quinta-feira, 17 de maio de 2012

Como agir em casos de agressividade por possessividade?

Por Equipe Cão Cidadão

mordida cao 1024x769 Como agir em casos de agressividade por possessividade?


Imagine um cãozinho que é um amor com seu dono, mas que se torna agressivo quando está com a bolinha preferida na boca...
Ele pode estar manifestando agressividade por possessividade.

Aí vão algumas dicas para o proprietário evitar e controlar esses casos.
A agressividade faz parte do comportamento dos cães.

É transmitida geneticamente e pode sofrer alterações dependendo de tipo de criação (socialização, educação, etc).

A agressividade pode ser apresentada desde filhote, enquanto estão disputando a mamada da mãe; durante a adolescência, quando os machos começam a disputa na hierarquia; nos adultos quando defendem o território ou a comida; além de muitas outras situações ou fases de vida.

A agressividade por possessividade acontece quando o animal demonstra agressividade com objetos valiosos (brinquedos preferidos), pessoas ou outros animais.

Um bom exemplo é quando o proprietário pega o cão no colo e ele fica latindo e rosnando para outras pessoas ou animais.

Outro caso bem comum é quando o cachorro está com a bolinha preferida na boca e fica agressivo se alguém tenta pegar.

O melhor controle é a melhor prevenção.

Acostume seu cão, desde filhote, com diversos brinquedos, ossos, manipulando os objetos na boca do animal.

Por exemplo: quando for pegar osso da boca do cachorro, recompense a atitude correta.

O comando “solta” é de grande utilidade para evitar o problema.

O cão também deve aceitar e ser recompensado pela aproximação de outras pessoas ou animais quando está no colo ou perto do dono.

A hierárquica deve estar muito bem definida para o animal, sabendo que todas as regras e limites são estabelecidos pelos proprietários, caso contrario, ele pode tentar liderar algumas situações como, se mostrar agressivo quando alguém abraçar seu dono.

Valorize outros brinquedos ou tenha dois iguais.

Se o cão ficar agressivo quando está com o bicho de pelúcia o proprietário pode tentar trocar por uma bola (que o cachorro também valorize) ou por um bicho de pelúcia idêntico.

Desde o início nunca reforce um comportamento de agressividade como, achar engraçado o cão rosnar quando alguém tirar a bola de sua boca.

O proprietário deve lembrar que é muito mais fácil corrigir a agressividade no começo.

Caso o cão esteja muito agressivo, nunca tente o confronto direto, pois pode ser perigoso.

Associe bons acontecimentos com o fator que desencadeia a agressão. Se o problema for à aproximação de outra pessoa perto do dono, trabalhe recompensando o animal enquanto ele não estiver agressivo.

Seja qual for o caso de agressividade, este problema pode colocar em risco a segurança dos envolvidos.

Por isso, conte sempre com a ajuda de um adestrador ou especialista em comportamento no local, para avaliar o caso e dar as orientações necessárias.
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Texto: Rodrigo Caldarelli (Adestrador da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

http://noticias.r7.com/blogs/dr-pet/

Cães que têm medo de água: como dessensibilizar?

Por Equipe Cão Cidadão

medo banho 1024x819 Cães que têm medo de água: como dessensibilizar?


Certamente você já ouviu algum comentário do tipo: “Pode deixar o cão entrar na piscina, porque todos sabem nadar...” ou “Cães gostam de água, por isso gostam de tomar banho...”.

Claro que existem pets que não têm medo destas situações, porém muitos têm medo relacionado à agua da chuva, da piscina e, principalmente, do banho.
Por isso, aí vão algumas dicas para que você saiba como lidar com essas situações.

Prevenção
Acostume o cachorro gradativamente, desde filhote, a essas situações.
Por exemplo: molhe o quintal para ele acostumar pisar no chão molhado, para posteriormente sair na chuva.
Deixe o cão se sentir a vontade com água, para depois deixa-lo entrar na piscina.
Simule as situações do banho, massageando-o com mãos, toalhas, escovas.
Acostume-o também com os barulhos, da água do chuveiro, torneira e secador. Faça visitas ao pet shop para acostumar o animal com a futura situação do banho.
Os primeiros banhos podem ser dados em casa.
Sempre que o cão responder positivamente aos novos estímulos, o dono deve recompensar o pet com petiscos, brinquedo ou carinho.
Lembrando que você deve observar e respeitar e o limite do cão, caso contrario ele pode ficar com medo.

