quarta-feira, 9 de maio de 2012

A Eutanásia Animal











Assunto eutanásia animal - originalmente do grego eu-thanasia:"morte feliz", ganha cada vez mais espaço nos meios acadêmicos veterinários de países desenvolvidos.

Conforme estudos elaborados nos estados unidos, eutanásia representa 3% da clínica veterinária.

No Brasil, o tema é discutido com pouca ênfase nas universidades e nos diversos setores da classe médica veterinária.

As questões humanas que envolvem o assunto são complexas e estão além do ponto de vista ético-profissional, principalmente por ser esta profissão a única com o direito de execução de um paciente, acatando, na maioria dos casos, ordens de pessoas hierarquicamente superiores.
No que diz respeito aos aspectos relacionados a manutenção da saúde, a medicina veterinária está sujeita a 2 paradigmas: os cuidados com animais de produção e os de estimação.

No primeiro a ética veterinária prevalece, e o animal não é individualizado. Como a morte do animal neste caso é inevitável, não representa a eutanásia propriamente dita, mas sim o abate.
No segundo caso, a criação do bicho está inserida na relação homem-animal de estimação, onde a morte não é superada. aí, a manutenção da vida, dentro da estrutura da medicina veterinária, é o objetivo básico para manter os lados afetivos-emotivos entre "dono" e "paciente" (animal).
A eutanásia ganha então outra visão.

A partir do momento em que a morte começa a rondar e torna-se uma realidade inexorável, é que se exteriorizam todas as dimensões da profundidade desta relação.

Qual deve ser então o posicionamento do veterinário, no momento que as condições psicológicas do dono são fragilizadas? como e o que fazer diante de um caso "terminal"?
Quais os critérios de uma decisão que poderá levar à eutanásia e os procedimentos a serem tomados?

Todas essas perguntas - e outras que naturalmente surgem - não estão em nenhum manual de primeiros socorros e um pouco distantes do código de ética profissional.

A formação humana é que posicionará o veterinário, conforme sua sensibilidade.
A Dra. Hannelore Fuchs, psicóloga, médica veterinária e uma das poucas pessoas que tem se aprofundado no estudo da relação homem-animal, faz algumas considerações sobre o assunto, mas de início já avisa:" a decisão final sempre deve ser do dono".
Contudo, a pessoa poderá estar de tal forma afetada, mesmo após ser ouvida e introgetada a avaliação do médico veterinário quanto às condições de saúde animal - e a possibilidade de salvá-lo -, ainda que sejam necessárias sacrifícios pessoais, envolvendo todo um processo de enfermagem, por exemplo.
Tudo isso, também é comum nos casos que as pessoas exigem os mesmos cuidados para o seu "cãozinho", que os dados a qualquer ser humano.

Aí começam a ser trabalhados outros aspectos.
Fator econômico pode pesar muito no momento pela eutanásia, aliada a outros fatores de ordem prática, como capacidade de tratamento animal, que requer tempo, dedicação e habilidade de enfermagem por parte do dono.
E o sofrimento de perda, com quem fica?
Geralmente a dor fica com as pessoas que mais conviveram e amaram o animal.

Pode ocorrer que a pessoa que toma para si a responsabilidade de eutanásia, tenha um grau menor de afetividade.

Como o "chefe" da família, por exemplo, nem sempre terá a mesma relação com o cãozinho que os demais familiares.
Além de ser analisada as condições sentimentais que cercam o bicho, também deve ser avaliado o sofrimento do bicho, para que, a partir disso, o médico veterinário venha ter uma postura que o leve a iniciar "um ritual" de preparação com o dono, conscientizando-o da morte eminente.
A psicóloga e veterinária adverte que todo o processo de eutanásia, deve ser explicada ao proprietário.

"Deve-se mostrar os mecanismos da eutanásia e as conseqüências psicológicas. assim, após a morte, ficará mais fácil todo esse processo de luto, evitando-se que a raiva e culpa sejam jogadas em cima da figura do veterinário, o que será desgastantes".
Responsabilidade:
Diferente da responsabilidade da cura, a da morte pode ser mais séria, sobretudo, se não respeitada a vontade do cliente.

Apesar de não existir nenhuma lei para determinar os parâmetros da chamada "morte feliz", são condenáveis, e passíveis de punição, a eutanásia ativa, aquela que a ação direta provoca a morte do paciente (animal), quando não autorizado pelo cliente (dono).
É de se questionar se a execução de milhares de animais em canis é um ato ativo ou passivo. o número de animais soltos nas grandes cidades cresce a cada dia e, consequentemente, o "sacrifício" também é cada vez maior e realmente é impressionante.

