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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

OS 10 MANDAMENTOS DO PONTO DE VISTA CANINO


Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais e, então,um crime contra qualquer um deles será considerado um crime contra toda a humanidade.
(Leonardo da Vinci)

1° Mandamento:
Seja um dono responsável

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
 
Lembre-se que eu viverei de 10 a 15 anos e que qualquer separação será dolorosa para mim.
Portanto, pense antes de me adotar.

2° Mandamento:
Veja-o como um animal, depois, como cachorro e, por fim, como a personalidade que você lhe deu: Fifi, Rex, Fox, King, etc.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 





Dê um tempo para que eu entenda o que você quer de mim.
Eu não compreendo suas palavras, mas sinto sua energia.

3° Mandamento:
Seja um líder.
Bons líderes sabem atender as necessidades de seus seguidores.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 





Passeie comigo, isso é muito importante.
Eu só preciso da sua liderança para ser o cão dos seus sonhos.


4° Mandamento:
Respeite as limitações de seu cão.
Ele precisa da sua presença.

 

 
 
 
 
 
 
 
 



 
 
 
Não fique chateado comigo por muito tempo nem me deixe trancado como castigo.
Você tem seu trabalho, amigos, diversão, eu só tenho você!

5° Mandamento:
Dê a atenção que ele precisa.



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 




Converse comigo de vez em quando.
Mesmo sem entender as palavras, eu entendo sua voz.

6° Mandamento: Respeite os sentimentos dele.
Ele ama, sofre e se alegra como qualquer animal.
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esteja consciente de que não importa quanto tempo você vai ficar longe, eu nunca o esquecerei.

7° Mandamento:
Discipline com amor.
Respeito é mais importante e saudável que o medo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
 
Por favor, não me bata.
Mostre que você é calmo e equilibrado o suficiente para ser o meu lider.
Só assim eu posso compreender e fazer o que você quer de mim.

8° Mandamento:
Procure compreender antes de julgá-lo.
Ele não pode dizer em palavras o que está sentindo.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 




Antes de reclamar que eu estou preguiçoso e rabugento, pergunte-se se estou bem de saúde, se a minha alimentação está correta, se não estou ficando demais ao sol, ou, se meu coração não está ficando velho e fraco.

9° Mandamento:
Lembre-se que a vida segue seu curso natural, para os cachorros, assim como para os humanos.






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 




Tome conta de mim quando eu ficar velho.
Você também vai envelhecer um dia.

 
10° Mandamento:
Tenha coragem até o fim, ele será seu animal de estimação até os últimos minutos de sua vida.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 




Enfrente comigo as jornadas difíceis.
Tudo fica mais fácil quando você está por perto, lembre-se, EU AMO VOCÊ.
 
http://conversadeanimais.blogspot.com.br
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Dê um click! Ajudem!

 
 

O que é?

O Pet Shop O Cantinho do Animal, em parceria com a Magnus, vai doar 100 gramas de ração para cada Like em sua Fan Page.
Serão beneficiados todos os cães e gatos das ONGS Vira Lata Vira Vida e Amantes de Gato.


 

Como posso ajudar?

É fácil, basta curtir a Fan Page do Pet Shop o Cantinho do Animal.
Serão contabilizados todos os Likes até o dia 23/08.
Se você tem um Pet ou é daqueles que não resistem a uma imagem de um cão ou gato, compartilhe essa ação que irá alimentar muitos bichanos.

 
 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

VIDEOS SOBRE A ONG VIRA LATA VIRA VIDA EM PIRACICABA /SP

 



Nesta edição do programa você vai conhecer o trabalho da Ong Vira Lata Vira Vida que ampara cães abandonados ou que sofreram algum tipo de maus tratos.

Com destaque para o projeto "Cães especiais -- pessoas legais" que estimula a adoção de animais com algum tipo de deficiência, mostrando que preconceito não entra em nenhum lugar.