Medo instalado
Quando o trauma já encontra-se presente no animal o proprietário, é preciso dessensibilizar a situação, observando exatamente o momento que desencadeia o medo.
Por exemplo: o cão fica com medo quando a água é jogada de uma só vez, o dono deve acostumar o pet a ser molhando aos poucos, sempre recompensando-o pelo comportamento correto.
Dessensibilização significa fazer associações positivas para algo que é desagradável ao animal, sempre respeitando seu limite.

Algumas dicas aos proprietários:
• o cachorro deve se sentir confortável no local em que vai tomar o banho. Chame-o para entrar no banheiro ou box e ofereça recompensas (petiscos, brinquedos, carinho etc.);
• manipule a torneira, mangueira, balde com água perto do cão;
• molhe o chão e verifique se o pet está à vontade; Use um borrifador espirando água no cão. Encharque um pano com água e molhe o cachorro aos poucos;
• nos dias quentes, os peludos se sentiram mais a vontade em serem molhados;
• comece a molhar o cão pelas patas;
• encha a piscina de plástico com água rasa e aumente gradativamente;
• massageie o cão simulando o uso do xampu.
E lembre-se: o cão não deve ser forçado a fazer o que não quer. Caso esteja com medo, você pode estar indo rápido demais. Então, regrida uma etapa do treino. Tenha paciência e suba degrau por degrau, conquistando vitorias pequenas, pois assim os resultados serão duradouros e seu pet passará a adorar a água.

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Texto: Rodrigo Caldarelli (Adestrador da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
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Elementais

 
Também conhecidos por Espíritos da Natureza, os Elementais podem ser compreendidos, sob uma definição laica, como seres (criaturas físicas ou espirituais) que habitam os quatro reinos da natureza (água, fogo, terra e ar) e podem exercer influência sobre os seres vivos.

O fundamento que conceitua e aborda a existência de seres da natureza teria origem no Bramanismo, antiga filosofia religiosa da Índia, antecessora do hinduísmo.
 
Do mesmo modo, desde as primeiras civilizações surgidas, há referências sobre seres oriundos e habitantes da própria natureza.
 
Na Grécia, Roma, Egito, China e Índia, acreditava-se na existência de seres que habitavam as águas, o ar, o fogo e a terra.
 
Os gregos antigos referiam-se a estes seres como daemon (demônios).
 
Entre os romanos, eram chamados de Genius Loci (Gênio Local) e eram alvos de adoração pela qual erigiam-se templos.
 
Mesmo no folclore brasileiro, alguns personagens (como a Caipora e Mãe-d’água) possuem características comuns aos elementais.

A palavra elemental pode significar mente de Deus.
 
Sendo assim, a origem destes seres poderia também estar diretamente associada a Deus.
 
Neste caso, seriam "emanações" diretas da entidade criadora, que foram lançadas na Terra e encontram-se em processo constante de aprimoramento espiritual e moral.
 
Ainda, antigas tradições afirmavam que todos os elementos da natureza possuem um "princípio inteligente".
 
Deste modo, os elementais seriam diferentes.

Há alguns pontos curiosos sobre as lendas que circundam os elementais.
 
Um ponto interessante é que mesmo pertencendo a reinos distintos, de modo que um não tenha possibilidade de penetrar nos outros reinos, os elementais poderiam travar verdadeiras batalhas entre si em "campo neutro"; ou seja, o mundo físico em que vive o ser humano.
 
Os antigos acreditavam que, por exemplo, quando um raio atingia uma montanha, era um sinal de que elementais do ar atacavam elementais da terra.
 
Ainda, uma mulher que gere uma criança sem que tenha ocorrido a copulação, terá este fato atribuído à ação dos elementais.

Através de um ponto de vista moderno, a crença na existência dos elementais pode não encontrar espaço e relevância.
 
Embora, em diversas citações de notáveis da história da humanidade, há várias referências, como os filósofos Sócrates e Platão, o escultor renascentista Benvenuto Cellini, Santo Antônio, Napoleão Bonaparte e Sheakespeare. 


O Alquimista e os Gnomos


Paracelso, em toda sua extensa obra, fez várias citações diretas a respeito dos elementais.
 
O alquimista teria tomado conhecimento e interessado-se pelo tema em suas viagens ao oriente.
 