Dr. Albert LangClínica de Pequenos Animais - Joenville -SC

 site da Ciabichos 

Ibama dissolve comitê de recuperação da ararinha-azul










 

(O governo brasileiro quer a soberania sobre o destino de todas as ararinhas-azuis em cativeiro existentes no mundo)

O Ibama decidiu dissolver o Comitê para Recuperação da Ararinha-Azul (Cyanopsitta spixii), criado em 1990 com o objetivo de estabelecer estratégias de recuperação da espécie, uma das mais ameaçadas de extinção do mundo e endêmica da caatinga baiana.

A dissolução do grupo deve-se, entre outros fatores, à falta de colaboração e às atitudes tomadas, à revelia do comitê, por parte de alguns membros.

O que desencadeou a crise interna do comitê foi o fato de o governo brasileiro não ter a soberania sobre o destino das aves que encontram-se no exterior, sendo isso uma grave ameaça ao programa de recuperação da espécie.

Das cerca de 60 aves existentes em cativeiro no mundo, o Brasil detém a propriedade de apenas oito delas.

As demais estão em poder de mantenedores que integravam o grupo e de colecionadores particulares.

Nos últimos meses, o Ibama tentou reestruturar o comitê mas não obteve sequer o posicionamento da maioria dos membros em relação à nova proposta, fundamentada no princípio de que o governo brasileiro deve ter a soberania sobre o destino de todas aves.

No entendimento dos especialistas, as ararinhas-azuis cativas devem ser manejadas como uma única população devido a fatores genéticos e demográficos.

O último exemplar selvagem conhecido dessa espécie e que habitava a região de Curaçá, no sertão da Bahia, desapareceu em outubro de 2000.

“A dissolução do comitê não representa o fim dos esforços do Brasil para salvar a espécie.”, afirma Iolita Bampi, coordenadora-geral de Fauna do Ibama.

A partir de agora, cabe apenas ao instituto a continuidade do programa de recuperação da ararinha-azul.

 “Sem a cooperação dos mantenedores será impossível a recuperação da ararinha-azul e teremos que assumir a trágica extinção de mais uma espécie brasileira”, disse Iolita Bampi.

Além da extinção do comitê, o Ibama e o Itamaraty pediram às autoridades Cites (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção, na sigla em inglês) a intervenção junto aos mantenedores estrangeiros para que eles se posicionem em relação à proposta brasileira.

O Ibama também espera o apoio das ONGs ambientalistas nacionais e estrangeiras para pressionar os mantenedores a devolverem a propriedade das aves ao Brasil.

Fonte: IBAMA - www.ibama.gov.br

O lixo que vai para o estômago das aves... espetacular... não deixem de ver!!

Eu não conhecia o vídeo.

Nelson que mandou.
Material de excelente qualidade e de conscientização de primeira linha...
Espetacular!!!
Não deixe de ver!!!!
O casal de aves come o lixo do mar e ao regurgitar vai para os filhotes...
Que horror!!!

Não sei a onde li que Deus criou os animais para os homens... Jesus amado, foi p´ra isto, é?
Será que Ele não se enganou não?
Sei não.... leva um lero aí com Ele p´ra ter certeza.... é porque os humanos jamais vão admitir o contrário, considerando o que fazem com nosso Planeta....

Quando digo que somos uma espécie invasora o pessoal ri....
Mas, tenho certeza absoluta disto, mesmo depois de Tico e Teco ter viajado para o Caribe....

Clique em qualquer das fotos para entrar direto no filme de 3 minutos em HD.



. http://www.ogritodobicho.com/

Comissão da Vira Lata visita abrigo Piccolina!

Um grupo formado por 6 voluntários da Ong Vira Lata Vira Vida visitaram, no dia 27 de abril, o abrigo Piccolina, em Avaré.