Muito menos na casa da dentista Clarisse, que tem vários animais de estimação com alguma deficiência e para ela, isso não faz diferença.

http://www.youtube.com/watch?v=t8tZjluEKAE


Trabalho de auxilio da Ong Vira Lata Vira Vida
http://www.youtube.com/watch?v=HmU4wcoseEE


Blog mais Cidadania - projeto Vira Lata, Vira Vida
http://www.youtube.com/watch?v=Qa45SxAmtnA


ONG Vira Lata Vira Vida - Projeto de Faculdade (Agência N-Ideias)
http://www.youtube.com/watch?v=jKUv38PqNUY


ONG Vira Lata Vira Vida
http://www.youtube.com/watch?v=taTTzuz-UVw

Vira Lata Vira Vida
http://www.youtube.com/watch?v=dqlh_8h6PxA


ONG VIRA LATA VIRA VIDA
http://www.youtube.com/watch?v=HztvZ11c2SE


ONG Vira Lata, Vira Vida - Farmacia Biotipo
http://www.youtube.com/watch?v=KSpbLD16YqY


Deputado Feliciano vai a Piracicaba, no abrigo onde centenas de animais passam necessidades.
http://www.youtube.com/watch?v=5tX1ODblu5o

sábado, 11 de maio de 2013

SOFRENDO A DOR DA PERDA DE UM ANIMAL QUERIDO


 
O luto é uma resposta normal a qualquer perda importante na vida.
Acontece quando a morte veio após uma longa doença, ou quando foi um acidente súbito.
 
Pessoas enlutadas experimentam traumas tanto físicos quanto emocionais enquanto tentam adaptar suas vidas aos abalos trazidos pela perda.
Há muito tempo os psicólogos reconheceram que o luto experimentado pelos proprietários de animais após a morte destes é o mesmo experimentado após a morte de uma pessoa.
A morte de um animal de estimação significa a perda da fonte de um amor incondicional. Não há mais para o proprietário o objeto de carinho e proteção.
Assim, o proprietário perde o contato com “o mundo natural.”
Esses sentimentos podem ser especialmente intensos nos idosos, solitários, ou casais sem filhos (para quem o animal é também um substituto da criança).
 
AS FASES DO LUTO
 
Na verdade o processo do luto não é um objeto concreto que pode ser dividido.
O luto é um processo contínuo, com cada pessoa vivenciando-o de uma forma diferente.
Dividir o luto em “fases” ajuda a pessoa enlutada a entender que as seus sentimentos são normais.
Algumas pessoas passam rápido por todas as fases, enquanto outras parecem ficar “presas” numa fase específica.
Rapidamente, as fases do luto são as seguintes:
 
1. CHOQUE E NEGAÇÃO-
A realidade da morte ainda não foi aceita.
Ele ou ela se sente atordoado e atônito – como se tudo aquilo fosse “irreal.”
 
2. RAIVA-
A pessoa enlutada frequentemente se volta contra a família, amigos, elas mesmas, Deus, o veterinário ou o mundo em geral.
Vão aparecer também sentimentos de culpa ou medo nesse estágio.
 
3. BARGANHA-
Nessa fase a pessoa pede por um trato ou uma recompensa de Deus, do veterinário ou do padre.
Comentários do tipo “Eu vou à Igreja todo dia se o meu animal voltar para mim” são comuns.
 
4. DEPRESSÃO-
A depressão ocorre como uma reação à mudança do modo de vida ocasionada pela perda.
A pessoa enlutada se sente extremamente triste, desesperançada, inútil e cansada.
Ele ou ela sente falta do animal e pensa nele constantemente.
 
5. ACEITAÇÃO-
A aceitação acontece quando as mudanças que a perda trouxe para a pessoa se estabilizam em um novo estilo de vida.
A intensidade e a duração do processo de luto dependem de vários fatores.
A idade do proprietário, circunstâncias referentes à morte, relacionamento do animal com o proprietário e com os outros membros da família são todos fatores importantes.
Uma morte recente de uma pessoa importante na vida do proprietário também pode afetar como se lida com a morte do animal.
 
