quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Afghan Hound


 

 
O Afghan Hound é um cão grande e teimoso, com espírito caçador mas que não deixa de ser engraçado e brincalhão.
Ele precisa de espaço para correr, por isso não é indicado para apartamentos e ambientes pequenos.

Área de origem: Afeganistão
Função original: caçador de lebres e gazelas
Tamanho médio do macho: Alt: 68 cm, 27 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 63 cm, 23 kg
Expectativa de Vida: 12-14 anos
Outros nomes: Tazi, Baluchi Hound

Posição no ranking de inteligência: 79ª posição

Padrão da raça: confira aqui


Origem e  história da raça

Com raízes que datam do tempo dos faraós egípcios, o Afghan Hound é uma raça antiga derivada do grupo dos Sighthounds do Oriente Médio.

Apesar de raízes tão ilustres, a maior parte do desenvolvimento do Afghan Hound é resultado de sua utilização por tribos nômades como um cão corredor capaz de trazer carne de lebre e de gazela para a panela.

Os cães costumavam caçar com a ajuda de falcões, treinados para se lançar nas pedreiras.
Gerações de caçadores no difícil terreno montanhoso do Afeganistão produziram um cão rápido que também possuía uma boa dose de resistência, mas que acima de tudo, tinha agilidade e uma incrível capacidade para saltar.
Sua longa pelagem o protegia do clima frio.

Esses cães ficaram isolados por séculos, escondidos nas montanhas impenetráveis do Afeganistão.
O primeiro Afghan Hound chegou à Inglaterra no começo dos anos de 1900; nessa época esses cachorros eram chamados de Galgos Persas ou Barukhzy Hounds.

Esses cães eram um grupo diversificado, assim foi criado um padrão de perfeição inspirado em Zardin, um cão particularmente impressionante, descrito como o mais elegante cão de raça da época.
Sua popularidade cresceu lentamente, e o cão atraía principalmente por seu aspecto glamoroso.
 Sua popularidade exposições cresceu mais rápido com o Afghan se tornando rapidamente um dos mais competitivos e glamorosos cães das exposições.

Nos anos 70, o Afghan se tornou a raça da moda, mas desde então diminuiu sua popularidade.


Temperamento do Afghan Hound

Apesar de sua glamorosa reputação, o Afghan Hound tem um espírito caçador, criado para perseguir sua caça por terrenos acidentados.
 Enquanto mantém internamente seu porte digno, ele precisa ter a oportunidade de esticar as pernas diariamente em uma área segura.
Seu pior traço é uma relutância em vir quando é chamado.
Lá fora, ele irá caçar pequenos animais.
 Dentro de casa, ele irá conviver pacificamente.
O Afghan Hound é gentil com crianças e é descrito por algumas pessoas como um “tipo felino”.
Ele é independente, mas sensível, e não abertamente afetuoso.
Ele pode ser reservado com estranhos, alguns até tímidos.
Mas ele tem um lado alegre e engraçado.


Cuidados com o Afghan Hound

O Afghan precisa fazer esforços diariamente, seja por meio de uma longa caminhada seguida por uma corrida curta, ou, de preferência, tendo a chance de correr em velocidade máxima em área segura e delimitada.
Embora seu pelo possa deixá-lo confortável para viver ao ar livre em áreas temperadas, ele precisa de uma cama macia e é mais adequado como um cão de casa.
O pelo exige cuidados especiais, especialmente durante a troca de pelos do filhote; a maioria dos pelos adultos precisa ser escovada ou penteados a cada dois ou três dias.


Saúde do Afghan Hound

Principais Preocupações: nenhuma
Menores Preocupações: catarata
Vistos Ocasionalemente: mielopatia necrótica, CHD
Exames sugeridos: olhos
Observações: sensível à anestesia, propenso a lesões da cauda


Cães semelhantes ao Afghan Hound

Bloodhound
Borzoi
Greyhound
Irish Wolfhound
Saluki (ou Gazelle Hound)
Basenji
Ibizan Hound
Cão do Faraó
Rhodesian Ridgeback
Scottish Deerhound


O site Tudo sobre Cachorros foi autorizado a traduzir esse artigo do site Pet Finder.
Tradução por: Alessandra Bourdot.

http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/08/afghan-hound.html#!lightbox[set_1]/9/ 

Buldogue Francês

 

A Inglaterra ajudou com a base da raça, que foi o antigo Buldogue.
Criadores franceses transformaram esses pequenos Bulldogs em um tipo francês distinto, e criadores Americanos foram os primeiros a exigir as tão conhecidas orelhas de morcego.

Hoje, os Buldogues Franceses são excelentes cães de companhia, e um dos cães mais especiais que existe.
Sua carinha engraçada e seu temperamento divertem as pessoas enormemente, então é difícil passear com um Frenchie sem chamar atenção.


Cores da pelagem



A classificação das cores de Buldogues Franceses é objeto de estudo e de muitos debates de vários criadores no Brasil e no mundo.
Infelizmente, o Padrão da Raça não é muito específico ao tratar de cores de pelagens e pode abrir margens às interpretações pessoais dos criadores.

De modo simples, as cores de pelagem de um Bulldog Francês podem ser simplesmente descritas como fulvo, com uma variedade de marcações e tons possíveis.
O fulvo pode variar de tom desde o vermelho vivo e intenso ao café-com-leite e o dourado claro quase creme.

As outras diferenças são devidas a variações de marcações, que variam desde o tigrado (listras negras em grau variável de repetição e grossura, que preenchem o fundo fulvo), até o pied (várias marcações tigradas com fulvo em um fundo branco) e o fulvo com máscara negra (fulvo, em suas tonalidades diferentes, com uma máscara negra clássica em sua face e, às vezes em algumas linhagens, em seu dorso também).

São infinitas variações de tipos de marcação, de padrão, tamanho e localização nesses parâmetros.





Algumas cores como o azul, o cinza, o preto com marrom, o marrom e o fígado, não são reconhecidas pelo Padrão da Raça e são motivos de desclassificação em exposições de estrutura e beleza.
Pequenas pintas escuras em cães pied são chamadas de ticking e não são almejadas.
Não há uma tradução adequada para a palavra “pied” em português.
Os exemplares completamente brancos sem marcações são classificados dentro dos “pieds” para fins de exposições caninas; mas seus cílios e contorno dos olhos devem ser pretos assim como os dos outros Buldogues Franceses.


Temperamento



O temperamento do Buldogue Francês também confere um tom especial à raça, são cães normalmente alegres, calmos, companheiros, brincalhões e muito inteligentes.
Como todas as raças de companhia, eles necessitam, acima de tudo, de contato constante com humanos.
Suas necessidades de exercícios são mínimas e variam de cão para cão.
Sua natureza calma os torna grandes escolhas para aqueles que vivem em apartamento, assim como sua falta de interesse em latir.

Sendo uma raça de cara achatada, é essencial que seus futuros donos entendam que Buldogues Franceses não devem viver fora de casa.
Seu sistema de respiração comprometivo não os permitem regular suas temperaturas eficientemente.
Além do mais, os Bulldogs Franceses são bem pesados e podem ter dificuldade em nadar.
Sempre cuidado quando exercitar seu Buldogue Francês no calor.

O nível de energia de um Buldogue Francês pode variar de hiperativo e energético até a relaxado e calmo.
Mas geralmente é comum que o filhote seja mais ativo até os 12 ou 18 meses, quando ele se torna efetivamente um adulto e começa a acalmar.

O Buldogue Francês é uma raça essencialmente com sangue bull e sangue terrier.
Portanto, não é nenhuma surpresa que os problemas podem surgir quando dois cães dessa raça se juntam, principalmente quando são do mesmo sexo.

Donos que estão considerando adicionar um segundo cão à sua família são geralmente advertidos e aconselhados a escolherem cães de sexo oposto.
A castração pode fazer muito a fim de ajudar a diminuir essas tendências antes mesmo delas começarem.

Com a família

Ele até escolhe um dono preferido, mas é festeiro com todos da casa.
Adora colo, carinho e demonstrações de afeto em geral.
Embora não seja particularmente absorvente, não perde uma oportunidade de se aproximar para ganhar um cafuné.
Recebe as pessoas com alegria e, se não for desestimulado desde cedo, com muitas lambidas de amor.
Também é de seguir os donos pela casa, oferecendo companhia em tempo integral.