O Piccolina é considerado um abrigo modelo, planejado para o atendimento de animais retirados das ruas ou em situação de risco.
A comissão foi recebida pela responsável, dra. Rosana Mercadante, que junto com sua equipe, não mediu esforços para apresentar as instalações, seus métodos de trabalho e os animais abrigados.
A equipe Vira Lata retornou com novas ideias que já estão sendo colocadas em prática, visando uma melhoria na qualidade de vida dos seus animais.
"Essa troca de informações e experiências é fundamental para que o grupo da Vira Lata aprenda um pouco mais sobre o manejo dos animais abrigados.
Saimos do Piccolina motivados com o que aprendemos", disse a presidente, Miriam Miranda.
A diretoria da Ong Vira Lata agradece à dra. Rosana pela atenção e informações preciosas que ajudarão muito no trabalho em Piracicaba.

Secretário da Saúde lança campanha contra raiva no abrigo da ONG VIRALATA VIRAVIDA

 Dia 4 de maio, o Secretário de Saúde Fernando Cárdenas, fez o lançamento simbólico da Campanha de Vacinação Contra Raiva, no abrigo da Ong Vira Lata de Piracicaba/sp.

O pitt bull Sansão, na foto ao lado do secretário, foi o primeiro animal a ser vacinado no abrigo da instituição.
 
Além de Sansão, Bongue, com quase 20 anos, também recebeu a dose da vacina.
 
Além de Fernando Cárdenas e assessores, estiveram presentes o diretor do CCZ, Moisés Taglieta, a coordenadora dra. Eliane Carvalho, Marcelo e Heloísa, agentes do canil municipal, as veterinárias Luciana Zanfelício e Marielle Fávaro da Ong Vira Lata, Miriam Miranda e voluntários da instituição.
É importante que os proprietários levem seus animais, cães e gatos, a partir de 03 meses de idade, ressaltando que, animais idosos também devem ser vacinados.
 
A equipe do CCZ solicita aos cuidadores que levem os animais até os postos de vacinação devidamente contidos, gatos dentro de sacos ou caixa de transportes e cães com coleiras e guiados por adultos para facilitar o manejo e evitar acidentes
 
Vacinar é um ato de amor,de responsabilidade e protege o seu animal !!!
http://www.piracicaba.sp.gov.br/goto/store/video/videos







Cadela com 08 filhotes recém nascidos são transferidos do canil municipal para o abrigo da ONG VLVV

Uma cadela de porte médio e seus 08 filhotes recém nascidos foram recolhidos pela equipe do canil municipal dia 13 de Abril no bairro Algodoal e nesta segunda feira dia 23 transferidos para o abrigo da ONG Vira Lata Vira Vida,em Piracicaba/ sp,  onde deverão permanecer até o desmame dos cãezinhos.

A transferência dos animais para o abrigo de cães sob a responsabilidade da ONG visa proporcionar a cadela e aos filhotes condições mais adequadas para que a amamentação dos cãezinhos ocorra num ambiente mais tranquilo e mais saudável, condições essas dificultadas no canil municipal devido a lotação das baias com animais doentes e de outros a espera de serem adotados.
A cadela ganhou o nome de Lully , e ficará com sua ninhada no abrigo da ONG até o final de maio quando será trazida de volta ao canil com seus filhotes desmamados, serão todos castrados, chipados e colocados para adoção.
Os interessados em adotar Lully ou um dos seus filhotes entrem em contato com o canil municipal pelo fone: 019 -3427-2721 .

Campanha de incentivo ao resgate de animais feita pela ULA - RJ

Linda campanha da União Libertária Animal - ULA

clique para ampliar


"Percebemos que muitas pessoas encontram em seus caminhos animais precisando de ajuda, e sem saber exatamente o que fazerem, ou por não possuírem a cultura do resgate, dão as costas ou simplesmente tentam passar a responsabilidade para outros, fazendo com que o animal permaneça na mesma situação sofrendo.
 
Com essa apatia, muitos animais são privados de receberem a ajuda que necessitam e perdem a chance de viverem, passando por horas de sofrimento até virem a óbito.
 
O resgate é uma iniciativa de coragem, que verdadeiramente ajuda os animais e pode ser feita por cada um que se depara com um animal necessitado em seu caminho.
 
Centralizar esse ato importante aos protetores e grupos de Direitos Animais só prejudica o trabalho pelos animais e tiram vidas, pela "terceirização" da ajuda.

É pensando na importância de cada um fazer a sua parte e se sentir responsável pelo bem dos animais, que lançamos uma campanha de incentivo ao resgate!
 
Ao resgatar, a pessoa terá uma página no site do Ula orientando como divulgar o animal para encontrar um adotante definitivo e lugares com atendimento veterinário gratuito ou a baixo custo.