Geralmente crianças se recuperam mais rápido , enquanto os idosos são os que mais demoram a se recuperar.
Às vezes a morte de um animal de estimação vai permitir que o proprietário finalmente lamente a perda de uma pessoa cuja morte ainda não tivesse sido aceita.
 
A MORTE DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO E AS CRIANÇAS
 
Muitas pessoas não percebem como a morte pode ser traumática e confusa para uma criança.
As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa.
Crianças também tendem a voltar ao assunto com mais frequência , então muita paciência é necessária quando se lida com uma criança enlutada.
Algumas dicas importantes para ajudar uma criança nessa situação incluem:
 
1. Dar à criança permissão de lidar com a sua dor.
- contar ao professor sobre a morte do animal.
- encorajar a criança a falar livremente sobre o animal.
- dar à criança muito carinho e conforto.
- discutir a morte, o morrer e a dor honestamente.

2. NUNCA dizer coisas como “Deus levou o seu bichinho,” ou o animal está “dormindo para sempre.”
- A criança pode temer que Deus vá levá-la, seus pais ou seus irmãos.
- A criança pode ficar com medo de ir dormir.
3. Inclua a criança em tudo o que se passa.
 
4. Explique que a morte é permanente.
 
OS ANIMAIS SOFREM COM A MORTE?
 
Muitas pessoas acham difícil acreditar que animais criem laços muito fortes um com o outro.
Mesmo animais que parecem mal se suportar podem exibir fortes sinais de stress quando separados.
Na verdade, animais que perderam um companheiro podem exibir vários sintomas idênticos aos experimentados pelo pelo proprietário enlutado.
O animal sobrevivente pode ficar inquieto, ansioso e deprimido.
Ele pode suspirar com frequência, e ter a respeito de comer e dormir.
É comum que os animais procurem por seus companheiros mortos e exijam mais atenção dos seus donos.
Como o proprietário pode ajudar um animal que sofre?
 
Atenção para as seguintes recomendações:

1. Mantenha a rotina do animal sobrevivente o mais normal possível.
2. Tente não reforçar (mesmo que não intencionalmente) as mudanças de comportamento.
- se o animal fica “escolhendo” comida, não fique trocando o “cardápio”.
Isso só leva a um animal ainda mais difícil.
- não exagere na atenção dada ao animal sobrevivente, já que isso pode levar à ansiedade de separação.
3. Permita que os animais sobreviventes trabalhem a nova hierarquia por eles mesmos.
- pode haver brigas enquanto isso não fica resolvido (principalmente com cachorros).
4. Não adote um novo animal para fazer companhia para o animal sobrevivente a não ser que o proprietário esteja pronto.
- não funciona a não ser que o proprietário esteja emocionalmente pronto para um novo animal.
- pessoas que ainda estejam enlutadas não terão a energia necessária.
 
O proprietário deve permitir que os outros animais vejam e cheirem o companheiro morto?

Não há evidências que afirmem que esse gesto vá ajudar os animais sobreviventes, mas algumas pessoas afirmam que sim.
Geralmente tudo o que acontece é que o proprietário se sente melhor.
Assim, se o proprietário deseja que os outros animais “digam adeus,” então isso deve ser permitido.
FICANDO CURADO
 
Passado algum tempo, o processo de luto chega ao fim.
Ainda assim há diversas coisas que o proprietário entristecido pode fazer para apressar esse processo:
 