Segundo ele, os quatro elementos originais do universo eram constituídos de dois princípios distintos: um metafísico (sutil e vaporoso) e outro físico (substância corporal).
 
Os elementais seriam seres compostos do primeiro princípio, uma substância conhecida por éter.
 
De outro modo, os corpos dos elementais são constituídos de uma matéria trans-substancial; que, em momento algum, se assemelha ao corpo físico dos homens.

Ainda, segundo Paracelso, "os Elementais não são espíritos porque têm carne, sangue e ossos; vivem e se reproduzem; eles falam, agem, dormem, acordam e, conseqüentemente não podem ser chamados, propriamente, espíritos.
 
Estes seres ocupam um lugar entre Homens e Espíritos, são semelhantes a ambos; lembram homens e mulheres em sua organização e forma, e lembram espíritos na rapidez de sua locomoção"; ainda "Os Elementais possuem habitações, roupagens, costumes, linguagem e governo próprios, no mesmo sentido que as abelhas têm suas rainhas e os bandos e/ou comunidades animais têm seus líderes" (Philosophia Occulta – Tradução de Franz Hartman).


O alquimista medieval ainda afirma que os elementais não são imortais.
 
Sua longevidade estaria entre 300 e 1000 anos.
 
Ao morrerem, se desintegram e retornam a substância da qual se originou.
 
Os elementais pertencentes ao plano terrestre têm uma probabilidade menor de vida; enquanto os elementais do ar tendem a viver por um período maior.
 
Os seres humanos, por não disporem de total desenvolvimento de suas capacidades psíquicas e espirituais, não seriam capazes de ver ou se relacionar diretamente com os elementais.


Os Reinos dos Elementais


Segundo Paracelso, os elementais dividem-se em quatro "categorias" distintas, sendo que cada uma está associada a um reino da natureza.
 
Em outras interpretações, os elementais também estão associados a um ponto cardeal e a um dos quatro principais signos do zodíaco; sendo os gnomos ao norte e ao signo de Touro, ondinas ao oeste e ao signo de Escorpião, salamandras ao sul e ao signo de Leão e silfos ao leste e ao signo de Aquário.
 
Na citação direta de Paracelso: "habitam os quatros elementos: Ninfas, na água; Silfos, no ar; Pygmies, da terra e Salamandras, no fogo.
 
São também chamados Ondinas, Silvestres, Gnomos e Vulcanos. Cada espécie somente pode habitar e locomover-se no Elemento ao qual pertence e nenhum pode subsistir fora do Elemento apropriado.
 
O Elemento está, para o Elemental, como a atmosfera está para o Homem; como a água para os peixes e nenhum deles sobrevive em elemento pertencente à outra classe.
 
Para o Ser Elemental o Elemento no qual ele vive é transparente, invisível e respirável, como a atmosfera para nós mesmos" (Philosophia Occulta – Tradução de Franz Hartman).


Gnomos


Os gnomos são os elementais correspondentes ao reino da terra e subdividem-se em duas classes: os Pygmies e uma segunda classe denominada Espíritos das Árvores e das Florestas que abrange os silvestres, os sátiros, os pans, as dríades, hamadríades, durdalis, elfos e os duendes.

Os Pygmies atuam com pedras preciosas e metais que inclui o corte dos cristais de rocha e o desenvolvimento dos veios minerais.
São guardiões de tesouros ocultos e habitam cavernas e subterrâneos que as antigas tradições escandinavas denominavam Land of the Nibelungen (Terra dos Nibelungos).
 
Os Espíritos das Árvores e das Florestas estão associados a elementos da natureza terrena de um modo geral, como as Hamadríades que nascem e morrem com as plantas ou árvores das quais fazem parte.

De um modo mais abrangente, os elementais pertencentes ao reino da terra e à vida vegetal, atuam na própria criação e proteção dos indivíduos, rejeitando nutrientes, preservando as sementes, entre outras atividades.

Há uma organização social formada por famílias de gnomos e uma hierarquia encabeçada por um rei.
 
Sobre seu comportamento, alguns autores afirmam que são seres hábeis, inteligentes e amigáveis ao ser humano.
 
Outras fontes asseguram que podem ser extremamente maldosos.
Entretanto, em qualquer situação, após conquistar sua confiança, o gnomo torna-se solícito e cooperativo.
 