Com pessoas estranhas

Salvo Buldogues que crescem enclausurados e afastados do convívio social, o que não é nada indicado, os cães da raça são simpatia pura com todo mundo.
Podem dar três ou quatro latidos para avisar que as visitas chegaram, mas nada que represente hostilidade.

Pelo contrário.
Já recepcionam os visitantes abanando a cauda, que, aliás, de tão curta, ocasiona um típico rebolado geral na região posterior.
Também pede carinho aos convidados e, volta e meia, os chama para brincar, levando seus brinquedos até eles.




Se ele crescer longe do convívio com a garotada, pode se assustar quando for apresentando à típica energia ruidosa dos baixinhos humanos.
Sua tendência, contudo, é manifestar seu receio procurando um recanto escondido e não se mostrando agressivo.

Já exemplares acostumados com crianças tendem a ser tolerantes com elas e receptivos às suas brincadeiras.
Vale lembrar que o Buldogue Francês, por ser pequeno, pode sair machucado se a folia passar dos limites.
Por isso, supervisione a relação caso os pimpolhos sejam muito pequenos ou estejam muito agitados.

Com outros cães e animais

Nem sempre o convívio entre exemplares machos – seja dois Buldogues ou um Buldogue e um cão de outra raça – funciona.
Há vários relatos de conflito.
Por outro lado, há também diversos casos de amizade harmoniosa.
O sucesso ou fracasso dessa relação parece regido pelo espírito de liderança dos cães envolvidos: é importante que haja no máximo um líder na história.

Já entre fêmeas, embora haja exceções, o convívio tende a ser pacífico.
E com outros animais, desde que o Buldogue tenha crescido com eles, o dia-a-dia é promessa de paz e união.
De forma geral, no entanto, os exemplares da raça tendem a aceitar os bichos com os quais convivem e não os desconhecidos.
Por isso, se a idéia é introduzir um novo colega do reino animal no território de um Buldogue adulto, recomenda-se um período de adaptação devidamente supervisionado.


O Buldogue Francês late muito?

Discreto por natureza, o Buldogue Francês late pouco e, quando o faz, é em tom rouco e baixo.
Só se manifesta com latidos quando chegam visitas ou diante de acontecimentos que fujam da rotina. Mesmo assim, histeria não é com ele.
Dá o seu aviso e logo se aquieta novamente.
A vizinhança agradece.

Destrutividade

Na infância, especialmente na fase de troca dos dentes, ele até apronta suas travessuras.
Mesmo assim, nada de excepcional nem que não seja facilmente contornado com a devida orientação da família e com oferecimento de brinquedos apropriados.

Quanto aos adultos, o mais comum é que não desapontem a família.
Os raros casos de exemplares destruidores estão associados a donos significativamente ausentes e a ambientes desestimulantes, sem brinquedos nem qualquer tipo de atração para os cães.


Obediência



Ele não é dos mais obedientes.
Mas, graças à natureza bem-comportada e pouco destruidora, as teimosias da raça não costumam se transformar em problemas de convívio.

No conhecido ranking de obediência canina publicado no livro A Inteligência dos Cães, do psicólogo Stanley Coren, o Buldogue Francês obteve a 58a colocação entre as 79 estabelecidas.
A avaliação do resultado detalha: os exemplares da raça tendem a repetir um mesmo exercício de adestramento por mais de 25 vezes até que demonstrem compreendê-lo.

E geralmente só o assimilam totalmente após expostos a ele de 40 a 80 vezes.
No dia-a-dia, contudo, quando a questão principal é seguir as normas domésticas e respeitar as vontades dos donos, o estilo desobediente exige apenas uma dose extra de paciência dos familiares para repetir duas ou três vezes alguns dos chamados e das ordens que o Buldogue insistir em ignorar.


O Buldogue Francês é muito agitado?

O Buldogue Francês é medianamente ativo.
Gosta de brincar com pessoas, com outros cães e até sozinho.
Também nunca dispensa convites para atividades mais enérgicas.

O focinho achatado, no entanto, que interfere na respiração, impede que tenha grande resistência.
Os donos, por sua vez, devem evitar que ele extravase sua energia.
Há relatos de exemplares que, por terem se agitado demais, acabaram com graves complicações cardiorespiratórias.

O lado sossegado da raça também se manifesta com freqüência.
O Buldogue é daqueles que ficam horas assistindo à TV ao lado da família.

Inteligência


Ele se destaca quando o assunto é associar causa e efeito dos acontecimentos.

É do tipo que sabe quando os donos estão de saída só por vê-los se arrumando e que reconhece a hora do passeio porque alguém pegou a coleira.

Também resolvem alguns probleminhas por conta própria.
Como são calorentos, não é raro que, em dias quentes, virem a vasilha de água para deitar sobre o chão molhado ou mesmo que entrem nela para uma refrescada mais caprichada.
Justamente por isso, os criadores experientes recomendam cautela.
Há casos de exemplares que optaram por mergulhar nas piscinas da casa.
Acabaram afogados por não conseguir sair delas.

O Buldogue é o 58º no ranking de inteligência.


Saúde e Manutenção

O Buldogue Francês também precisa de diversos cuidados especiais.

• Ele precisa estar sempre arejado e fresco, não podendo em hipótese alguma ficar com muito calor. A troca de calor é feita pelos cães através da salivação e do focinho, e como cães com a “cabeça achatada” tem um focinho muito curto, ficam prejudicados neste quesito.

Saiba tudo sobre cães braquicefálicos e aprenda a cuidar bem do seu Buldogue Francês.

• Podem ter problemas de ouvido.

• É bom estar atento às rugas da face, limpando-as com frequência.
A limpeza pode ser feita com soro fisiológico e algodão.
Tome cuidado para não deixar o local úmido.
Seque bem.

• Precisam de pouco exercício.
Se você notar que seu cão está cansado, pare.
Uma caminhada curta de 15 minutos é o suficiente pra suprir suas necessidades.

• A maioria não consegue nadar.
O melhor é não incentivá-lo.
Buldogues não são cães ligados à água, como os retrievers, por exemplo.

• Não crie Buldogues no quintal.
É uma raça que além de ser apegada ao dono, não lida bem com mudanças climáticas.
É uma raça para viver em apartamento, confortavelmente, com temperatura amena e ao lado do seu dono.

• Buldogues Franceses roncam, como todo cão sem focinho.
Esteja preparado para isso.

• Não é preciso tosá-los.

• Para as fêmeas parirem, é preciso fazer cesariana, pois a cabeça dos filhotes é muito larga para sair no parto natural.


Buldogue Francês


Quanto custa um Buldogue Francês?

O preço de um Buldogue é determinado pela qualidade dos seus antecedentes.
Se você está procurando um cão que cumpra religiosamente todos os quesitos do padrão da raça e pretende levá-lo a exposições e concursos, esteja preparado para investir um bom dinheiro.

Se a ninhada for descendente de campeões de concursos, os filhotes serão muito valorizados e consequentemente, bem caros.

O custo de um cão adulto e de boa linhagem, que será usado como padreador (macho que irá cruzar) ou matriz (fêmea que dará a luz a ninhadas) também é muito alto, visto que as pessoas que pretendem comprar visam a criação da raça e consequentemente acabarão lucrando.


Buldogue

Mas, se você quer apenas uma companhia e um amigo inseparável, e não se importa se seu cão é filho de campeão ou não, pode adquirir o seu filhote sem se preocupar se ele é filho de um cão vencedor de exposições.

Note, porém, que mesmo assim é preciso procurar um criador sério e responsável, que se preocupa com seus cães, que faz exames frequentemente para evitar o cruzamento de cães doentes e que nõ abuse dos seus animais para fazer dinheiro.

Nunca compre um cão em uma pet shop.

Cães de pet shop tem a procedência duvidosa.
Normalmente são pessoas sem nenhuma experiência, que compram uma raça cara para depois fazer dinheiro.
Muitas vezes exploram seus cães, chegando até a fazer a fêmea parir toda vez que entra no cio, o que é uma irresponsabilidade e um abuso com as cadelas.

Por fim, comprando um Buldogue Francês como pet, você vai adquirir uma raça dentro do padrão (se comprar de um criador sério), com todas as características físicas e temperamentais, e pagar um preço bem mais barato do que em um filho de campeão.