1. Dê a si mesmo permissão para sofrer.
- só VOCÊ sabe o que o animal representava para você.
2. Organize um tributo ao seu animal.
- faz que a perda pareça real e ajuda a concretizar.
- permite que a pessoa expresse seus sentimentos e reflita.
- reforça o apoio social.
3. Descanse bastante, coma bem e faça exercícios.
4. Fique rodeado de pessoas que entendam o que você está passando.
- deixe que outros cuidem de você.
- se beneficie de grupos de apoio para pessoas que perderam seus animais.
5. Aprenda tudo o que puder sobre o processo do luto. – ajuda os proprietários a perceber que o que eles sentem é normal.
6. Aceite os sentimentos que vêm com a dor.
- fale, escreva, cante ou desenhe.
7. Permita a você mesmo pequenos prazeres.
8. Seja paciente com você.
-NÃO deixe que ninguém diga o quanto o processo de luto deve durar.
9. Dê a si mesmo a permissão da recaída.
- isso VAI acabar e sua vida VAI ser normal de novo.
- a dor é como as ondas do oceano: no começo as ondas vêm rápidas e fortes, mas conforme o tempo passa, elas ficam menos intensas e mais esporádicas.
- não se surpreenda se feriados, cheiros, palavras ou sons provoquem uma recaída.
10. Não tenha medo de pedir ajuda.
- grupos de apoio para a perda de animais
- conselheiros emocionais.
11. Tenha certeza de consultar sua “Força Maior.”
- religiosa ou espiritual.

CONCLUSÃO
O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e emocional que uma pessoa pode sentir.
É ainda mais para proprietários de animais.
A sociedade em geral não dá a essas pessoas “permissão” para demostrar a sua dor abertamente.
Dessa forma, os proprietários frequentemente se sentem isolados e sozinhos.
Felizmente mais e mais recursos ficam disponíveis para ajudas essas pessoas a perceber que elas NÃO estão sozinhas e que o que elas sentem é completamente normal.
 
Margaret Muns
Fonte: http://www.matriartlg.com.br/cuidados/a-dor-pela-perda-de-um-animal-querido

Pulos - Quando a diversão vira problema.


 
 
 
Um problema que quase todas as pessoas que tem cachorro tem, é a mania que os cães tem de pular.
 
Ah! Mas é tão legal vê-lo pular...brincar...todo feliz!
 
Sim, é verdade, mas nem sempre.
 
Você já pensou se uma visita chega na sua casa e tem medo de animais ou não quer se sujar e vem o seu lindo cãozinho saltitante?!
 
Ou se você não pode se sujar de maneira nenhuma naquela hora e lá vem ele?!
 
Pois é, situações desagradáveis.
 
Mas a boa notícia é que, sim, há solução!
 
Você já parou para pensar por que o cão fica pulando igual a um canguru, toda hora?!
 
Não, eu sei.
 
Acontece que ele faz isso para conseguir atenção.
 
E você dá, sem nem perceber isso.
 
Quando você briga com ele ou, simplesmente, cai na gargalhada, você está dando-lhe atenção, o que ele quer.
 
Como acabar com isso?!
 
Fácil. Simplesmente, o ignore.
 
Só lhe dê atenção quando ele parar.
 
Sim, isso vai ser cansativo, mas vai dar resultado.
 
Outra técnica é segurar-lhe as patas quando ele pular, MAS SEM MACHUCAR!!!
 
Aí, ele vai se sentir incomodado e tentar se soltar.
 
Deixe, mas diga firmemente: "CHÃO!".
 
Repita esses exercícios várias vezes, Uma hora, ele aprende.
 
 

Reabilitação comportamental de cães idosos.

É engraçado pensar como as pessoas iniciam os problemas comportamentais, especialmente quando os cães ainda são filhotes.

Nessa fase, a maioria das pessoas não se importa quando o cachorro rosna para alguém, por exemplo, quando a pessoa se aproxima da vasilha de comida.

 

Com o passar do tempo o cão cresce e, o que era bonitinho há algum tempo, agora é visto como um perigo, pois o cão avança nas pessoas além de rosnar.

 

Mas por se tratar de um cão idoso, muitas pessoas acreditam que é impossível “ensinar” novos hábitos para um velho cão.

 


O mito acaba atrapalhando o adestramento dos cães.

(FOTO: Flickr//kojotomoto)




 

Esse é um grande mito que circula entre os donos de cães.

 

De forma geral, as pessoas acreditam que é impossível reabilitar os cachorros que tiveram uma vida toda de mau comportamento.

