mais prosaica, não têm o polegar opositor).

Alguns animais, e os golfinhos são o exemplo mais recorrente, têm exatamente o que a Universidade de Oxford define como inteligência.

Para eles, um ser inteligente reúne três condições básicas: ideia de altruísmo (basicamente, reciprocidade nas atitudes, noções de causa e efeito na relação com seus semelhantes), “política” (noções de agrupamentos, divisões e lideranças) e empatia (a grosso modo, capacidade de ter e interpretar emoções, a sua e dos demais).

Em sociedades no reino animal, tais habilidades são frequentemente demonstradas.

O que chama atenção dos pesquisadores quanto a golfinhos, no quesito inteligência, é a comunicação.

Testes no passado já comprovaram que golfinhos são capazes de compreender e interpretar cerca de 50 comandos dados em inglês.

Nós, humanos, por outro lado, não fazemos a mínima ideia do que significa a “linguagem” de ondas com a qual os golfinhos se localizam e se comunicam.

Mas este conceito de linguagem também é discutível, segundo os cientistas.

O que os pesquisadores esperam, portanto, é fazer uma ponte entre a nossa comunicação e a dos golfinhos.

De acordo com uma técnica aceita pelo SETI, chamada de “teoria da informação”, toda comunicação pode ser simplificada, visual ou auditivamente, a uma espécie de logaritmo de bits (algo como a linguagem do 0 e 1) da computação.

No cérebro humano, segundo essa tese, há um padrão unificado que permite o aprendizado de linguagens, e animais como o golfinho dispõem exatamente do mesmo recurso.

Assim como nós, eles têm a capacidade de organizar informações soltas e fazê-las ter sentido para eles.

Sabem também aplicá-las segundo suas necessidades, que no caso dos golfinhos é se comunicar à distância debaixo da água.

Como isso poderia ajudar a achar extraterrestres?

Essa teoria assume que humanos e golfinhos, no fundo, teriam um mesmo padrão de comunicação, que apenas se manifesta de maneiras diferentes.

Assumindo isso como uma possibilidade, cientistas do Instituto Tecnológico da Geórgia (EUA) estão se dedicando a uma missão inusitada: construir um tradutor de “golfinhês” para uma linguagem conhecida pelos humanos.

Os primeiros testes reais com essa máquina, que já está em desenvolvimento, são previstos para 2012.

A ideia, na teoria, é simples.

Analisar ações e reações dos golfinhos, gravando os sons que eles emitem, e tentar converter a comunicação para um padrão mensurável por computador.

O passo seguinte, nessa tarefa, seria mensurar a linguagem humana sob estes moldes e tentar unificar ambas as linguagens sob esse padrão (não se trata de “humanizar” os golfinhos, apenas decodificar a linguagem).

O princípio básico da teoria, formulada pelo SETI, afirma que tal habilidade de comunicação é o que caracteriza inteligência.

Na busca por vida inteligente fora da Terra, seria possível usar esse padrão para rastrear vestígios de comunicação universo afora.

É claro que isso depende de muitas variáveis, mas os cientistas imaginam algo como um sensor colossal que capte sinais de comunicação pela galáxia, como se fosse uma antena de rádio.

O problema (antes mesmo de pensar em quão difícil será decodificar a linguagem dos golfinhos através de um computador, transformar isso em um código que sirva para tradução humana e construir um sensor que capte essas transmissões no espaço), a princípio, é paradoxal.

Se o universo é realmente cheio de relações sociais e comunicações, como no mundo dos golfinhos, mas tais formas de vida espaciais não podem produzir tecnologia, como os golfinhos, estamos no escuro.

As vidas inteligentes podem estar por aí, espalhadas no espaço, mas não seremos capazes de detectar.

[LiveScience]

http://hypescience.com/ha-vida-inteligente-fora-da-terra-os-golfinhos-podem-ajudar-a-responder/

Ninguém sabe por que 877 golfinhos foram encontrados mortos no Peru

Autoridades peruanas ainda tentam desvendar o mistério da morte de centenas de golfinhos em suas praias nos últimos meses.

Segundo o ministro do Meio Ambiente do Peru, Gabriel Quijandria, a hipótese mais provável para explicar as 877 carcaças de golfinhos encontradas no norte do país é a possibilidade de uma infecção viral pelo morbillivirus, o vírus causador do sarampo.