Confira aqui o padrão da raça de acordo com a Confederação Brasileira de Cinofilia.

Quer comprar?
Saiba como escolher o filhote ideal pra você.

Raças semelhantes:
Boston Terrier
Buldogue Inglês
Pequinês


Referências:
Chantilly Exclusive
Cão do DiaPetbrazil


http://www.tudosobrecachorros.com.br/2010/10/buldogue-frances.html

Lulu da Pomerânia (Spitz Alemão Anão)


 

 

Esses cães precisam de limites para não ficarem agressivos.

Família: Spitz, Norte (companhia)
Grupo do AKC: Toys
Área de origem: Alemanha
Função Original: companhia
Tamanho médio do macho: Alt: 20-27 cm, Peso: 1-3 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 20-27 cm, Peso: 1-3 kg
Outros nomes: Spitz Alemão Anão/Pequeno
Posição no ranking de inteligência: 23ª posição

Padrão da raça: confira aqui


Origem e história da raça


O menor membro da família spitz, o Lulu da Pomerânia (ou Spitz Alemão Anão) possui entre seus antepassados os resistentes puxadores de trenó.

Não se sabe exatamente quando ele começou a ser gerado em tamanho pequeno.

O local também é incerto, embora a Alemanha, mais especificamente a Lulu da Pomerânia, seja o lugar mais provável.

O seu ancestral mais provável é o spitz alemão.

Só quando chegou à Inglaterra a raça foi chamada de Lulu da Pomerânia, mas esses primeiros cães não eram como os “Poms” de hoje.

Eles chegavam a pesar 13 kg e eram geralmente brancos.

Na verdade, o spitz japonês se parece muito com esses primeiros pomeranos e provavelmente descende deles.

Embora o Lulu da Pomerânia tenha sido reconhecido pelo English Kennel Club em 1870, sua popularidade só cresceu depois que a Rainha Vitória trouxe um Lulu da Pomerânia da Itália.

Os pomeranos da Rainha eram cães grandes e cinzas, e já nessa época os criadores preferiam espécimes menores e mais coloridos.

Em 1900, os Poms foram reconhecidos pelo AKC, e os cães apareciam em uma variedade de cores, tanto na Inglaterra como na América.
 
O Lulu da Pomerânia continuou a diminuir de tamanho.

Ao mesmo tempo, a ênfase no pelo levou a sua insuperável aparência de “bolinha fofa”.

Esse cão de trenó em miniatura sempre atrai admiradores e ele é tão popular em exposições quanto como cão de estimação.


Temperamento do Lulu da Pomerânia

Saltitante, corajoso e ativo, ele se dá ao máximo todos os dias.
 É curioso, jovial, autoconfiante (até metido) e atencioso, sempre pronto para caçar e se aventurar.
Alguns latem muito.


Cuidados com o Lulu da Pomerânia

O Lulu da Pomerânia é ativo, mas pequeno, precisa de exercícios, mas se satisfaz como brincadeiras dentro de casa ou passeios curtos.
Apesar de agasalhado por seu pelo, ele é muito ligado à família e pequeno demais para viver fora de casa.
Seu pelo duplo precisa ser escovado duas vezes por semana.
Mais vezes na troca de pelos.


Saúde do Lulu da Pomerânia

Principais Preocupações: luxação da patela
Preocupações Menores: fontanela aberta, hipoglicemia, luxação do ombro, PRA, entrópio
Vistos Ocasionalmente: colapso traqueal, PDA
Exames Sugeridos: joelhos, olhos (cardíacos)
Expectativa de Vida: 12-16 anos


Cães semelhantes ao Lulu da Pomerânia

Spitz Finlandês
Cão Esquimó Americano (Standard)
Chow Chow
Keeshond
Schipperke
Shiba Inu

http://www.tudosobrecachorros.com.br

Lhasa Apso

 


Origem e história da raça

A origem do Lhasa Apso se perdeu há muito tempo.

Ele é uma raça antiga criada e reverenciada nas aldeias e mosteiros do Tibet.

Sua história está entrelaçada com as crenças budistas, incluindo a crença na reencarnação.

Dizia-se que as almas dos lamas entravam nos corpos sagrados dos cachorros após a morte, assim transmitindo um toque de reverência por esses cães.

Os cães também tinham um papel de cães de guarda do mosteiro, emitindo um alerta para os visitantes, dando assim origem ao seu nome nativo de Abso Seng Kye (Cão-Leão Sentinela que Late).

É possível que o nome ocidental da raça derive de seu nome nativo, embora alguns acreditem que seja uma corruptela da palavra tibetana “Rapso”, que quer dizer “cabra” (uma referência ao seu pelo lanoso).

Na verdade, quando a raça chegou à Inglaterra, ele era chamado de Lhasa Terrier, embora não tenha nada de terrier.

Os primeiros Lhasa Apsos foram vistos no mundo ocidental em 1930, junto com alguns dos primeiros que chegavam como presentes do 13º Dalai Lama.

A raça foi aceita no grupo terrier do AKC em 1935, mas foi depois transferida para o grupo de cães não esportivos em 1959.

Após um início lento, o Lhasa logo ultrapassou seus companheiros de raça tibetanos e se tornou um querido cão de estimação e de exposição.


Temperamento do Lhasa Apso

Apesar da sua aparência de cãozinho de colo, o Lhasa tem um temperamento forte.
Ele é independente, teimoso e corajoso.
Embora ele seja louco por brincadeiras e caças, ele já fica feliz em receber exercícios.
Ele também fica feliz cochilando ao lado de seu dono.
Essas características fazem dele um excelente (e pequeno) companheiro de aventuras.
Ele é desconfiado com estranhos.


Cuidados com o Lhasa Apso

O Lhasa é um cão ativo, mas seu tamanho relativamente pequeno possibilita o gasto de energia com passeios curtos e brincadeira no jardim, ou mesmo em casa.
O Lhasa é um ótimo cachorro de apartamento.
Ele não está preparado para viver ao ar livre.
Seu longo pelo precisa ser escovado a cada dois dias.
Atenção: antes de dar banho, desembarace os nós do pelo.
Uma vez molhado, fica muito difícil desatar os nós.


Saúde do Lhasa Apso

Principais Preocupações: nenhuma
Preocupações Menores: luxação da patela, entrópio, distiquíase, PRA, hipoplasia renal cortical
Vistos Ocasionalmente: CHD, urolitíase, vWD
Exames Sugeridos: joelhos, olhos
Expectativa de Vida: 12-14 anos


Cães semelhantes ao Lhasa Apso

Bichon Frisé
Buldogue Francês
Lowchen
Spaniel Tibetano
Terrier Tibetano



http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/09/lhasa-apso.html
 

Bull Terrier

 

 
O Bull Terrier é forte, teimoso e muito fofo.

Muitos acham que ele é o famoso Pit Bull, mas ele é bem diferente, tanto física quanto psicologicamente.

Família: terrier, mastiff (bull)
Grupo do AKC: Terriers
Área de origem: Inglaterra
Função Original: cão de luta
Tamanho médio do macho: Alt: 53-55 cm, Peso: 24-29 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 53-55 cm, Peso: 20-24 kg
Outros nomes: Bull Terrier Inglês
Posição no ranking de inteligência: 66ª posição

Padrão da raça: confira aqui


Origem e história da raça

As lutas com touros e as brigas de cães eram consideradas um grande entretenimento para muitos europeus, que estavam sempre tentando novos cruzamentos para conseguir o cão de briga perfeito.

Por volta de 1835, um cruzamento entre um bulldog e o velho Terrier Inglês produziu um cachorro especialmente habilidoso, conhecido como “bull e terrier”.

Outro cruzamento com o pointer espanhol trouxe o tamanho necessário, e o resultado foi um cão tenaz, forte e ágil que acabou nomeando os pits.

Com o aumento do interesse pela exibição de cachorros na Inglaterra, ninguém deu atenção a esses cães sempre associados com as camadas mais baixas da sociedade.

Com a proibição das lutas de cães, alguns donos de bull terriers se voltaram para essa nova modalidade e começaram a aprimorar a aparência de seus cães.

Por volta de 1860, James Hinks cruzou o bull e terrier com o White English terrier e o Dálmata, produzindo uma linhagem branca que ele chamou de bull terriers.