"Se não você, quem? Se não agora, quando?"
Resgatei, e agora?
contatoula@gmail.com"

Sheila Moura entrevista o Relator da Comissão de Reforma do Código Penal

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Todos sabem da responsabilidade que tenho ao abordar um determinado assunto.
Desde o princípio deste trelelê, fiquei muito contrariada em não saber as FONTES de tantos boatos sobre a Lei de Crimes Ambientais.
Mas, fiz um baita resumão elucidativo que só vai interessar mesmo àqueles que estão levando a sério a questão de brigar pelo direito animal dentro da sociedade brasileira.
 
 
1 - no princípio de abril, começou a circular a AFIRMATIVA de que havia uma pretensão de juristas responsáveis pela reformulação do nosso Código Penal, de fazer mudanças no art. 32 da Lei de Crimes Ambientais que criminaliza o indivíduo que "abusar, maltratar, ferir e mutilar qualquer animal".

Publiquei o cartaz abaixo, depois de saber que o Fórum de Proteção animal em SP "fora informado sim que haveria tal possibilidade" e que a fonte seria pessoa de inteira confiança para a causa.
 
Bem, aí fiz a postagem dizendo que se fosse verdade, iria ficar pelada na porta do Congresso mostrando a indignação de um corpo velho que lutou muito para a existência do art. 32. http://www.ogritodobicho.com/2012/04/nao-podemos-deixar-isto-acontecer-vamos.html


arte recebida de Lilian Rockenbach


2 - na mesma data da publicação acima, coloquei no blog uma segunda informação que um inegrante da Comissão, após ouvir a leitura da carta aberta (à disposição no Crueldade Nunca Mais) pelo Dep. Feliciano durante uma Audiência Pública em Brasília, teria confirmado para o mesmo, que seria real tal intenção.
Então, preocupado, o Feliciano teria procurado, neste mesmo dia, o Pres. da Comissão Gilson Dip que responde que o material que teriam em mãos sobre a Lei de Crimes Ambientais para incluir no Código Penal, não estaria bom e que teria que ser reformulado.
O que se sabe é que, este material teria sido pedido (por quem e de que forma?), em janeiro deste ano, para promotores que fazem parte do GECAP de São Paulo (por que para eles diante de tantas opções?).

3 - dois dias depois, no site Crueldade Nunca Mais, foi publicado um vídeo de uma promotora de SP chamada Vania Tuglio onde declara todas estas suposições, bochichos, boatos, informações sigilosas, etc. como algo preocupante.
Ao ver tal depoimento, me senti muito mal com tantas informações surreais, principalmente com referência a como os EUA lidam com as penalidades da Causa Animal.
No mesmo dia, Fabiano Jacob, do site Atitude Animal, me ligou e perguntou minha opinião a respeito de tal depoimento.
Eu disse que estava apatetada pelos protetores de SP estarem se mobilizando tanto em cima de suposições, informações de bastidores, chegando até a a possibilidade de ser manipulações das mais nojentas.
Terminei dizendo ao Fabiano que estava sem tempo para me aprofundar no tema e que as pessoas envolvidas (Fórum) eram responsáveis e deveriam ter algum fato concreto.
Mas, ele não conversou e tascou uma postagem muito boa falando da irresponsabilidades de tal depoimento. CONFIRA AQUI.

4 - continuando sem tempo de apurar melhor o assunto, acabei publicando mais duas postagens: http://www.ogritodobicho.com/2012/04/reforma-do-codigo-penal-sugestoes.html
 
http://www.ogritodobicho.com/2012/04/silencio-rompido-sobre-discussao-da.html .
 
Nesta última publiquei a mensagem encaminhada pela Liliam onde dizia que o silêncio (?) foi rompido... o mistério foi aclarado (?).
Mas, o que diz o texto é que o assunto "estava esquecido"...
Isto até pode ser verdade, mas, o resto são puras elocubrações.

5 - bem, daí recebo um e-mail (29/04) do Allan, criador do site e Movimento Crueldade Nunca Mais. Pedia ele que apoiasse a realização de um pedágio para recolher assinaturas sobre esta questão e se podia colocar nossa logo como apoiadores.
Gostaria muito que tal e-mail fosse lido antes de qualquer coisa, juntamente com minha resposta . CLIQUE AQUI

 





6 - pois bem, ontem, no limite da minha impaciência por tanta falta de tempo, dei um jeito e liguei para o Procurador da República Dr. Luis Carlos Gonçalves pedindo uma entrevista para explicar todo este "embroglio".
Super-hiper gentil nos atendeu imediatamente.
 