Contudo, isso só será comprovado nas próximas semanas, por meio de mais testes clínicos.
Outros acusam a exploração de petróleo pela empresa “BPZ Energy” de ser a principal culpada.

O grupo ambiental peruano “Orca” afirma que as ondas sonoras dos trabalhos sísmicos parecem ser a causa. Mas ainda não há provas conclusivas.

O país receberá ajuda de especialistas da Administração Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos para tentar chegar a um veredito.

Segundo o físico George Ioup, da Universidade de New Orleans, Estados Unidos, ainda não há como saber a causa para esse número preocupante de golfinhos mortos.

[Yahoo]

http://hypescience.com/ninguem-sabe-por-que-877-golfinhos-foram-encontrados-mortos-no-peru/

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Campanha de Vacinação Antirrábica / 2012


Conforme públicado na Revista Epidemiológica e Serviço de Saúde do Sistema Único de Saúde do Brasil (Vol. 20- nº 4 – outubro / dezembro2011 págs. 509 á 518), no período de 2000 a 2009 ocorreram 163 casos de raiva humana nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-oeste do país.

No mesmo período as unidades de saúde registraram mais de 04 milhões de atendimentos antirrábicos, ou seja, atendimentos prestados às pessoas que tiveram contato com mamíferos suspeitos contaminados com o vírus da raiva.

Nos anos de 2004 e 2005 ocorreram surtos de raiva humana dos estados do Pará (38 casos) e Maranhão (24), ocasionados por morcegos hematófagos que fizeram vítimas os moradores daquelas regiões.

No ano de 2009 foram registrados 26 casos de raiva em cães em 23 municípios brasileiros; em 2011 foi notificado 01 caso da doença em 01 gato no município de São Paulo e recentemente em 01 cão confirmado em Ribeirão Preto.

O Centro de Controle de Zoonoses de Piracicaba, no primeiro trimestre deste ano, enviou ao laboratório de diagnóstico de raiva do C.C.Z. de São Paulo 258 amostras para serem analisadas, sendo 41 de cães, 02 de gatos e 258 morcegos. Destes, 08 morcegos estavam contaminados com o vírus da raiva.

Iniciada pelo C.C.Z. de Piracicaba , no dia 14 de abril a campanha de vacinação antirrábica já vacinou mais de 1400 animais sendo 1143 cães e 251 gatos.

A campanha na zona rural do município continua, veja a relação dos postos.
DATA
LOCAL
21/04/12
Parque São Jorge/ Cruz Caiada e Glebas Taquaral, Parque Continental e Jd Agua Branca
23/04/12
Batistada, Chicó
24/04/12

    Divisa, Colonia Zanin, Sítios e Água Santa
24 e 25/04/12
Tanquinho e Adjacências
25/04/12
Usina Capuava, Vila Nova e Guamium
26/04/12
Godinho , Florespi, Glebas Novo Recanto
28/04/12
Fazenda Negri, Santa Olímpia, Santana
27/04/12
Vivenda Bela Vista
27/04/12
Itaperu- Granja, Dona Helena, Nauti Clube e Adjacências
autor: Eliane de C. Silva

 

Ong Vira Lata em imagens

Quem frequenta o abrigo mantido pela Ong Vira Lata se encanta com as muitas imagens interessantes e doces que acontecem durante o dia.
Compartilhamos alguns desses momentos com vcs



JP e Vira lata se unem para evento de MEGA-ADOÇÃO

O Jornal de Piracicaba e a Ong Vira Lata Vira Vida realizarão neste sábado, uma iniciativa chamada "MEGA-ADOÇÃO" para os cães abrigados pela instituição

Quase 100 animais serão divulgados para adoção imediata.
Voluntários da Vira Lata estarão de plantão no abrigo para receber os interessados em adotar esses animais.
Os cães da Ong são doados CASTRADOS, VACINADOS, VERMIFUGADOS e COM EXAME DE SANGUE ATUALIZADO, além DO LAUDO VETERINÁRIO.
Dando um lar para os cães que há muito esperam uma oportunidade, novas vagas serão abertas para que outros animais possam ser atendidos pela instituição.
O JP e a Vira Lata esperam a participação de todos.
Venham conhecer nossos animais e levar um novo amigo pra casa.