Essa nova linhagem branca alcançou sucesso imediato e chamou a atenção do público; eles se tornaram a companhia da moda para os jovens cavalheiros que queriam um cão com estilo másculo ao seu lado.

Os cães ganharam reputação por saberem se defender, mas não por provocarem brigas, por isso foram chamados de “o cavaleiro branco”.

Aos poucos, os cães foram se tornando mais ágeis e a cabeça característica do bull terrier evoluiu.

Por volta de 1900, cruzamentos com os Staffordshire Bull Terrier trouxeram a cor de volta à raça.

Ele não foi bem aceito no começo, mas depois ganhou status de uma variedade à parte no AKC em 1936.

A variedade branca continua a ser a mais popular, mas ambas as cores são bem populares em exibições e em cães de estimação.

Seu jeito engraçado trouxe a ele muitos amigos, e eles provaram que também fazem sucesso em filmes e propagandas.


Temperamento do Bull Terrier

Exuberante, cômico, brincalhão, agressivo e muito levado.
Assim é o Bull Terrier.
Ele é uma raça imaginativa que normalmente vê as coisas do seu jeito e é teimoso até o fim.
Ele precisa de exercícios físicos e mentais todos os dias para evitar que ele exercite sua poderosa mandíbula em casa.
Com toda sua pose de difícil, ele tem uma natureza doce, afetuosa e devotada.


Cuidados com o Bull Terrier

O Bull Terrier precisa ser entretido, seja com um bom exercício ou com estímulos mentais.
De preferência, ambos.
Essa é uma raça ativa que gosta de uma boa corrida, mas é melhor deixá-lo correr em uma área segura.
Ele não deve ficar ao ar livre, mas vivendo dentro de casa com acesso ao quintal.
Os cuidados com o pelo são mínimos.


Saúde do Bull Terrier

Principais Preocupações:surdez (brancos), problemas nos rins
Preocupações Menores: problemas cardíacos, luxação da patela
Vistos Ocasionalmente:luxação da lente
Exames Sugeridos: ouvido (brancos), olhos, avaliação das funções renais e cardíacas
Expectativa de vida: 11-14 anos


Cães semelhantes ao Bull Terrier

American Staffordshire Terrier
Terrier Australiano
Bedlington Terrier
Border Terrier
Airedale Terrier
Cairn Terrier
Dandie Dinmont Terrier
Fox Terrier de Pelo Liso
Wire Fox Terrier
Terrier Irlandês


http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/09/bull-terrier.html
 

Boston Terrier

 

 
 
Expectativa de vida: 13 a 15 anos
Ninhada: 4 filhotes em média
Grupo: Grupo 9 – Cães de Companhia
Padrão da Raça: CBCK
Cor: preto e branco, marrom e branco, tigrado e branco e em raros casos, avermelhado e branco.
Pelo: curto
Porte: médio
Altura do macho: 38.1-43 cm
Peso do macho: 4.5-11.3 kg
Altura da fêmea: 38.1-43 cm
Peso da fêmea: 4.5-11.3 kg

Ambiente Ideal:
os Bostons se adaptam muito bem a diversos ambientes.
Eles ficam felizes vivendo em apartamentos, casas pequenas, casas grandes, mansões, na cidade com curtos passeios diários ou no campo, com bastante lugar pra correr e brincar.
Mas, lembre-se, eles são cachorros para ficar dentro de casa, não para passarem o dia do lado de fora e dormir em canil.
Eles não se dão bem em temperaturas extremas, como muito frio ou muito calor.
Além disso, eles são muito apegados aos donos e podem ficar deprimidos se forem mantidos do lado de fora.

Características

Boston Terriers são cães compactos, com cabeças grandes sem rugas, olhos escuros e grandes, orelhas empinadas e focinho escuro.
 
O pelo do Boston Terrier é fino e curto.
 
Essa raça não tem cheiro e tem pouca queda de pelo.
 
O Boston Terrier é um cão muito fácil de lidar e podem se adaptar facilmente a qualquer situação: cidade, campo, apartamento, casa.
 
Eles se dão muito bem com crianças, outros cães, gatos e outros animais.
 
Essa raça AMA agradar os donos e fará qualquer coisa para te deixar feliz.
 
O Boston Terrier é a melhor campainha da casa: assim que alguém bater na porta, eles já vão todos contentes abanando o rabo para saudar quem estiver chegando.
 
Se você quer um cachorro que fique do seu lado o dia todo, um Boston Terrier é o ideal.
 
Se você quer um cão para o agility, o Boston também é pra você.
 
Eles podem e vão fazer qualquer coisa, só não leve-os para nadar.
 
Pelagem

O pelo do Boston Terrier é fino, curto e macio, além de não cair muito.
No Brasil a cor mais comum é o branco com preto, mas também existe o branco com marrom, o tigrado com marrom e até o avermelhado com marrom.
O branco do pelo cobre a sua barriga, indo até o peito e em volta do pescoço, além de ocupar o meio da face.
Eles também tem patas brancas.
Alguns exemplares da raça tem mais partes brancas e outros tem menos.
O padrão da raça é como foi descrito aqui.

 
Origem do Boston Terrier

A origem do Boston Terrier é bastante controversa.
 
Alguns historiadores afirmam que trata-se de uma raça desenvolvida completamente pelos americanos, a partir do acasalamento de cães britânicos.
 
Outros afirmam que foram criados em Boston, Massachusetts, no final de 1800.
 
De qualquer forma, a hipótese mais aceita é a de que o Boston Terrier seja a primeira raça totalmente desenvolvido nos Estados Unidos.
 
Mas isso não elimina outra controvérsia: quais os cães utilizados para a formação da raça?
 
Novamente sobram teorias… alguns acreditam que tenha em sua origem o cruzamento de Buldogue Inglês, o Buldogue Francês, o Pit Bull Terrier, o Bull Terrier, White English Terrier e o Boxer. Outros apostam ser o cruzamento de Bull Terriers e Buldogues.

No Brasil a raça ainda é pouco conhecida, apesar de estar presente no país há muitos anos, mas sem um número significativo de exemplares e criadores.


Temperamento e Personalidade
 
É difícil descrever o temperamento do Boston Terrier.
 
Eles são diferentes de qualquer outra raça.
 
São muito apaixonados, amáveis, carinhosos e estão sempre querendo agradar.
 
É preciso muito esforço para irritar um Boston Terrier, mas quando ficam irritados, não reagem, simplesmente saem do ambiente.
 
São muito fáceis de educar e adestrar, amam aprender e entendem rapidamente o que o treinador está querendo dizer.
 
Eles são muito sensíveis ao seu tom de voz, usar um tom muito agressivo irá deixá-los chateados e dá pra ver na carinha deles se eles estão chateados ou não.

O Boston Terrier é ótimo com crianças, ótimo com idosos e amigáveis com estranhos quando descobrem que o estranho não irá machucar a sua família.
 
Eles são muito brincalhões, muito apegados e muito apaixonados pela família.
 
Embora eles sejam muito dedicados e adorem agradar, ensinar um Boston Terrier a fazer as necessidades no jornal pode ser um problema.
 
Veja as nossas dicas pra ensiná-los com facilidade.


Problemas de saúde

Bom, assim como o Pug, o Buldogue Francês, o Buldogue Inglês, o Shih Tzu, o Pequinês, o Boxer e todas as outras raças braquicefálicas (de cara achatada, sem focinho), o Boston Terrier tem diversos problemas causados por esse fator.
 
Não toleram temperaturas extremas (por causa do seu focinho curto, tem dificuldade de fazer a troca de ar), roncam e além disso, seus olhos ficam muito expostos, já que tem pouco focinho, e isso facilita para que tenham diversos problemas oculares.
 
O problema ocular mais comum é a úlcera de córnea: 1 entre 10 Boston Terriers apresentam úlcera de córnea pelo menos uma vez na vida. Eles também tem bastante tendência a cataratas.

A surdez também tem acometido a raça desde o seu princípio.
 
A surdez pode acontecer em qualquer Boston, mas é mais comum em Bostons que tenham um ou dois olhos azuis.

A luxação de patela é o problema ortopédico mais comum nessa raça, que pode levar a uma ruptura do ligamento cruzado anterior.
 