 

Talvez, a idade do animal seja um fator que dificulte o treinamento ou adestramento dos animais – porém, não é impossívelfazer isso.

 

Na reabilitação comportamental, a idade jamais é um problema, pois a psicologia canina é algo que faz parte do cão desde seu nascimento e o acompanha por toda a vida.

 

Por isso, entender como os cães realmente pensam é a chave para o sucesso na reabilitação – independentemente da idade do animal.

 

Normalmente, a principal falha dos donos de cães é a falta de regras e limites claros na criação dos cachorros.

 

Enquanto o animal é apenas um filhote, muitas pessoas permitem comportamentos como mordidas, rosnados, subir no sofá sem autorização, latir para estranhos, dentre muitos outros.

 

Isso éerroneamente permitido, pois nessa fase, o cachorrinho ainda é inofensivo e, por muitas vezes, é engraçado observar tais situações.

 

Imagine um filhotinho que fica pulando nas pessoas – isso pode ser visto como bonitinho por muitos, pois dá a impressão que ele está buscando por atenção.

 

Porém, quando ficam maiores, o problema cresce também, pois agora, é um animal de 40 Kg pulando sobre as pessoas.

 

Sem dúvida, a falta de limites quando o cão era pequeno foi um fator determinante para a continuidade e evolução do mau comportamento.


 


Os limites devem ser impostos desde cedo, mas cães idosos são, sim, capazes de aprender. (FOTO: Flickr//Dei3Nascar8)


A psicologia canina nos ensina que, independentemente da idade, uma matilha é estruturada, sempre dividida em líderes e liderados.

 Não existe outra opção para o cão em um grupo – ou ele dita as regras ou as obedece. 

A mudança do status de um cão no grupo pode mudar com o passar do tempo – o animal que hoje é o alfa, amanhã pode não ser mais, assumindo uma posição mais submissa dentro daquele bando.  

Essa organização é algo natural para os cães, e nada tem a ver com idade.  

Um cachorro com mais idade pode ser o líder ou estar numa posição mais submissa do bando.

Não importa a idade, os animais submissos obedecerão às regras e limites impostos pelos animais líderes ou alfa – e é assim que eles agem conosco quando não somos assertivos.  

Logo, mesmo os animais mais velhos e submissos devem respeitar a liderança do alfa, mesmo que em algum momento ele tenha sido o líder daquele bando.  

Para isso, basta que o líder seja consistente com suas regras e limites e aja com calma e assertividade, pois é assim que os alfas o fazem – sem agressividade e excesso de energia.  

Portanto, o fator idade não é algo que impossibilite os donos de colocar seus cães no lugar certo dentro do seu bando – ou seja, como submissos, e não como líderes – mesmo como os mais velhinhos.

 

Dr. Marcel Pereira é Médico Veterinário e Mestre em Medicina Veterinária pela USP.
Atua como terapeuta canino, reabilitando cães com problemas comportamentais.
Escreve, aqui no Eu Amo Cães..., sobre comportamento canino.
E-mail: contato@comportamentocanino.vet.br
Site:
http://www.comportamentocanino.vet.br

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O comportamento de cães adotados: levando um cachorro de rua ou abrigo para casa.

 


 


Mesmo com dó, é importante mostrar quem é o líder.
 (FOTO: Cão Sem Dono)

É normal as pessoas levarem animais de rua ou de abrigos pra casa por ficarem com dó das condições em que eles vivem.
 
Sem dúvida nenhuma, esta é uma atitude nobre e exemplar, porém, levar cães pra casa por pena pode fazer com que a relação entre o novo dono e cachorro comece desequilibrada.
 
Nesses casos, os cães podem enxergar os donos como líderes fracos e, como é natural pra eles, sentem-se responsáveis por assumir a liderança da nova matilha.
 
Cães que não são submissos têm maior chance de apresentar problemas comportamentais.
 