União Europeia terá que proteger 29 espécies de borboletas ameaçadas

Relatório de organização ambiental lista formas de conservar insetos.
Em 15 anos, houve queda de 70% na população de 17 diferentes espécies.


Grande-borboleta-azul (Europa) (Foto: Divulgação/Chris van Swaay)
 
Grande-borboleta-azul (Phengaris arion), uma das espécies ameaçadas de extinção na
Europa (Foto: Divulgação/Chris van Swaay)
 
Uma organização ambiental da Europa lançou um guia com orientações sobre como preservar espécies de borboletas que vivem no continente e são consideradas ameaçadas de extinção.

O relatório, que teve destaque na edição desta semana da revista “Nature Conservation”, aponta 29 espécies listadas pela União Europeia.

Os países-membros terão a partir do lançamento do guia a responsabilidade de fornecer informações sobre como proteger os insetos e definir (além de cumprir) metas internacionais de biodiversidade.

O documento detalha informações sobre cada inseto, as exigências para conservar seus habitats e plantas utilizadas pelas borboletas como local para desova e alimentação.

Em declínio

 De acordo com o relatório, as borboletas europeias estão sob ameaça constante.

Cerca de 10% de todas as espécies correm risco de desaparecer.

Indicadores mostram que houve queda de 70% na população de 17 diferentes espécies nos últimos 15 anos.

Entre as principais causas desta diminuição estão a destruição de áreas, transformadas pela agricultura -- algumas delas abandonadas posteriormente.

Segundo a publicação, as borboletas são importantes indicadores do meio ambiente, já que respondem rapidamente a possíveis alterações do habitat.

A gestão desses insetos garante a sobrevivência de outros seres, que fazem parte da biodiversidade europeia.
saiba mais


Do Globo Natureza, em São Paulo

Desmate na Amazônia quase triplica de janeiro a março de 2012, diz Inpe

Menor quantidade de nuvens no bioma revelou mais áreas degradadas.
Governo diz que houve aumento da detecção, mas não do desmatamento.

Entre janeiro e março de 2012, o desmatamento na Amazônia Legal quase que triplicou, se comparado com o mesmo período do ano passado.
O volume de nuvens foi menor no primeiro trimestre deste ano, o que elevou a qualidade de visualização dos chamados "polígonos de desmatamento".

Os dados foram divulgados pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, nesta quinta-feira (5), em coletiva realizada em Brasília.
Segundo o sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no primeiro trimestre os satélites detectaram a perda de 389 km² da cobertura florestal, número que é 188% maior se comparado ao mesmo período de 2011 (135 km²).

A ministra não considera que os dados não representam um crescimento no desmate, já que, para ela, a redução da quantidade de nuvens sobre o bioma facilitou a fiscalização feita por sensoriamento remoto.

"Não temos crise de desmatamento, como foi ano passado, não tem aumento de desmatamento", disse.
Estado do Amapá tem 76,6% de seu território coberto pela floresta amazônica. Na imagem, o Parque Nacional Montanhas de Tumucumaque. (Foto: Divulgação/Grayton Toledo/Governo do Amapá)Redução do volume de nuvens sobre a Amazônia melhorou a visualização por satélite. Desmate triplicou no primeiro trimestre de 2012, se comparado ao mesmo período do ano passado. (Foto: Divulgação/Grayton Toledo/Governo do Amapá)
Em fevereiro de 2011, apenas de 1 km² de vegetação derrubada foi detectado, já que a cobertura de nuvens era de 93%.

Neste ano, o mês registrou desmate de 307 km², a maior parte no Mato Grosso (285 km²).

"Ano passado não havia desmatamento detectado porque nós não víamos nada", disse Gilberto Câmara, diretor do Inpe.

Para Câmara, a pesquisa em campo feita pelos órgãos de fiscalização verificou que 68% das áreas encontradas devastadas (por desmate e queimadas) resultam de atividades ilegais ocorridas em 2011.

Estabilidade

 A ministra também ressaltou que não houve aumento absoluto no desmate ao comparar o período de agosto de 2011 a março de 2012 com os mesmo meses entre 2010 e 2011.