Ocasionalmente a raça pode sofrer de displasia do quadril, embora essa doença aconteça mais em raças grandes, enquanto a luxação da patela seja mais comuns em raças pequenas.

Alguns Boston Terriers tem ausência de cauda (cauda “pra dentro”), ou tem uma cauda muito enrolada.
 
Isso pode trazer um sério problema.
 
A cauda cresce ao contrário e para baixo, criando uma fenda que pode ser muito dolorosa e pode até infeccionar. Em casos severos, é preciso amputar a cauda.
 
Em casos mais brandos, é importante manter a área limpa para garantir o conforto do cão.


Cuidados estéticos

O pelo do Boston Terrier é fino, liso e curto.
 
Os pelos do Boston Terrier não caem muito e precisam de pouca manutenção.
 
De qualquer forma, o rosto precisa ser limpo com um lencinho umedecido todos os dias (não esqueça de secar bem!) e suas unhas precisam ser cortadas de tempos em tempos.
 
Eles também precisam se banhos ocasionais (confira aqui a frequência ideal de banhos nos cães).
 
É preciso também escová-los (eles adoram, e normalmente não se incomodam se suas patas forem tocadas, diferente de muitas raças).
 
Eles não curtem muito a água, mas também não vão dar muito trabalho pra tomar banho.
 
Os Boston Terriers são muito fáceis de lidar, como já dissemos.
 
Eles costumam aceitar tudo.


Exercício
 
Uma boa notícia aos sedentários de plantão: Bostons não precisam de muito exercício.
 
Eles amam passear, assim como todos os cães, mas vão amar também umas boas brincadeiras, principalmente se estiverem interagindo com seus donos.
 
Atenção: nunca saia com seu Boston Terrier quando estiver muito frio ou muito calor.
 
Eles tem muita dificuldade para respirar e podem inclusive falecer.
 
Cuidado com o superaquecimento: quando estiverem cansados, pare a brincadeira/exercício, forneça água e deixe-o se recuperar.
 
Não abuse e não sobrecarregue seu Boston.
 
O mesmo vale para Buldogues, Pugs e Shih Tzus.


Adestramento

Eles são muito fáceis de treinar. Amam agradar, amam aprender e aprendem muito rápido.
 
Eles demoram um pouco para aprender a fazer as necessidades no jornal, mas aprendem, não se preocupe.
 
Eles são MUITO sensíveis ao tom da sua voz: fale mais grosso e você verá a tristeza em seus olhos (isso não é apaixonante?).
 
Bostons são muito sociáveis e amam atenção, então se tiverem atenção, vão querer te agradar em troca.
 
Os machos principalmente precisam ser sociabilizados com outros cães e animais desde filhotes, pois eles podem ser bem territorialistas.

Quando for adestrar seu Boston Terrier, lembre-se de usar sempre o reforço positivo, em vez de brigar pelo mau comportamento.
 
Cães respondem ao reforço positivo sempre e não entendem quando fazem algo de errado.


Boston Terrier x Buldogue Francês

Okay, já li tudo sobre essas duas raças, mas qual a diferença entre o Boston Terrier e o Buldogue Francês?
Muitas!

Diferenças de personalidade: o Buldogue Francês é claramente mais tranqüilo, menos esportivo, menos agitado.
O Boston é terrier (nunca devemos esquecer disso)!
Enérgico, bom de guarda, ligeiramente impaciente e agitado.
Aprende rápido, mas é meio teimoso, precisa liderança firme.
Latem bastante na guarda e apesar de carinhosos, não são efusivos.

Na saúde, eles também são bem parecidos: problemas de pele são super comuns e como ambos são cães com a cara achatada, há os problemas respiratórios e oculares muito frequentes.
O Boston Terrier tem uma vantagem em relação ao Buldogue Francês: seus pelos caem pouco, ao contrário do Buldogue Francês, que tem muita queda de pelo.

A diferença fica mais por conta da aparência.
No blog do canil Ville Chamonix eles listam as principais diferenças estéticas entre as duas raças. Confira:

- A pontinha das orelhas dos frenchies são arredondadas e dos bostons são pontudas.

- Bostons podem ser de diversas cores, como já dissemos.
A marcação branca deve estar presente desta maneira: uma faixa branca ao redor do focinho, uma faixa branca entre os olhos, antepeito branco.
A marcação branca não é obrigatória em frenchies, mas a pelagem escura deve ser, obrigatoriamente, tigrada.
A pelagem preta em buldogues franceses é uma desqualificação.

- O focinho dos Bostons não tem rugas como o dos frenchies (isso significa menos problema de infecção e menos necessidade de cuidados para limpar entre as rugas).

- A oclusão do Boston pode ser em torquês ou prognata.
A oclusão dos Frenchies é obrigatoriamente prognata.

- A linha superior (dorso) dos Bostons é reta.
Enquanto, dos Frenchies deve ser progressivamente ascendente no lombo, para descender rapidamente na direção da cauda.

- Bostons podem ser divididos por classes de acordo com seu peso: abaixo de 6.8 kg, de 6.8 a 9 kg e 9 a 11,35 kg.
Frenchies devem pesar entre 8 a 14 kg, mas a média é de 12 kg.


- O peito dos bostons é largo, profundo e o ventre é ligeiramente encolhido, dando um aspecto mais atlético que o buldogue francês.
Possui jarretes bem angulados, enquanto frenchies podem ter uma angulação menor nos posteriores.

Em uma exposição cinófila é FACÍLIMO distinguir frenchies e bostons.
Eu diria que bostons são cães mais “delicados”, menores, com musculatura menos avantajada que os frenchies.

Nas ruas, talvez, infelizmente, fique mais difícil.
Frenchies estão sendo muito prostituídos por fabricantes de filhotes.
O comércio também é feito por criadores fundo de quintal que, da mesma forma que as fábricas de filhotes, não investem em estudos de tipicidade da raça quando vão acasalar seus cães.


Preço de um filhote de Boston Terrier

Um exemplar da raça custa de R$2.000,00 a R$3.000,00 reais em um canil sério e renomado.
Não compre seu Boston Terrier em petshops nem na internet.
 
Não faça isso sob nenhuma hipótese, ou você pode acabar levando gato por lebre.
 
Leia nosso artigo sobre cães de petshop e criadores de fundo de quintal antes de comprar seu Boston Terrier.

Canil

Existem vários canis especializados na raça, porém o CBKC não selecionou os 5 melhores do Brasil em sua lista oficial.
 
Como não conhecemos nenhum canil especializado de confiança, achamos melhor não sugerir nenhum.
 
Pesquisa muito antes, principalmente com pessoas que já tem Boston Terriers.

Boston Terriers famoso

O novo cachorro do PC Siqueira é um Boston Terrier.
Ele apresentou a fofura do Demo neste vídeo aqui.


Fonte:
Traduzido por Tudo sobre Cachorros do site Terrific Pets.

Outras referências:
Revista Cães e Cia
Coleção Nossos Amigos, os Cães
Lord Cão
Site Dog Times
 
 
http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/06/boston-terrier.html

Golden Retriever

 

 
Goldens parecem Labradores de pelo longo, mas tem o temperamento mais calmo e se adaptam melhor em apartamentos.
Origem e história da raça

Um dos esforços mais casuais e melhor documentados para produzir uma raça deu origem ao Golden Retriever.

O homem responsável pela raça foi Lord Tweedmouth, que viveu ao norte da fronteira da Escócia na região do Rio Tweed.

Com o aumento do interesse por cães de busca em meados de 1800, era necessário um cachorro que conseguisse avançar em uma vegetação densa, enfrentar águas frias, nadar e fazer o resgate com cuidado.

Lord Tweedmouth cruzou o Nous, um Retriever de pelo ondulado e amarelado (descendente do pequeno Terra-nova e das primeiras raças de Labrador, usado por pescadores) com Belle, uma Tweed Water Spaniel (uma retriever de cor amarelo-escuro com pelo muito crespo).

Eles geraram quatro filhotes, que prometiam ser excelentes cães para buscar aves em regiões altas.

 Foram feitos outros cruzamentos cuidadosos com retrievers pretos, Tweed Spaniels, setters e até um Bloodhound.

No começo consideraram a raça como sendo uma variedade em tom amarelo (dourado) dos retrievers de pelo liso, mas depois a raça foi reconhecida como Golden Retriever em 1912.