A pessoa que pensa em adotar um cachorro deve começar fazendo uma auto-avaliação.
 
Ela deve ter em mente que o animal não é um brinquedo, exige gastos com comida e veterinário, além de comprometimento do dono.
 
Este deve oferecer liderança, exercícios físicos frequentes e regras claras.
 
Somente assim o cão será um animal submisso, ou seja, equilibrado e controlável.
 
O problema de levar um cachorro quando se está com dó é que, normalmente, as pessoas tratam o animal com mimos e liderança fraca, sendo as principais causas da maioria dos desvios comportamentais.
 
Na hora da adoção, o mais importante é escolher o tipo de energia do animal.
 
Animais com nível alto de energia exigem muita atividade física para evitar o estresse e frustração.
 
Por isso, eles são mais recomendados para as pessoas que praticam caminhadas todos os dias e que têm bastante tempo pra dedicar aos cães.
 
Cachorros com níveis mais baixos de energia são de mais fácil controle, pois exigem menor quantidade ou intensidade de exercícios.
 
Sem dúvida nenhuma, assim que possível, realizar uma boa caminhada com o cão é a melhor forma de iniciar os laços entre o líder e o animal.
 
Assim como os cachorros antigos migravam, a caminhada é uma importante forma de fortalecer o elo entre o líder e os demais membros da matilha.
 
A partir do primeiro contato com o cão, o mais importante é o dono demonstrar quem é o líder da matilha.
Viver em um grupo com hierarquia bem definida e regras e limites claros é algo natural para os cachorros.
 
Os animais que estão na posição de seguidores são mais facilmente controlados e, dificilmente, apresentam problemas comportamentais.
 
Num primeiro momento, não se preocupe com possíveis traumas que o animal possa ter.
 
A maioria dos cães tende a se comportar corretamente se bem liderados e exercitados.
 
Lembre-se que a maioria dos problemas comportamentais tem origem dos maus hábitos dos donos, e não por falta de adestramento ou por problemas do cachorro.
 

Dr. Marcel Pereira é Médico Veterinário e Mestre em Medicina Veterinária pela USP.
Atua como terapeuta canino, reabilitando cães com problemas comportamentais.
Escreve, aqui no Eu Amo Cães..., sobre comportamento canino.

E-mail: contato@comportamentocanino.vet.br
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Aprenda a renutrir um cão de rua.

 
 


A Vilma está disponível no site da FotoPets para adoção.
(FOTO: FotoPets)


Um dos atos mais bacanas é, sem dúvidas, a adoção.
 
 
O ato de adotar é uma forma de dar condições a um animal que estaria destinado a ter sua vida finalizada em pouco tempo, já que, de acordo com algumas pesquisas, os animais que vivem nas ruas, possuem uma expectativa de vida de cerca de 3 meses.

Mas, o que fazer quando se pega um animal na rua?
Em primeiro e mais importante lugar, é marcar uma consulta no médico veterinário para fazer todos os exames necessários e verificar o estado de saúde do animal.
 
Neste meio tempo, nutrí-lo é fundamental.
 
Animais que vivem nas ruas possuem carências muito sérias de nutrientes, visto que comem muito pouco e raramente.
 
Mesmo assim, não entre com suplementos vitamínicos, minerais entre outros, antes de um check-up completo da saúde de seu novo amigo de 4 patas.
Um animal pego nas ruas, certamente devorará uma grande quantidade de alimento de uma só vez, o que pode ser muito perigoso.
 
A ingestão de grande quantidade de alimentos de uma só vez pode provocar, além de vômitos, torção gástrica - em especial em raças de grande porte - sendo esta, uma causa de rápida mortalidade nos animais.