Seriam, ainda, excelentes companheiros para auxiliar no sucesso de tarefas mágicas, desde que estas fossem realizadas com propósitos benéficos.
 
Caso contrário, ao perceber más intenções e sentir-se traído, o elemental volta-se contra o mago.


Ondinas



As ondinas são os elementais pertencentes ao reino da água.
Por uma associação natural do simbolismo da água ao pólo feminino da criação, os seres deste reino são comumente representados como mulheres.
Há diversas classes de ondinas, como oreades, nereidas, náiades e as mais populares sereias.
Estando cada classe relacionada a uma situação determinada, como rios, lagos, cachoeiras e oceanos.

As ondinas são capazes de interagir livremente com criaturas aquáticas.
Em seu aspecto "físico", uma ondina possui o dorso de uma mulher e os membros inferiores substituídos por uma cauda de peixe.
 
Embora, eventualmente, possam trans- figurar-se provisoriamente em humano e conviver normalmente entre os homens.
 
Relatos sobre ondinas (geralmente classificadas como sereias) que emitem um canto hipnótico e atraem marinheiros às profundezas das águas são comuns em diversas culturas.
Em seu comportamento, são consideradas seres emotivos e amigáveis com o homem, a ponto de servir aos humanos.


Salamandras




As salamandras estão relacionadas ao fogo.
De acordo com as crenças dos místicos medievais, não há fogo ou calor sem que as salamandras atuem.
Entre os elementais, são consideradas as mais poderosas e menos amistosas ao homem.
Do mesmo modo que os outros elementais, as salamandras estão subdivididas em classes.
A mais conhecida destas classes e denominada Acthnici.

Sobre estes seres, Paracelso diz que "salamandras têm sido vistas de diversas formas desde bolas de fogo até línguas de fogo, correndo sobre os campos ou espreitando nas casas".
 
Outras crenças atribuíam aparições de salamandras em uma forma esférica flutuando pela noite acima das águas; também como forquilhas de chamas sobre os rebanhos de ovelhas (esta segunda situação é conhecida como o Fogo de Santelmo).

Seu aspecto assemelha-se à lagartos.
Ainda, para que um humano possa conectar-se com estes seres, eram fabricados incensos que, através da fumaça produzida, estes elementais poderiam se manifestar.


Silfos 
Os silfos pertencem ao quarto reino da natureza, o ar.
 
Porém, o ar (como elemento) referido não é a atmosfera propriamente dita, e sim uma substância muito mais sutil e intangível ao homem.
 
Entre os silfos, enquadram-se as conhecidíssimas Fadas.

Era comum a crença de que estes seres habitavam o cume das mais altas montanhas da Terra ou as nuvens.
 
Segundo as antigas crenças, os silfos têm por função modelar os cristais de gelo para que transformem-se em flocos de neve.
 
Sua longevidade atingia em torno de 1000 anos e teriam a capacidade de transmutar temporariamente sua aparência de modo a se assemelharem aos humanos.
Seu comportamento é alegre, volúvel e excêntrico.


Elementais & Culturas


Sob o ponto de vista dos primeiros anos do cristianismo, todas as classes de elementais foram reunidas e consideradas como daemon (demônios).
 
Por conseqüência, a estes seres foi atribuída uma imagem negativa que, em alguns casos, permanece atualmente.
 
Elementais também foram confundidos com Súcubos e Incubos.

Há um registro interessante, atribuído a São Jerônimo, de um sátiro (elemental pertencente ao reino da terra) que havia sido capturado durante o reinado do imperador romano Constantino.
 
Esta criatura seria fisicamente semelhante a um humano; entretanto, possuía chifres e pés de caprinos.
 
O sátiro, após a morte, teria tido seu corpo preservado em sal e sido entregue ao imperador.

As tradições pagãs européias promoviam rituais para conectar-se com os elementais de modo que estes pudessem intervir na prosperidade das colheitas.
 
Sob a análise da angelologia, os elementais seriam formas inferiores de anjos.
 
Do mesmo modo que os anjos atuam conduzindo a energia criadora sobre os homens, os elementais seriam responsáveis pela condução desta energia e direcioná-la aos reinos minerais, vegetais, etc.

No início do século XX, precisamente em 1917, duas crianças inglesas, Frances Griffiths e Elsie Wright, apresentaram fotografias nas quais, supostamente, brincavam com fadas em um bosque na região em que moravam.
 