Entretanto, chamou a atenção para a elevação de atividades ilegais (no período, desmate subiu de 12 km² para 56 km²).
O aumento pode estar associado a uma migração de desmatadores do Pará para o estado.
Segundo Izabella, órgãos ambientais vão melhorar a fiscalização na região.

Código florestal

 Sobre as mudanças na legislação ambiental, que tramita na Câmara dos Deputados, pode também influenciar o desmatamento, de acordo com o governo.

"Ainda tem gente em campo dizendo, segundo os relatos da inteligência, que você pode desmatar que vai ser anistiado".
"As equipes têm se deparado com colocações de que o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais] não teria competência mais de fiscalizar.

Não é verdade", disse ela.
Só este ano, o Ibama aplicou quase R$ 50 milhões em multas por desmatamento na Amazônia e embargou áreas, principalmente no Mato Grosso e Pará.

Desmatamento Amazônia (Foto: G1)
Marcelo Parreira
Do Globo Natureza, em Brasília

'Doutor harpia' cria aves silvestres para a reintrodução na natureza

Criador construiu harpiódromo de três andares com 21 harpias.
Roberto Azeredo faz reprodução das aves dispensando uso de chocadeiras.



O criatório de Roberto Azeredo, devidamente regularizado pelo Ibama, fica no final da estradinha de terra, no município de Contagem, na Grande Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Ele cria espécies nativas em risco de extinção para a reintrodução em locais de onde desapareceram.

O criador construiu um harpiódromo de três andares com 21 harpias, a maior das aves de rapina.

 No primeiro andar ficam as aves solteiras, que ainda não reproduziram; no andar intermediário foram colocadas as aves em recuperação; e no andar superior estão os casais.

A fêmea é um pouco maior em relação ao macho.

Embora não seja biólogo, Roberto Azeredo é cuidadoso e bom observador.

“A harpia tem um sistema de camuflagem interessante, com o peito branco e as costas negras.

Se tem as costas para o céu, ela sempre está de frente porque o branco se camufla com o branco do céu.

Se está dentro da mata de costas para a floresta, ela mostra a parte escura”, explica Azeredo.

A harpia usa a boa visão e a capacidade de olhar para trás sem mover o corpo para caçar.

A garra, principal arma da ave, serve para a ave prender a carne enquanto tira pedaços pequenos do alimento.

Roberto Azeredo foi o primeiro no Brasil a criar harpias em cativeiro com as próprias aves chocando os ovos, dispensando a utilização de chocadeiras.

 “O período de encubação foi de 54 dias no criatório.

A ave nasce pesando uma média de cem gramas e com uma visão muito apurada”, explica.

O criador diz que recebeu há alguns anos uma harpia repatriada da Alemanha.

O animal foi trazido de volta ao Brasil porque estava doente e poderia morrer.

Assim que chegou ao criatório, Azeredo notou que havia em torno do bico na altura do nariz da ave uma grande quantidade de abelhas.

Algumas delas entravam nas narinas.

Ao mesmo tempo, ele observou que a harpia passou a respirar cada vez melhor até sarar e que as abelhas retiravam das narinas da ave o material para usar no ninho.

Harpia (Foto: TV Globo)Azeredo com as harpias de sua criação (Foto: TV Globo)
 
Após identificar as abelhas, Azeredo ajeitou uma caixa para abrigar um enxame perto da ave.

Agora, essa relação está até mais facilitada.

O inseto faz a limpeza das vias aéreas da harpia e em troca leva o material de que precisa.

Tudo parece indicar que harpia estava com falta de ar na Alemanha por ausência das abelhas.

Outra simbiose foi notada no momento de reprodução das harpias. criador descobriu uma casa de formigas carnívoras dentro do ninho.

São formigas vorazes que atacam em grupo.

Ele temeu que elas atacassem o filhote ou roubassem a carne trazida pelos pais.

“Eu não tirei as formigas.

Então, quando os pais levavam a carne para o ninho, percebi que as formigas não atacam a carne do ninho.

Elas esperam os pais jogarem o resto da carne no chão para comer o que está no chão”, diz Azeredo.

As formigas usam um ninho como abrigo e fazem a limpeza do entorno.

Com o criatório sem fins materiais, Roberto Azeredo, que criou e devolveu para a natureza cerca de 600 aves nativas em vários estados, prevê fazer no próximo ano a primeira soltura da harpia.