Clique na setinha para ouvir:
7 - perguntas que não me deixaram dormir esta noite depois de conversar com companheiras de causa:
a) por que estes factóides foram criados? qual o objetivo?
 
b) como pessoas com tanta vivência dentro da proteção se deixaram envolver sem confirmar nada do que rolou como suposições?
 
c) por que o Fórum de Proteção Animal, soube de tal "boato" e não comunicou, democraticamente, a todos os interessados no assunto?
 
d) por que o Fórum convidou o "Crueldade Nunca Mais" para uma mobilização em cima de nada apurado?
 
e) por que o Fórum se reuniu com algumas ONG´s de SP pedindo o apoio para angariar assinaturas (via internet e pedágio na rua) sendo que as "decisões" ficaram a cargo dos "intelectuais" em reuniões diferenciadas?
 
f) por que o Crueldade aceitou a responsabilidade de mobilizar pessoas por algo que não confirmou? Não bastou a experiência obtida na encrenca da Lei Lobo e a Lei de iniciativa popular?
 
g) por que a tal comissão de juristas pediu somente ao MP de SP uma proposta atualizada para a Lei de Crimes Ambientais? por que não a outros, como por ex., comissões do meio ambiente das OAB´s do Brasil? (aliás, foi onde houve a discussão para a concretização da lei atual 9605 assinada em 1998)
 
h) como protetores e presidente de ONGs, além da procuradora de SP, conduziram algo tão importante na base do "foi ventilado, há notícias, foi confirmado, etc...." sem dizerem A FONTE?

Observações:
1 - Entenda o caso:
O Senado convidou um grupo de procuradores para formar uma comissão para rever, tecnicamente, o código penal e apresentar um ANTE-PROJETO.
 
Depois que tal ANTE-PROJETO for apresentado ao Presidente do Senado, será enviado para os Senadores apreciarem nas respectivas Comissões Internas.
 
Após as discurssões, emendas, inclusões e retiradas de artigos será configurado a apresentação de um PROJETO DE LEI que será votado em plenário.
 
Aprovado o tal PL, ele irá para a Camara Federal que passará novamente pelas comissões internas da Casa. Aprovado, então, (acho que ainda tem uma volta ao Senado) irá a sansão do Presidente da República.
 
Aí se tornará uma LEI.
 
No barato e com muito otimismo, vai levar de 7 a 10 anos de tramitação. Só como informação, a reformulação do Código Civil levou 25 anos..... kakakaka... imaginem o Penal que vai mexer com TUDO de novidade no nosso país?
2 - o comportamento que está sendo adotado pela proteção pode, a qualquer momento, ser considerado como fanatismo, amadorismo e até "chatice", já que está baseado em suposições que NÃO EXISTEM na realidade.
Acredito sim que a discussão sobre a questão dos animais ainda não tivesse sido contemplada, ou seja, meio "esquecida".
Mas, daí a considerar uma conspiração, uma perseguição e uma indiferença à causa que defendemos, é totalmente imaturo e inconsequente. 

3 - a única arma que temos nas mãos e que nos fortalece a cada dia, é a capacidade de MOBILIZAÇÃO. Na situação presente, é inegável que estamos gastando nossa munição por nada e agindo Quixotescamente.
Isto sem contar o risco de perdermos até simpatizantes pela pressão fora de hora, por uma chatice irresponsável e até mesmo por uma precipitação em bater forte em "fantasmas" que nem sabemos quem viu.
Não é inteligente sermos reconhecidos com estes "atributos" Corremos um risco de esvaziar o momento exato que deve ser feita tal mobilização.
4 - vamos lembrar que a reformulação do código penal é um relatório opinativo e não um processo legislativo.
Estamos nos precipitando e batendo em ALGO QUE AINDA NÃO EXISTE...
Estamos, a cada minuto, concluindo que tais suposições foram, apenas, factóides estranhos e preocupantes.
Observamos, indiscutivelmente, uma manipulação de informações e de pessoas despreparadas. Agora resta saber se foi pura ingenuidade ou para atender algum objetivo que desconhecemos.
5 - sou de opinião de que a Lei de Crimes Ambientais, ao se tornar um capítulo do Código Penal, estaria resguardada de políticos do tipo Nonô que reivindicou, em PL de 1998, a retirada dos animais domésticos desta lei.
Acredito que a comunicação feita no site do Senado é a melhor forma de sermos ouvidas na reivindicação de aumentarmos a penalidade contra a crueldade contra os animais.
 