A farsa foi dissolvida apenas no início da década de 80, quando as mesmas garotas, já idosas, confessaram: as fadas haviam sido feitas de papel e presas por alfinetes.

Atualmente, os elementais estão fortemente associados a doutrinas esotéricas bastante diversificadas entre si, e a imagem de gnomos e fadas tornou-se quase um arquétipo no ocidente.
 
É possível, aos mais céticos, negar a existência destas criaturas; entretanto, não é possível ignorar a significância e profundidade da influência que os elementais exercem em diversos aspectos culturais das sociedades ao longo dos tempos.
 
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Dragões


Os dragões são animais fabulosos, geralmente representados como uma enorme serpente alada que expele fogo pelas ventas (narinas).
 
Seu tipo biológico situa-se entre o réptil e o sáurio (dinossauros): cabeça ornada com uma grande crista, poderosos cifres, presas enormes, couro grosso e nodoso cobrindo todo o corpo até a cauda, não raro provida de esporas, possivelmente de tecido ósseo ou cartilaginoso.
 
Dotado de poderes extraordinários, o hálito dos Dragões é considerado venenoso e seu sangue, quando derramado em batalha ou na hora da morte, é igualmente fatal para aquele que for atingido por respingos dos líquido.

Répteis por natureza, os dragões encontram conforto em lugares frios, escuros e úmidos; por isso, cavernas são as moradas ideais para dragões, além da penumbra e do frescor, são locais de fácil defesa e apropriados para guardar tesouros e reservas de alimento.
 
As colinas próximas a grupamentos humanos ou rebanhos de mamíferos foram os lugares preferidos na hora de escolher a toca.
 
Há dragões que habitam em águas: mares, lagos, rios mas, preferencialmente, pântanos, como os dragões Knuckers", ingleses. (www.kairell.donagh.nom.br - 2005)

No Ocidente, os primeiros relatos sobre dragões aparecem em escrituras Judaicas (da Bíblia) e gregas.
 
Na Europa, as lendas sobre os monstros antropófagos e cuspidores de fogo ou "de respiração pestilenta", ganharam espaço na imaginação popular.
 
As histórias falam de cidades e vilarejos ameaçados e raptos de donzelas cruelmente assassinadas, degoladas ou empaladas, salvo quando algum virtuoso cavaleiro intervém na situação devidamente guarnecido de uma espada mágica.
 
O mais famoso herói a resgatar uma cidade e sua donzela é aprisionada São Jorge, cuja vitória é interpretada como uma vitória do Cristianismo sobre as forças do Mal.

No Leste Europeu, os Dragões estão ligados a tradições de Sociedades Secretas Ocultistas, que supostamente adoravam divindades descendentes dos antigos Nagas indianos cuja representação, a figura de um Dragão, significa a Sabedoria, seja usada para o bem ou para o mal.
 
O famoso Vlad Tepes, ou onde Drácula, foi um membro da Sociedade Secreta dos Dragões em sua região e seu apelido "Drácula", significa, precisamente, Dragão.
 
Nesta tradição há uma clara associação entre Dragões e Sabedoria, uma relação histórica com raízes plantadas na mais remota antiguidade.

Os Dragões aparecem nas tradições mitológicas de quase todos os povos do mundo.
No Oriente, os Dragões não são necessariamente perversos.
 
Na China, são figuras de grande destaque.
 
Festas folclóricas são dedicadas a eles.
 
Os dragões simbolizam o próprio povo chinês que se auto-proclamam "Long De Chuan Ren" (Filhos do Dragão).
 
Para os chineses, o dragão é uma criatura mítica e divina relacionada à abundância, prosperidade e boa fortuna.
 
Templos e pagodes são construídos em honra aos Dragões e para eles são queimados incensos e dirigidas orações.

Eles são os governantes dos rios, da chuva, lagos e mares. Habitam nas águas, voam nos céus e percorrem as entranhas da Terra e dos Oceanos; aos seus movimentos subterrâneos são atribuídos fenômenos tectônicos como tremores de terra, terremotos e maremotos.
Os dragões chineses são classificados em nove categorias: o


1. Dragão com Chifres (Lung),
2. Dragão Celestial, que mantém e protege as moradas dos Deuses;
3. Dragão Espiritual, gerador de chuva;
4. Dragão dos Tesouros Escondidos, Guardião das Riquezas;
5. Dragão Serpente, habitante das águas;
6. Dragão Amarelo, também aquático,que teria presenteado o legendário imperador Fu Shi com os elementos da escrita.
Os quatro últimos são os: Dragões-Rei, regentes dos quatro mares dos quatro pontos cardeais.