Alguns desses cães chegaram à América com os filhos de Lord Tweedmouth em 1900, mas o AKC só os registrou como raças separadas em 1927.

A raça foi valorizada por suas habilidades de caça, produzidas pela cuidadosa mistura de seu material original.

Só bem mais tarde se tornou popular com animal de estimação, cão de exposição e um competidor em obediência.

Após essa transição, o crescimento da raça foi meteórico, e ela continua sendo uma das mais populares da América.


Temperamento do Golden Retriever

Amigo de todos, o Golden Retriever é conhecido por sua natureza devotada e protetora como companheiro da família.

Ele vai fazer suas buscas esportivas também em apartamento, e anseia por um dia no campo.

Ignorar sua natureza ativa e sua poderosa estrutura física pode levar a problemas de comportamento.

Essa raça precisa de exercícios físicos e mentais todos os dias.

Ele tende a ser excessivamente exuberante e agitado, e seu entusiasmo pelas coisas o distrai facilmente durante o treino.

Porém, ele é louco para agradar e adora aprender.

Os feitos de que Golden é capaz em obediência competitiva são impressionantes.

Ele gosta especialmente de brincadeiras que envolvam buscas e adora trazer as coisas na boca.


Cuidados com o Golden Retriever

O Golden Retriever precisa de exercícios todos os dias e de interação humana.

Lições de obediência que o desafie, simulações de caça ou de busca, são ótimas formas de exercitar a mente e o corpo do Golden.

Ele é um cachorro tão social que o melhor é deixá-lo compartilhar a vida familiar.

O pelo não costuma embaraçar, mas precisa ser escovado duas vezes por semana.

Os filhotes de Golden podem ser bem agitados e é preciso gastar a energia deles para que não se tornem destruidores.


Saúde do Golden Retriever

Principais Preocupações: CHD, Displasia do cotovelo, catarata
Preocupações Menores: entrópio, distichiasis, triquíase, catarata, dermatite piotraumática, estenose aórtica subvalvar, OCD, alergias, vWD, cardiomiopatia
Vistos Ocasionalmente: torções gástricas, epilepsia, CPRA, osteossarcoma
Exames sugeridos: quadril, cotovelos, olhos, cardíacos (sangue)
Expectativa de vida: 10-13 anos


Cães semelhantes ao Golden Retriever

Chesapeake Bay Retriever
Retriever de Pelo Encaracolado
Retriever de Pelo Liso
Labrador
Brittany
Pointer
Pointer Alemão de Pelo Curto
Pointer Alemão de Pelo Duro

http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/09/golden-retriever.html
 

Maltês


 

 
A carinha do Maltês é irresistível, tanto o filhote quanto o adulto.
Conheça mais sobre essa raça maravilhosa.

Família: bichon, companhia, terrier, cão da água
Grupo do AKC: Toys
Área de origem: Malta
Função Original: cão de colo
Tamanho médio do macho: Alt: 22-25 cm, Peso: 1-4 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 22-25 cm, Peso: 1-4 kg
Outros nomes: Bichon Maltês
Posição no ranking de inteligência: 59ª posição

Padrão da raça: confira aqui


Origem e história da raça


O Maltês é a mais antiga das raças toys europeias, e está entre as mais antigas de todas as raças do mundo.

A ilha de Malta foi um dos primeiros portos comerciais, visitada por marinheiros fenícios em 1500 a.C.

Os cães malteses foram mencionados em documentos já em 300 a.C. A arte grega inclui cães do tipo Maltês desde o século 5 e há evidências de que até mesmo túmulos foram construídos em homenagem a ele.

Embora os cães fossem exportados e distribuídos pela Europa e pela Ásia, o grupo de Malta permaneceu relativamente isolado dos outros cães resultando num cão único e que se manteve assim por séculos.

Apesar da marca principal do Maltês ser o seu pelo longo, sedoso e branco brilhante, os primeiros Malteses também nasciam em outras cores.

No começo do século 14 eles foram levados à Inglaterra onde se tornaram os queridinhos das damas da sociedade.
Escritores dos séculos seguintes sempre comentavam sobre seu tamanho pequeno.

Esses cães nunca foram banais, e uma pintura de 1830 chamada “O Cão-Leão de Malta, Último da Raça” sugere que a raça pode ter estado em risco de extinção.

Pouco depois, dois malteses foram levados à Inglaterra de Manila.

Embora fossem presentes para a Rainha Vitória, eles passaram por outras mãos, e seus filhotes se tornaram os primeiros malteses exibidos na Inglaterra.

Nessa época, eles eram chamados de Maltês Terrier, apesar da não terem ancestrais terrier nem as características da raça.

Na América, os primeiros malteses foram apresentados como “cães-leão maltês”, por volta de 1877.

O nome cão-leão vem provavelmente do costume de seus criadores, especialmente na Ásia, de tosá-los para parecerem com leões.

O AKC reconheceu o Maltês em 1888.

O Maltês cresceu lentamente em popularidade e hoje é um dos toys mais populares.


Temperamento do Maltês

Há muito tempo é o cachorrinho de colo preferido, e o gentil Maltês se encaixa lindamente nesse papel.
Ele também tem um lado selvagem e ama correr e brincar.
Apesar do seu ar inocente, ele é corajoso e rabugento, e pode desafiar cães maiores.
Ele é um pouco reservado com estranhos.
Alguns latem muito.


Cuidados com o Maltês

É fácil satisfazer as necessidades de exercícios do Maltês.
Ele se satisfaz com brincadeiras dentro de casa, brincando no quintal ou passeando na coleira.
Apesar de seu pelo, o Maltês não é um cachorro para viver fora de casa.
O pelo precisa ser penteado a cada um ou dois dias.
Pode ser difícil manter seus pelos brancos em alguns locais.
Os cães de estimação precisam ser podados para facilitar o cuidado.


Saúde do Maltês

Principais Preocupações: nenhuma
Preocupações Menores: luxação da patela, fontanela aberta, hipoglicemia, hidrocefalia, distiquíase, entrópio
Vistos Ocasionalmente: surdez, Síndrome de Tremor do Cão Branco
Exames Sugeridos: joelhos, olhos
Expectativa de Vida: 12-14 anos


Cães semelhantes ao Maltês

Bichon Frisé
Griffon belga
Bichon Havanês
Pequinês
Poodle (Toy)
Shih Tzu
Yorkshire Terrier

http://www.tudosobrecachorros.com.br/

Labrador

 

 
Os filhotes de Labrador são muito fofos e cativantes.
E quando adultos eles continuam tão simpático quanto antes.
Uma raça popular no mundo todo que conquista cada vez mais corações.

Família: cão de caça, cão de busca
Grupo do AKC: Esportistas
Área de origem: Canadá
Função original: busca na água
Tamanho médio do macho: Alt: 57-62 cm, Peso: 29-36 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 54-60 cm, Peso: 25-31 kg
Outros nomes: Retriever do Labrador
Posição no ranking de inteligência: 7ª posição

Padrão da raça: confira aqui


Origem e história da raça

Os primeiros Labradores eram geralmente cães da água que vieram dos Terra-nova, não dos Labradores.
Essa raça não apenas não deu origem ao Labrador como também não foi chamada de Labrador Retriever no começo.
Os Terra-nova do começo de 1800 tinham diferentes tamanhos, sendo o menor deles, “Lesser”, ou “Cão de Saint John”, a primeira encarnação do Labrador.
Esses cães, pretos, de tamanho médio e pelo curto, não apenas buscavam caças, mas também peixes, puxando pequenos barcos de pesca nas águas geladas e ajudando os pescadores em todas as tarefas em que precisasse nadar.

A raça acabou desaparecendo, em grande parte por causa dos pesados impostos sobre cães.
Porém, um grupo de Labradores foi levado à Inglaterra no começo de 1800, e foi a partir desses cães, cruzados com outros retrievers, que a raça continuou.

Foi também na Inglaterra que a raça ganhou reputação com um extraordinário buscador de caças de montanha.
No começo, os criadores davam preferência aos Labs pretos, e sacrificavam os de cores amarela ou chocolate.
No começo de 1900, as outras cores começaram a ser aceitas, embora não tanto quanto a cor preta.
A raça foi reconhecia pelo English Kennel Club em 1903, e pelo AKC em 1917.
Sua popularidade cresceu sem parar.
Ele se tornou a raça mais popular da América em 1991 e continua sendo até hoje.