Do Globo Natureza, com informações do Globo Rural

Fiscais do Ibama lacram serrarias por falta de licença no MA

Fiscais de cinco estados trabalham para combater ação dos madeireiros.
Donos das serrarias devem responder por crime ambiental.

Do Globo Rural



O corte ilegal de madeira ameaça três reservas indígenas no noroeste do Maranhão: Alto Turiaçu, Caru e Awá-Guajá, onde vive uma das últimas tribos nômades da América do Sul.

Os awá-guajá são caçadores coletores, que dependem da caça e dos frutos da floresta para continuar existindo.

Os fiscais do Ibama de cinco estados foram mobilizados para combater a ação dos madeireiros neste lado da Amazônia brasileira.

Eles estão desmontando as serrarias flagradas sem a licença ambiental.

Os militares do Batalhão Florestal dão apoio ao trabalho dos fiscais.

As serrarias que estão sendo desmontadas já foram embargadas pelo menos uma vez.

 Outras tiveram máquinas apreendidas e voltaram a funcionar.

O Ibama usa caminhões-guincho para recolher os equipamentos.

Em uma semana, catorze serrarias foram desmontadas em Centro do Guilherme e em Santa Luzia do Paruá, municípios do noroeste do Maranhão.

O dono da serraria que já havia sido interditada não apresentou a licença de operação e teve os equipamentos apreendidos.

“A questão burocrática de documentação eu não entendo.
Eu não estou operando.

Nós estamos em fase de montagem e correndo atrás da documentação para funcionar”, explica João Batista Nascimento, dono da serraria.

Mil metros cúbicos de madeira em toras sem origem legal estavam estocados no pátio das serrarias. A madeira suficiente para encher 45 caminhões foi apreendida.

Ciclene brito – chefe da divisão técnico-ambiental – Ibama “Nós temos serrarias instaladas há menos de cinco quilômetros do limite das terras indígenas.

São serrarias que estão aparentemente legalizadas, mas que se utilizam do artifício de teoricamente comprar madeira de plano de manejo que estão a cerca de 150 a 200 quilômetros de distância dela, mas retiram de fato a madeira de dentro das terras indígenas”, esclarece Ciclene Brito, chefe da divisão técnico-ambiental do Ibama no Maranhão.

As máquinas apreendidas estão sendo levadas para um depósito no município de Zé Doca.

Os donos das serrarias estão sendo identificados e devem responder por crime ambiental.
 

Líder do PT diz que novo relatório do Código Florestal é 'retrocesso'

Jilmar Tatto (SP) disse que acordo era votar texto aprovado no Senado.
Em novo texto, relator excluiu regras para recompor mata em beiras de rio.

O líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP), afirmou nesta sexta-feira (20) que o relatório do projeto do novo código florestal, apresentado nesta quinta (19) pelo deputado Paulo Piau (PMDB-MG) é “um retrocesso”.


O novo líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (Foto: Beto Oliveira / Agência Câmara)
O líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto
(Foto: Beto Oliveira / Agência Câmara)
 
A votação do projeto está marcada para a próxima terça (24) no plenário da Câmara.

Conforme o presidente da Câmara, o projeto será votado "com ou sem acordo".

Piau retirou do texto aprovado no Senado percentuais mínimos de recuperação das Áreas de Preservação Permanente (APPs) desmatadas nas margens de rios localizados dentro de propriedades rurais.

A versão aprovada no Senado estabelecia que, para cursos d'água com até 10 metros de largura, os produtores deveriam recompor 15 metros de vegetação nativa.

Para os rios com leitos superiores a 10 metros, a faixa de mata ciliar a ser recomposta deveria ter entre 30 e 100 metros de largura.

“É um retrocesso.

Tinha um acordo dos partidos da própria base de votar o projeto que veio do Senado.

Ele [Piau] não considerou isso.

Na verdade ele voltou.

O relatório dele não tem a recuperação de áreas degradadas.

É inaceitável.

O PT não vai votar este relatório de jeito nenhum, é inadmissível.

Nós vamos cumprir o que foi acordado, que é projeto que veio do Senado”, afirmou Tatto.