"Junto com o Unicórnio, a Fênix e a Tartaruga, era considerado um dos quatro primeiros animais que ajudaram na criação do mundo.
O dragão não tinha rivais em sabedoria e em poder para conceder bênção.
O imperador da China era suposto ser descendente de um dragão e ter dragões à seu serviço.
Estudantes chineses cuidadosamente categorizaram dragões por diversos critérios como na classificação por Tarefas Cósmicas:


Dragões Celestiais:
Estes dragões protegiam os céus, suportavam os lares das divindades e os defendiam da decadência.
Somente estes dragões tinham cinco garras e somente a insígnia Imperial era permitida a descrevê-los.

Dragões Espirituais:
Estes controlavam o clima do qual a vida era dependente.
Eles tinham que ser apaziguados pois se fossem tomados por raiva ou simples negligência, desastres iriam se seguir.

Dragões Terrestres:
Estes lordes dos rios controlavam seus fluxos.
Cada rio tinha seu próprio dragão que governava de um palácio bem abaixo das águas.

Dragões Subterrâneos:
Estes dragões eram guardiães dos preciosos metais e jóias enterrados na terra.
Cada um possuía uma grande pérola que podia multiplicar qualquer coisa que tocasse.
 
 
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Cão que velava o corpo da mãe é resgatado e adotado



Leia a história na ANDA

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

ENDA - Últimas vagas para o Encontro Nacional de Direitos Animais

 


ENDA 2012
 

Casal de idosos adota javali no sudoeste da França...

Clique no título:



Enquanto isto, na França....


Um casal de aposentados franceses adotou há 14 meses um animal diferente como bicho de estimação.
Yvan Blaise, de 83 anos, e sua mulher fizeram um cercado no quintal de casa para o javali selvagem que eles apelidaram de Bamby. (Foto: Remy Gabalda/AFP)


O animal já está com 86 quilos e demonstra afeição para com os donos, que vivem em Saint-Paul-d'Espis, no sudoeste da França. (Foto: Remy Gabalda/AFP)

Fonte: G1
 
http://www.ogritodobicho.com/2012/05/casal-de-idosos-adota-javali-no.html
 
 

Relatório sobre a Audiência Pública referente a reformulação do Código Penal - RJ

Relato da Audiência Pública acontecida em 14/05/12 na Escola de Magistratura do Estado do Rio.


1 - acredito que houve um excesso de convidados para falarem sobre os temas selecionados para esta audiência.
Foram 2hs e 20m. só para eles.
Quando a palavra foi cedida para aqueles que se inscreveram pelo site do Senado, o bicho pegou porque, exceto umas cinco colocações diferentes, o restante das quase 90 inscrições, foram dedicadas a movimentos anti-aborto!!!!! encheu a paciência!!!!

2 - consegui falar depois das 18hs. e daí vocês imaginam para quem chegou meia hora antes do início da audiência, o quanto estava estressada pelo medo de interromperem os trabalhos.... affeee!!!!

3 - falei e depois a Isabel da SUIPA falou, dando uma força às 2 meninas do Crueldade que estiveram lá. Infelizmente, minha gravação não ficou boa. Fico devendo.

4 - de todos os juristas da comissão que estavam lá, nenhum confirmou que houve intenção de descriminação dos crimes contra animais e que o tema já chegou a Comissão.
O ante-projeto, relativo ao meio ambiente, poderá ser feito na próxima semana.

5 - temos uma grande aliada na causa que é a esposa do Ministro Gilson Dipp... kakaka... achei genial!!!!! mas, pelo amor de Deus! isto foi uma confissão exclusiva de bastidores e processarei se alguém a usar indevidamente.

6 - estiveram presentes: Isabel Cristina da SUIPA, as protetoras Leda Leal, Edna e Marcia Magalhães, Fabiano Jacob do "Atitude Animal" e nossa leitora querida Mari Poppe.
Se mais alguém foi e não aguentou ficar ouvindo o enjoativo trelelê do pessoal contra aborto, é até compreensível.
Aliás, aproveitei a dica e falei para o pessoal que trabalha nos bastidores da Comissão que se eles acham a proteção animal fanática, os anti-abortistas são beeeeemmmmm pior.....
Não tiveram como discordar, né? kakakaka... engoliram a seco.... kakakaka... adorei poder falar isto!!!!!