Temperamento do Labrador

Poucas raças merecem tanto seu sucesso como o Labrador Retriever.
Devotado, obediente e amável, o Lab se dá bem com crianças, outros cães e animais de estimação.
Ele pode ser um tranquilo cão dentro de casa, um brincalhão no quintal e um intenso cão do campo, tudo no mesmo dia.
Ele tem muita vontade de agradar, adora aprender e se supera em obediência.
É uma raça forte, que gosta de nadar e buscar coisas.
Ele precisa de desafios diários para se manter ocupado.
Um Lab entediado pode se meter em encrencas, como destruir tudo o que estiver na sua frente.


Cuidados com o Labrador

Labradores são cães ativos e sociáveis.
Ele precisa de exercícios diários, de preferência nadando e buscando.
Labradores adoram água!
Donos de um Labrador que tenham piscina devem manter uma área separada só para ele, ou se preparar para dividir a piscina com o cachorro.
Seu pelo é impermeável, não molha facilmente e precisa ser escovado para remover pelos mortos. Labradores são mais felizes vivendo dentro de casa com sua família.


Saúde do Labrador

Principais Preocupações: CHD, torção gástrica, nanismo com displasia retinal, distrofia muscular, displasia do cotovelo
Preocupações Menores: catarata, OCD, CPRA, dermatite piotraumática
Vistos Ocasionalmente: diabetes, entrópio, distiquíase
Exames sugeridos: quadril, cotovelos, olhos
Expectativa de Vida: 10-12 anos


Cães semelhantes ao Labrador

Chesapeake Bay Retriever
Retriever de Pelo Encaracolado
Golden Retriever
Retriever de Pelo Liso


http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/09/labrador.html
 

Dachshund

 

 
Muitos chamam de salsicha ou salsichinha, mas o nome dessa raça é Dachshund.

Família: ScentHound, Terrier, Dachshund
Grupo do AKC:
Hounds
Área de origem: Alemanha
Função Original: controle de texugos

Padrão
Tamanho médio do macho: Alt: 20-22 cm, Peso: 5-14 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 20-22 cm, Peso: 5-14 kg

Miniatura
Tamanho médio do macho: Alt: 12-15 cm, Peso: 0.5-5 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 12-15 cm, Peso: 0.5-5 kg


Outros nomes: Teckel
Posição no ranking de inteligência: 49ª posição


Padrão da raça:
confira aqui


Origem e história da raça

Evidências sobre o Dachshund como uma raça só foram encontradas no século 16, quando foram feitas referências a um cachorro “baixo de pernas tortas”, chamado de cão escavador, Dacksel ou cão texugo.

O nome moderno, Dachshund, quer dizer simples cão texugo (dachs hund) em alemão.

Esses caçadores determinados perseguem sua presa, entram na toca, tiram a presa e a matam.

O Dachshund existe em três variedades de pelo e em dois tamanhos.

Os Dachshunds originais tinham o pelo liso e surgiram do cruzamento do bracke, um pointer miniatura francês, com o Pinscher, um matador de vermes do tipo terrier.

Algumas xilogravuras do século 16 mostram cães de pelo mais longo do tipo Dachshund.

Também é possível que os Dachshund lisos tenham sido cruzados depois com Spaniels e com o Stoberhund alemão (cão de caça) para produzir uma variedade com pelos mais longos.

Dachshunds de pelo duro são mencionados em 1797, mas esses cães não foram propriamente selecionados.

Os mais modernos foram criados no final do século 19 com os cruzamentos entre o Dachshund de pelo liso e o Pincher Alemão de pelo curto e com o Dandie Dinmont Terrier.

Cada uma dessas variedades era mais adequada para caçar em condições de clima e de terreno diferentes, mas todos eram cães fortes, resistentes, capazes de perseguir texugos, raposas e outros mamíferos menores.

Até 1900, muito poucos Dachshunds eram usados para caçar animais muito pequenos, como coelhos.
Apesar de alguns serem naturalmente pequenos, outros foram produzidos intencionalmente com cruzamentos de Toy Terriers ou Pinschers.

Mas a maioria dos tipos resultantes desses cruzamentos não era o típico Dachshund.

Em 1910, foi adotado um critério rigoroso, e cada tipo de pelo foi cruzado com diferentes raças para alcançar os melhores resultados:
Os lisos foram criados com os Pinscher Miniatura, os longos com o Papillon e os de pelo curto com o Schnauzer miniatura.

Depois disso, o Dachshund encontrou seu verdadeiro lugar como animal de estimação, crescendo em popularidade até se tornar um dos cães mais populares da América.


Temperamento do Dachshund

O Dachshund é corajoso, curioso e está sempre em busca de aventuras.
Ele gosta de caçar e de cavar, de seguir uma pista com o faro e de enterrar depois de caçar.
Ele é independente, mas quer participar das atividades da família sempre que pode.
Ele se dá muito bem com as crianças de sua família.
Alguns latem.
A variedade de pelo longo pode ser mais quieta e menos parecida com o terrier.
Os de pelo curto são mais ativos.
Os do tipo miniatura tendem a ser mais tímidos.


Cuidados com o Dachshund

Apesar do Dachshund ser ativo, sua necessidade de exercícios se satisfaz com passeios moderados na coleira e caçadas no jardim.
O Dachshund se adapta à vida nas cidades e em apartamentos, mas ele ainda é um caçador e adora se aventurar na floresta.
O pelo liso requer higiene básica.
O pelo longo precisa ser escovado uma ou duas vezes por semana e tosas ocasionais dos fios soltos. O pelo curto precisa ser escovado uma vez por semana, além de tosas ocasionais dos pelos soltos e retirada de pelos mortos duas vezes por ano.


Saúde do Dachshund

Principais Preocupações: doença do disco intervertebral
Preocupações Menores: KCS
Vistos Ocasionalmente: diabete, epilepsia, luxação da patela, surdez
torção gástrica
Exames sugeridos: olhos
Expectativa de vida: 12-14 anos
Observações: A obesidade é um grande problema para o Dachshund.
Muitos Dachshunds tendem ao sobrepeso, o que pode causar doença do disco intervertebral.


Cães semelhantes ao Dachshund

Beagle
Coonhound
Bloodhound
Foxhound americano
Foxhound Inglês
Harrier
Otterhound
Pequeno Basset Griffon
Rhodesian Ridgeback

http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/09/daschund.html
 

Airedale Terrier


 

 
O Airedale Terrier é muito inteligente e a maioria dos exemplares é dócil e amável.
Dentre os terriers, é o mais versátil e precisa de muito exercício físico e mental.

Família: Terrier
Área de origem: Inglaterra
Função original: caçador de lontras e texugos
Tamanho médio do macho: Alt: 58 cm, 21 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: menor que 58 cm, 21 kg
Outros nomes: Waterside terrier, Bingley terrier
Posição no ranking de inteligência: 29ª posição

Padrão da raça: confira aqui


História da raça

Conhecido como o “rei dos terriers”, o Airedale é o mais alto entre eles.

Como muitos terriers, ele tem o antigo terrier inglês, ou o preto e castanho, como um de seus primeiros progenitores.

Estes cães de porte médio eram muito usados por caçadores de Yorkshire na caça esportiva de uma variedade de animais: desde ratos de água até raposas.

 Por volta de 1800, alguns desses terriers da região do Rio Aire, em South Yorkshire, foram cruzados com Otterhounds para aprimorar suas habilidades de caça perto da água e também seu faro.

O resultado foi um cão perito na caça de lontras.

No começo foi chamado de Bingley ou Waterside terrier, e depois reconhecido como Airedale Terrier em 1878.

Ao entrar no mundo dos cães de exposição, a cadela foi cruzada com terriers irlandeses gerando os Bull terriers.

A ideia era “limpar” a raça de resquícios dos Otterhound, que agora não eram considerados muito bonitos.

Em 1900, o patriarca da raça, Champion Master Briar, foi ganhando notoriedade, e sua descendência levou essa influência para a América.

O tamanho e a coragem do Airedale Terrier continuaram a promover sua fama de caçador, inclusive de animais grandes.