Vilma é mestiça de Pitbull: grande porte, pelagem curta, aproximadamente 5 anos.
 (FOTO: FotoPets)
 


Algumas dicas são úteis, quando se faz o resgate de um animal:
1 – Antes de pegá-lo, ofereça uma pequena quantidade de alimento e um pouco de água.
A ingestão de alimentos e água pode ser um fator decisivo para o animal pegar confiança em você e isto também irá deixá-lo mais calmo.
2 – Se verificar que o animal está com muita fome, ao chegar em casa, ofereça pequenas porções de alimentos ao longo do dia.
Evite sobrecarregar o estômago dele.
Desta forma, você estará aumentando a digestibilidade do alimento, nutrindo de forma mais eficaz.
3 – A água deve estar sempre à disposição para o animal, sendo limpa e fresca.
4 – Caso o animal esteja doente, sem apetite, ofereça a ele uma pequena porção de arroz cozido sem sal com peito de frango desfiado.
Cozinhe tudo sem tempero, apenas com água, dê a ele, várias vezes ao dia, em pequenas porções.

A renutrição de um animal que estava abandonado, demora, não deve ser feita bruscamente e demanda paciência e continuidade.
 
Desta forma, entenda que, se ele for afoito para comer, evite a presença de outros animais, evite um maior estresse, estes animais sofrem muito nas ruas.
 
A ajuda de um nutricionista de animais pode ser muito válida nestas situações.
 
 
Ana Paula Pereira é Zootecnista especialista em Nutrição de Cães e Gatos e Mestranda em Nutrição Animal.
Trabalha como consultora em Nutrição e Alimentação Pet e escreve sobre alimentação e nutrição aqui no Eu Amo Cães...
E-mail: petassistance@gmail.com
Blog: alimentacaodecaesegatos.blogspot.com

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12 maneiras simples de tornar seu cachorro mais calmo.

 
 
Caminhadas diárias: fundamentais. (FOTO: Flickr//TheGiantVermin)
 
 
Quando você chega em casa, seu cachorro parece que enlouquece?
Ele pula até não poder mais, faz xixi, late, etc.?
Rói a casa, os móveis?
Te chama o dia inteiro?
Faz festa até de madrugada?
Não, seu cachorro não está ficando louco! (Ainda bem…)
Muitas pessoas andam escrevendo para o site ultimamente desesperadas com os cães que tem.
São os mais incríveis(e, às vezes, até engraçados) relatos.
É cachorro que morde os dedos, que cava buracos no quintal todo, que vai para a casa dos vizinhos pulando o muro…
Seu cachorro é assim?
CALMA!
Pois é, essa é a nossa dica número 1.
 
 
1 - Antes de qualquer coisa aceite que seu cachorro é um cachorro.
Por mais estranho que isso possa parecer, muitas pessoas humanizam os cachorros tanto, mas tanto, que acabam esquecendo a natureza deles.
Então, aceite e tenha paciência.
Antes de qualquer coisa, é fundamental que seu cachorro esteja sempre limpo e com ração e água frescas.
Além disso, você precisa entender que cachorros são animais que p-r-e-c-i-s-a-m gastar energia.
Se você quiser ignorar isso, nada vai dar certo.
Portanto, respire bem fundo, acalme-se e vamos aos próximos passos, onde você aprenderá maneiras criativas sobre como gastar a energia no dia-a-dia.
 
2 – Vamos passear?
Outro hábito que é da natureza dos cães é passear.
A maioria deles ama dar uma voltinha na rua, mas é muito importante que seu cachorro tenha esse hábito diário para tornar-se mais calmo.
Além de gastar energia, o contato com outras pessoas e cães faz com que o estresse do dia-a-dia diminua.
De quebra, você e ele ainda reforçam os laços de amizade.
Os passeios devem ser feitos durante 60 minutos por dia.
Nas 2 primeiras semanas, comece com 30 e passe para 45 minutos.
Obviamente, se seu cachorro se cansar muito, fale com o veterinário e reduza a carga diária.
DICA: Sempre passeie com seu cão com a guia (evita fugas) e placa de identificação nos horários menos quentes do dia.
Leve sempre um pouco de água fresca para que ele possa se manter hidratado.
E sempre, sempre cate as fezes na rua.
 