6 - qualquer informação para ter credibilidade tem que ter a fonte.
Do contrário o processo de desmoralização é inevitável.
 
7 - vamos nos conscientizar que nada em todo este processo, é definitivo, pois, no ultimo segundo do 2º tempo, tudo poderá ser modificado e aí estaremos desmotivados, desmoralizados e incapazes de reverter qualquer situação.
 
 
Gente, acorda!!!!! vamos levar a sério as questões em respeito a tudo que foi conseguido até hoje pela causa de defesa dos direitos dos animais.

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NOTA: cometi uma deselegância com uma companheira.
Usei seu nome sem a sua autorização na narrativa dos fatos.
Optei por retirar a citação após perceber que eu não deveria tê-lo feito.
Cometemos erros, falhas, equívocos.....
Só quero que fique bem claro que ELA NÃO PEDIU NADA... FOI UMA DECISÃO MINHA... E ESPERO QUE NÃO PAIRE NENHUMA DÚVIDA SOBRE MINHA PALAVRA.
 
http://www.ogritodobicho.com/2012/05/sheila-moura-entrevista-o-relator-da.html

A CENA (REAL) QUE MARCOU O FILME - leia antes de abrir o anexo !



A MÚSICA FEZ O MILAGRE!!!

 
Leia o texto, antes de abrir o vídeo, é surpreendente!!!


CENA QUE MARCOU O FILME

O filme Amargo Pesadelo estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos.
 
O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto, onde ele também morava com sua mulher e filho.
 
Este último, autista, nunca saía do terreno da casa.
A equipe parou no posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme.
Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que, sendo músico, sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas.
 
Aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa, aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.
Como houve uma 'resposta musical" por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar.
 
O restante vocês verão no vídeo.
Atentem para alguns detalhes:
- O garoto é verdadeiramente um autista;
- Ele não estava nos planos do filme;
- A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos... dançando
- A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
- A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo.
Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.
A sua expressão.
 
No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.
A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro.
 
O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.

Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme "Amargo Pesadelo" (Ano: 1972).

Anexos:
 
 
 
Duelo.wmv 6792.9 kb
 
 
 
 EXPLICAÇÃO:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Amargo Pesadelo (Deliverance) é um filme de 1972 dirigido por John Boorman, baseado no romance de mesmo nome escrito por James Dickey.
 
O escritor aparece no filme, no papel de um xerife.

A cena do Duelo de Banjos não é "real".
 
O jovem (na época, com 16 anos) Billy Redden foi escolhido na sua escola, Clayton Elementary School, devido a sua aparência, mas não é autista, nem tem qualquer outra deficiência.
 
Ele não sabia tocar banjo e, assim, foi usado um truque de filmagem - um músico se posicionou atrás dele e tocou o banjo por dentro das mangas de sua camisa.
 
Foi usada maquiagem para fazê-lo parecer mais "esquisito".
 
Além disso, a cena estava nos planos do filme, pois o personagem Lonnie, com deficiência intelectual, está presente no livro que inspirou o filme.

A wikipedia o apresente como um ator americano, mas Billy trabalha na lanchonete em que é um dos proprietários em sua cidade natal, Clayton, na Geórgia.

Jon Voight, que atuou no filme, o descreveu como tendo "um desequilíbrio genético" e sendo um "camarada muito falante".

Somente em 2003 Redden reapareceu em um filme, Peixe Grande "Big Fish", de Tim Burton.
 
Em 2004, apareceu no programa Blue Collar TV.

Por favor, divulgue esta informação, para tentarmos minimizar o impacto negativo que tem a ideia de que todo autista é "superdotado".

Respeite nosso trabalho.
Se for republicar algum texto, cite-nos como sua fonte e coloque um link: http://cronicaautista.blogspot.com/
 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Lojinha

Você pode adquirir camisetas e produtos da ONG.

Toda renda é revertida para a compra de ração e medicamento para os animais e na manutenção da estrutura do abrigo.

Confira abaixo alguns dos nossos produtos:
Agendas 2012
Bolsas
Bloquinho
Camisetas
Informações e compra dos produtos
patriciaglc@hotmail.com