Graças a sua inteligência ele também conquistou seu lugar como cão policial e cão doméstico, duas funções que o agradam até hoje.

Depois da Primeira Guerra Mundial a sua popularidade caiu e hoje em dia ele é maior em reputação do que em quantidade.


Temperamento do Airedale Terrier

O Airedale é o mais versátil dos terriers.
É corajoso, brincalhão e aventureiro.
Um companheiro animado e ainda por cima protetor.
Muito inteligente, mas às vezes teimoso e obstinado.
Alguns são meio dominadores, mas a maioria é dócil, leal e sensível aos desejos da família.
Ele pode viver muito bem dentro de casa desde que ele faça exercícios físicos e mentais todos os dias.
Ele quer ser o chefe, e não gosta quando outro cão desafia sua posição, embora em geral se dê bem com outros cachorros.


Cuidados com o Airedale Terrier

Essa é uma raça muito ativa que precisa de exercícios intensos todos os dias.
Mas essa necessidade pode ser atendida com uma longa caminhada, uma corrida mais intensa ou com alguns momentos para caçar e brincar em área segura.


Saúde do Airedale Terrier

Principais Preocupações: CHD
Menores Preocupações: torção gástrica
Vistos Ocasional emente: doença do cólon
Exames sugeridos: quadris
Expectativa de Vida: 10-13 anos


Cães semelhantes ao Airedale Terrier

American Staffordshire Terrier
Australian Terrier
Bedlington Terrier
Border Terrier
Bull Terrier
Cairn Terrier
Dandie Dinmont Terrier
Smooth Fox Terrier
Wire Fox Terrier
Irish Terrier

http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/08/airedale-terrier.html
 

American Staffordshire Terrier


 

 
Muitos confudem o American Staffordshire Terrier com o Pit Bull, mas são cães diferentes, com temperamentos diferentes.

Família: terrier, mastiff (bull)
Área de origem: Estados Unidos
Função Original: bullbaiting, cão de luta
Tamanho médio do macho: Alt: 45-48 cm, Peso: 25-30 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 43-45 cm, Peso: 25-30 kg
Outros nomes: nenhum
Posição no ranking de inteligência: 34ª posição

Padrão da raça: confira aqui


História da raça

O American Staffordshire Terrier e o Staffordshire Bull Terrier descendem da mesma linhagem.

O protótipo surgiu do cruzamento do antigo tipo de bulldog com alguns tipos antigos de terriers, provavelmente o terrier inglês.

O resultado ganhou o nome apropriado de “bull e terrier”, chamado mais tarde de Staffordshire Bull Terrier.
Os cachorros ganharam fama entre os apreciadores de lutas de cães, um esporte muito popular apesar de ter sido declarado ilegal.

A habilidade desses cães para a luta os levou à América no final dos anos de 1800, onde foram chamados de “pits”.

Lá se tornaram conhecidos como pit bull terrier, American bull terrier ou ainda Yankee Terrier.

Os americanos valorizavam cães um pouco maiores do que os cães ingleses e com o tempo as duas linhagens se separaram.

Em 1936, o AKC reconheceu a raça como Staffordshire Terrier (o nome foi mudado em 1972 para American Staffordshire Terrier).

Calma e gentileza sempre foram essenciais para lidar com um cachorro forte, inclusive durante uma luta.

Por isso, os Am Staff foram criados para serem dóceis e confiantes em relação às pessoas.

Infelizmente, esses cães atraíam muito mais as pessoas por suas habilidades de luta do que por seu lado afetivo.

Muitas vezes, no meio dessa controvérsia, no começo dos anos 80, ele foi alvo de leis específicas para a raça, destinadas a proibir ou controlar certos tipos de cães.

Apesar disso, o Am Staff desfruta hoje de uma fase de muita popularidade entre pessoas que querem um cão amoroso e divertido.


Temperamento do American Staffordshire Terrier

Tipicamente dócil e brincalhão com sua família, o American Staffordshire Terrier é geralmente sociável com estranhos, desde que esteja perto de sua família.
Geralmente, ele se dá muito bem com crianças.
Ele é teimoso, obstinado e corajoso.
Por ter essa personalidade difícil, a atenção afetiva da família é a coisa mais importante pra essa raça.


Cuidados com o American Staffordshire Terrier

O Staff precisa sair ao livre todos os dias, de preferência fazendo longos passeios com coleira ou com atividades intensas no quintal.
Para o temperamento dessa raça o mais adequado é compartilhar o espaço familiar.
Os cuidados com o pelo são mínimos.


Saúde do American Staffordshire Terrier

Saúde do American Staffordshire Terrier
Principais Preocupações: CHD
Preocupações Menores: nenhuma
Vistos Ocasionalemente: PDA
Exames Sugeridos: OFA, (cardíaco)
Expectativa de vida: 12-14 anos
Observação: Sua alta tolerância à dor pode mascarar problemas


Cães semelhantes ao American Staffordshire Terrier

Airedale Terrier
Terrier Australiano
Bedlington Terrier
Border Terrier
Bull Terrier
Cairn Terrier
Dandie Dinmont Terrier
Fox Terrier de Pelo Liso
Wire Fox Terrier
Terrier Irlandês

http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/08/american-staffordshire-terrier.html

Diga NÃO aos cães miniatura!



















Miniaturização – um caso sério

Na busca por um novo companheiro da raça Yorkshire Terrier, há uma verdadeira corrida pelo exemplar menor.

E cada vez mais outras raças são incluídas nessa busca pelo menor exemplar, como o Shih Tzu, o Pug etc.

A maioria das pessoas desconhece como pode ser grande a diferença de convívio determinada por tamanhos diferentes.

O padrão oficial da raça, publicado pela Confederação Brasileira de Cinofilia, filiada à Federação Cinológica Internacional, estabelece que um Yorkie adulto deverá ter o peso maximo de 3,150kg, sem estabelecer peso mínimo.

Para atender à procura, o Yorkie acabou subdividido em denominações não reconhecidas oficialmente pela Cinofilia.

Nos anúncios de venda, os nomes mini, micro, zero ou anão são geralmente atribuídos para exemplares com o peso abaixo de 1,5kg.

Essa classificação decorre da diferença de peso e tamanho facilmente perceptível entre Yorkies, além das variações comportamentais tornarem-se mais óbvias à medida que o porte diminui.

Isso é muito preocupante.

Embora não se determine limite mínimo de peso, é sabido que exemplares com menos de 1.5kg tem maior tendência a desenvolver uma série de problemas, a começar pela extrema fragilidade física.

As fêmeas miniaturizadas nem sequer conseguem ter partos normais, requerendo cesarianas.

Além disso os cães frequentemente apresentam moleira aberta, epilepsia, hidrocefalia e várias caracteristicas de nanismo, como cabeça abobadada e olhos redondos demais.

Na verdade, dificilmente um Yorkie miniaturizado tem aparência bonita e saudável.

Em geral, é desproporcional.

Quem procura por esses exemplares minúsculos é tão responsável pelo problema quanto quem o produz.

Hoje já há informação suficiente para que todos saibam que a miniaturização do Yorkie assim como de qualquer raça é extremamente prejudicial à saúde dos cães.

Não há justificativa para estimulá-la.

O consumidor precisa ser consciente.

Por mais que achem encantador um cãozinho miniaturizado, não deve comprá-lo.

Do contrário está contribuindo para que criadores inescrupulosos os continuem produzindo.

É claro que as vezes, mesmo numa criação séria e planejada nasce um filhote ou outro menor do que o ideal, mas estes devem ser afastados da procriação caso sua caracteristicas fujam do padrão da raça.

No Brasil, a questão da miniaturização é tão grave que criadores sérios não estão conseguindo competir com os termos mini, micro, zero e anão.

Tudo isso acaba gerando resultados nocivos.

Muitos que se dizem “criadores”, a fim de atender a demanda, tentam conseguir exemplares cada vez menores.

O resultado é o nascimento de cãezinhos tão frágeis que exigem tratamento diferenciado. Esses exemplares começam a ter as características da raça diluídas.

Os exemplares saem disformes e podem até ser classificados como verdadeiras aberrações.

E esse tipo de ocorrência é observada na maioria das vezes.


::: Lembre-se:
A criação oficial não gera, não gosta e não usa os termos anão, micro ou mini.



http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/05/diga-nao-aos-caes-miniatura.html