
Já dizia Rubén Darío “Não há Alexandre Magno sem “Bucéfalo”, nem El Cid sem “Babieca”, nem Quixote sem “Rocinante”, nem poeta sem “Pégaso”.
Por isso, temos que dedicar-lhes umas linhas a alguns destes célebres cavalos da história do homem.
Pégaso, o cavalo dos deuses.
Era o cavalo de Zeus, o amo do céu e da terra. Segundo os esquemas da Mitologia, o “cavalo voador” nasceu do sangue que jorrou Medusa quando a sua cabeça foi cortada por Perseu, e graças a ele pôde libertar Andrómeda.
Pégaso cresceu nos prados do Monte Olimpo, a casa dos deuses, que estava situada entre Tessália e Macedónia.
De cor branca, estava abençoado com asas e podia voar.
Pégaso foi o cavalo mais rápido que existiu e é o símbolo da velocidade. Assim também foi o primeiro meio de comunicação e transporte aéreo.
Genitor, o cavalo de Júlio César
Cavalo extraordinário, quase com pés de homem, com as patas inchadas quase como dedos.
O nome Genitor (pai, criador) deu César ao cavalo, recordando do seu pai morto, quando apenas tinha 14 ou 15 anos.
Bucéfalo, o cavalo de Alexandre Magno.
Era o cavalo do grande Alexandre Magno, sem duvida o maior general da história. Alexandre foi quem revolucionou a arte da guerra e que conseguiu unificar as cidades do estado da Grécia, excepto Esparta.
Teve como professor Aristóteles.
Segundo conta a lenda, enquanto chefe da cavalaria pediu a seu pai, o rei Filipe, que lhe trouxesse “Cavalos de Tessália”, por serem os melhores do mundo para a guerra. “Bucéfalo” que era de cor negra e com uma estrela branca na frente com forma de “cabeça de javali”, despertava a atenção de todos pela sua beleza e rebeldia.
Apontamentos retirados
O Grande Livro do Cavalo
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