7 - algumas fotos:

Mesa de abertura com alguns membros da comissão e outras autoridades

Este é o Dr. Gilson Dipp, presidente da Comissão

Isabel Cristina com duas meninas do Crueldade que não anotei o nome, Fabiano Jacob e euzinha

Euzinha com o Dr. Gilson Dipp que nos recebeu com muito carinho e atenção

Minha fala:



SUGESTÃO IMPORTANTE:
A galera de POA não deveria perder a oportunidade de se fazer presente.
A mulher do Prefeito, tão engajada na causa, poderia trazer muita atenção indo lá.
Ontem eu entendi a importância do conselho que a Procuradora Dr. Luiza Nagib Eluf nos deu. Ao vivo, os integrantes da Comissão percebem, nossa disposição de lutar por justiça.
Gente, é a ultima audiência e a proteção local deveria estar em peso lá, no dia 18.
As audiências são gravadas e tudo será transcrito para os anais deste momento histórico que é a reformulação do Código Penal.

Saiba mais:

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Nota Fiscal Paulista estende seus benefícios às entidades de proteção animal


Faço questão de publicar esta Lei de SP porque acho muito boa.
Vem de encontro às necessidades deseperadoras das pessoas que lutam pelos animais, sejam ONG´s ou protetoras independentes.
Parabéns ao Deputado Feliciano.
Só espero que a galera reivindique o direito na hora da divisão, né?
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Lei 14728 de 28 de Março de 2012
(projeto de lei 237 de autoria do deputado Feliciano Filho)
ESTENDE OS BENEFÍCIOS DA NOTA FISCAL PAULISTA ÀS ENTIDADES DE PROTEÇÃO ANIMAL
 
Dispõe sobre a inclusão das entidades paulistas de defesa e proteção animal, sem finalidades lucrativas, nos benefícios do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo, instituído pela Lei nº 12.685, de 28 de agosto de 2007.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo esta lei:
Artigo 1º - O inciso IV, do artigo 4º da Lei nº 12.685, de 28 de agosto de 2007 e suas alterações, fica acrescido da seguinte alínea d com a seguinte redação:
“Artigo 4º - A Secretaria da Fazenda poderá, atendidas as demais condições previstas nesta lei:
IV – permitir que sejam indicadas como favorecidas pelo crédito previsto no artigo 2º, no caso de Documento Fiscal Eletrônico não indicar o nome do consumidor:
a)...
b)...
c)...
d) entidades paulistas da área de defesa e proteção animal, sem fins lucrativos, conforme disciplina a ser estabelecida pela Secretaria da Fazenda.” (NR)
Artigo 2º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir da data a ser estabelecida na sua regulamentação.

JUSTIFICATIVA
 
Os animais além de tratar-se de questão humanitária, é questão de saúde pública e meio ambiente.
 
Esta lei tem a finalidade permitir às entidades paulistas de defesa e proteção animal, sem fins lucrativos, a receberem os benefícios do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo, através de doações de créditos da Nota Fiscal Paulista.
 
A Lei Estadual nº 12.685, de 28 de agosto de 2007, que dispõe sobre a criação do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo, sofreu modificações através Leis nº 13.441, de 10 de março de 2009 e nº 13.758, de 19 de outubro de 2009, estendendo o benefício de doação de créditos às entidades paulistas sem fins lucrativos de assistência social, direito privado da área da saúde e culturais ou desportivas.
Considerando a legislação citada, este projeto, por sua conformidade, não apresenta vícios de natureza constitucional, legal e jurídica, e nem representa obstáculo de ordem financeira.
 
Diante do exposto, solicitamos aos nossos pares a aprovação da presente propositura.

Palácio dos Bandeirantes, 28/03/2012.
Geraldo Alckmin
Andrea Sandro Calabi
Secretário da Fazenda
Sidney Estanislau Beraldo
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 28-03-2012
 
 

Nova manifestação contra vivissecção no RJ dia 20 de maio



fonte: http://www.facebook.com/Cadeia2010

http://www.ogritodobicho.com/2012/05/nova-manifestacao-contra-vivisseccao-no.html