3 – Escadas.
Vamos nessa?
Parece que essa é uma outra dica óbvia, mas não é.
Muitas pessoas nem se dão conta de quanta energia uns lances de escada podem gastar(2 ou 3 já está de bom tamanho).
Portanto, coloque a preguiça de lado e abandone o elevador!
Suba e desça as escadas do seu prédio ou casa ao lado do seu melhor amigo.
 
 
 
 
Tem escadas disponíveis? Use-as! (FOTO: Flickr//Piddleville)
 
4 – Não tem tempo para passear?
Tente buscar um passeador.
Não, essa não é uma alternativa barata.
Entretanto, pode ser muito útil para você que não tem tempo algum para ir até a rua passear.
Se não tiver condições financeiras, peça para alguém da sua família fazer isso, sempre com responsabilidade.
No caso de um passeador profissional, busque sempre um profissional de confiança e procure por referências.
 
5 – Esconde-esconde.
Quer manter seu cachorro ocupado por uns minutos?
Use essa brincadeira antiga.
Não, você não precisa se esconder, mas que tal esconder uns grãozinhos da ração diária na caminha, sob algum objeto ou nos brinquedos?
Além de ser um exercício mental, é divertido demais, porque faz com que o cachorro use o faro.
E o melhor: você se cansa pouco.
 
6 – Gelo, um aliado.
Para os filhotes, é uma maravilha.
Para os adultos, é refrescante nos dias de calor.
Nesses dias, experimente congelar algum brinquedo – limpo - e dar para o cachorro.
Não é só ele que vai se divertir.
Isso garantirá, para você, umas boas risadas.
 
Gelo: ajuda a diminuir os roídos nos móveis. (FOTO: Flickr//mblouir)
 
7 – Ossos: eles te ajudarão a salvar sua amada mesinha.
Essa dica é para os cães-cupim, aqueles que adoram dar uma ruída nos nossos móveis.
Ossos são uma ótima maneira de o interesse sair de onde não pode.
Eles ajudam, ainda, na saúde dos dentes.
Vale lembrar que “roer” é uma necessidade básica canina.
 
8 – Não grite, não bata.
Esse tipo de comportamento só vai deixá-lo ainda mais agitado e até latindo.
Além de que o cachorro pode se assustar e tentar se defender.
 
9 – Esportes.
Dependendo da cidade, existem locais próprios para os cães praticarem esportes, com ou sem o dono. Uma espécie de “creche” pode ser a aliada, assim como outros locais próprios.
O agility é um dos esportes mais conhecidos e indicados para tornar o cachorro mais calmo, mas você pode, também, procurar alternativas gratuitas.
Que tal sair da esteira da academia e ir correr na rua, com seu cachorro?
 Além de economizar dinheiro com adestrador e passeador, você economiza com academia.
Lembre-se de usar os materiais adequados para isso.
 
Agility pode ser um ajudante. (FOTO: Flickr//I’m George)
 
10 – Brinque com seu cachorro sempre que puder.
Correr, jogar a bolinha, o brinquedo…
Sempre uma maneira boa de divertir e ocupar o tempo com algo legal.
A felicidade do cachorro, certamente, irá às alturas.
 
11 – Não ofereça ração apenas uma vez ao dia. Divida.
Dica pouco conhecida, mas importante demais.
É fundamental dividir duas vezes ao dia.
O ideal, para cães filhotes, é de três.
Isso torna o cachorro menos agitado e possivelmente pedirá menos comida humana durante o dia.
 
12 – Fale com o veterinário.
Obviamente, você não precisa fazer todas as coisas que esta matéria indica.
Vá fazendo aos poucos, até perceber um ponto ideal para seu cachorro ficar menos agitado. Conversar com o veterinário é importante, pois ele pode te explicar os mecanismos e tirar dúvidas eventuais.
Caso a agitação excessiva permaneça, procure-o para que possa verificar o que anda acontecendo e, talvez, até indicar algum remédio.
Os florais de Bach podem ser uma boa opção.
 
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