O texto finalizado por Piau diz que a recomposição dependerá de novo projeto de lei ou medida provisória, e incluiria a participação dos estados.

A definição seria feita em até dois anos, dentro do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

As regras gerais deste programa seriam estabelecidas pelo governo federal em até 180 dias após a aprovação da lei, mas as condições específicas ficariam a cargo dos estados.

A mudança feita no relatório se aplica apenas às regras para quem precisar reflorestar as áreas de beira de rio, e que tenham sido desmatadas até julho de 2008.

A isenção da obrigatoriedade na recomposição é uma possibilidade de anistiar as multas aplicadas aos produtores que desmataram as APPs.

Segundo Tatto, a bacanda do PT vai se reunir na terça-feira para definir o posicionamento que irá tomar durante a votação.

“Vamos discutir esta questão com mais afinco na terça-feira.
O importante é que não há concordância do PT com este relatório.
É um retrocesso para o país, um retrocesso para a agricultura, um retrocesso para o meio ambiente o que foi apresentado."

Iara LemosDo G1, em Brasília

Centro de reabilitação russo oferece ajuda para focas debilitadas

Mamíferos são recolhidos se estiverem debilitados e em perigo.
Animais voltam à natureza depois de se recuperarem.

Uma foca é alimentada em um centro de reabilitação para animais, localizado na colônia russa de Tavrichanka, próxima ao porto de Vladivostok. O centro fornece ajuda de emergência para animais em situações de perigo ou que foram feridos. Depois de recuperados, os animais são liberados de volta à vida selvagem.  (Foto: Yuri Maltsev/Reuters)Uma foca é alimentada em um centro de reabilitação para animais, localizado na colônia russa de Tavrichanka, próxima ao porto de Vladivostok.
 
O centro fornece ajuda de emergência para animais em situações de perigo ou que foram feridos. Depois de recuperados, os animais são liberados de volta à vida selvagem.
 
(Foto: Yuri Maltsev/Reuters)
 
 
Do Globo Natureza, em São Paulo

Tartarugas marinhas libertadas não se readaptam ao mar, mostra estudo

Reabilitação pode trazer mais complicações ao animal.
Cuidados não impediram mortes quase imediatas depois da soltura.

 
Ao estudarem a readaptação de tartarugas marinhas cabeçudas ao seu meio ambiente, uma equipe de cientistas da Universidade de Barcelona descobriu que, mesmo após uma longa recuperação em centros de reabilitação, esses animais podem apresentar mudanças de comportamento e não se readaptarem no mar.

Os pesquisadores espanhóis analisaram o processo de reintegração destes animais no mar e descobriram que as mudanças no comportamento tinham relação direta com quão complicado havia sido o processo de recuperação.

Tartaruga cabeçuda com o transmissor de satélite acoplado em seu casco. (Foto: UB)Tartaruga cabeçuda com o transmissor por satélite acoplado em seu casco.
(Foto: Universidade de Barcelona)
 
 
O estudo, que foi publicado na revista 'Ecossistemas aquáticos de conservação marinha e de água doce", consistia em colocar transmissores por satélite no casco de 12 saudáveis tartarugas cabeçudas selvagem (“Caretta caretta”), e em mais seis que passaram alguns meses em um centro de reabilitação nas Ilhas Baleares.

Ao serem libertadas, três das tartarugas reabilitadas mostraram mudanças de comportamento.

"Uma morreu e as outros duas não nadavam bem e estavam muito desorientadas”, disse Luís Cardona, autor do estudo e pesquisador do Departamento de Biologia Aninal da Universidade de Barcelona.

Embora o número de animais incluídos neste estudo não é muito elevada e que necessitam de mais estudos, os resultados mostram que quando a reabilitação é complicada, existe uma percentagem de animais que não readaptar a liberdade, reitera Cardona.

Diante dos resultados, Cardona põe em xeque a necessidade de recuperar e tratar uma tartaruga.

"A questão subjacente a este projeto é quando vale a pena recuperar e tratar uma tartaruga.

Numa época de recursos limitados e para o bem do próprio animal.

Os cientistas têm de trabalhar com veterinários nos centros de reabilitação para estabelecer protocolos para determinar quando uma tartaruga deve ser tratada e quando não", diz Cardona.


Do Globo Natureza, em São Paulo