terça-feira, 1 de maio de 2012

Animais paralíticos e tetraplégicos

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Saiba as ferramentas INDISPENSÁVEIS no tratamento da discopatia.

A hérnia de disco ou discopatia é uma afecção que acomete estruturas presentes entre as vértebras de cães e gatos (discos intervertebrais), promovendo sua degeneração causando assim compressão da medula espinhal.

Pode causar muita dor, incoordenação, paralisia parcial ou total de membros posteriores ou dos quatro membros dependendo do local da coluna onde ela acontece.

Em casos graves pode ocorrer paralisia permanente, incontinência urinária e fecal.

As raças mais acometidas são os Dachshund ou Teckel, Poodles, Shih-Tzus e Pequinês, entretanto todas podem desenvolver esta doença.

Outros problemas como trauma na coluna, neoplasias, afecções do sistema nervoso central e doenças como a Poliradiculoneurite, Mielopatia degenerativa, Polimiopatia generalizada, Miastenia gravis, Síndrome da cauda equina, Sequela de cinomose, Hipotiroidismo e etc, também podem ser causas de paralisia ou tetraparalisia parcial ou total em cães.

Muitas vezes uma mudança tão brusca na vida de nossos animaizinhos pode mobilizar a vida de uma família inteira.

O pior de tudo é que muitos animais são eutanasiados, pois muitas pessoas ainda desconhecem as possibilidades de tratamento e de melhora na qualidade de vida nestes casos

A fisioterapia e a acupuntura são ferramentas INDISPENSÁVEIS nesses casos promovendo um tratamento específico e eficaz garantindo o retorno a vida normal ou uma incrível melhora na qualidade de vida destes pacientes tão especiais.

Dependendo do caso e da gravidade da lesão é possível se construir uma cadeira de rodas sob medida para o cão, que continuará precisando de cuidados especiais, mas ainda poderá viver por muitos anos.


Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ

http://lupusalimentos.com.br

Curiosidades sobre os gatos

 

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Gato enxerga no escuro?
Lixa na língua?
Mitos e verdades sobre nossos amigos felinos.

Gato enxerga no escuro?
Gato não consegue ver no escuro total, ao contrário do que se pensa.
Mas precisa de muito menos luz do que as pessoas para enxergar.
No escuro total, além de contar com o olfato, a audição e o tato, tem a ajuda dos bigodes para não bater a cabeça nem ralar a ponta do nariz.

Como descer de árvores altas
As garras do gato, em forma de gancho, funcionam bem para escalar troncos.
Mas deixam de funcionar com o corpo na posição invertida, de descer.
Ele não sabe que conseguiria ir para baixo se ficasse na posição de subir e fizesse ré.
Quando o gato está em local muito alto e desconhece a técnica (o aprendizado ocorre por observação ou prática), pode entrar em pânico.
Daí aquela cena, típica de filmes americanos, em que bombeiros aparecem e resgatam o felino.
Para ensinar um gato a descer, podemos colocá-lo num tronco na posição de subir e estimulá-lo a fazer ré com um petisco na ponta de uma varinha.

Carinho ou demarcação?
Gato gosta de deixar seu cheiro em tudo.
Quando se esfrega na gente, ele faz carinho e aproveita para deixar o cheiro dele.
A parte que os gatos mais esfregam em nós e em outros gatos é a que fica um pouco abaixo das orelhas, onde a maioria deles tem menos pêlos.
Como o cheiro vem da pele, essa área menos protegida é a que melhor transfere o odor.

Borrifos de urina
Em vez de levantar a perna como os cães machos, o gato fica de costas, levanta a cauda e borrifa a urina para trás.
Esse comportamento (um dos que os donos mais odeiam) é típico de macho não castrado, mas as fêmeas e os machos castrados também podem adotá-lo.

Disfarce para a dor
É comum o gato não dar sinal quando sofre desconforto ou dor.
Ou, então, ficar escondido até que o incômodo passe.
Esses disfarces evitam mostrar fraqueza — os demais gatos poderiam se aproveitar da situação e expulsá-lo. Por ser instintivo, o comportamento ocorre mesmo quando não há gato por perto.

Ouvir ratos cantores
Para atrair uma parceira, o rato canta como passarinho, mas em ultra-som (freqüência captada por alguns animais, mas não por seres humanos).
Capaz de direcionar as orelhas, o gato descobre em segundos de onde vem a cantoria.

Aprendiz privilegiado
A habilidade para aprender alguns comportamentos pela simples observação é mais acentuada e mais fácil de ser demonstrada no gato do que no cão.
Apesar de mais independente que o cão, o gato é capaz de aprender a obedecer a comandos.

Autolimpante
A maioria dos gatos pode passar a vida inteira sem tomar banho e sem apresentar problemas por causa disso!
Obsessivo com sua limpeza, o gato procura retirar do pêlo qualquer odor ou sujeira.
A exceção fica por conta dos que têm pêlos muito longos.
Esses costumam precisar de ajuda, inclusive com banhos e escovação.
As pessoas têm o hábito de dar banho em gatos para deixá-los mais cheirosos, retirar pêlos “mortos”, tratá-los de doenças de pele ou, ainda, para controlar a alergia de alguém que convive com eles.

Lixa na língua
Quem já foi lambido por cão pode se assustar ao sentir a textura da língua do gato, áspera como lixa. Uma das funções dessa aspereza é facilitar a limpeza da pelagem e a remoção dos pêlos mais velhos e soltos.

Maníacos por caça
Gatos passam a vida caçando.
Seja em caçadas verdadeiras, seja por meio de brincadeiras.
Na maioria das vezes, adotam a técnica do golpe certeiro.
Para isso, o gato se aproxima disfarçadamente da presa e espera o momento apropriado.
Na caça ao rato, por exemplo, o bote é dado no instante em que a presa quase desaparece atrás de um objeto.
Assim, quando ela perceber o que acontece, será tarde demais.
Um fiozinho prestes a sumir do campo de visão simula o rabo de um rato.
Instintivamente, mesmo que nunca tenha caçado um roedor, o gato pulará para agarrá-lo.

Vomitar bolas de pêlo
Ao se limpar ou ao lamber outro gato, o bichano ingere muitos pêlos e pode ter problemas.
A prevenção e o tratamento incluem escovação, banhos e produtos especializados.

Vôo livre
Gatos se jogam ou caem de prédios com bastante freqüência, apesar de preparados para explorar alturas.
Não é tentativa de suicídio.
Eles querem conhecer outros ambientes.
Queda acidental também ocorre, em geral a partir de parapeitos de janelas.
Pode ser por um movimento em plena soneca, por um escorregão ou pela perda de equilíbrio ao pular sobre um objeto solto.
O curioso é que a partir da altura do sexto andar, o risco de fraturas e de morte não aumenta.
Muitos gatos já saíram ilesos de quedas altíssimas (veja mais detalhes em “Síndrome das alturas”, na Cães & Cia 324).
Fonte: Revista Cães & Ciahttp://lupusalimentos.com.br

Peritonite infecciosa felina (P.I.F)

 

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Entenda como essa doença atinge os gatos.
A Peritonite Infecciosa Felina é uma doença que vem sendo, há vários anos, objeto de certa paranóia, essencialmente alimentada por um desconhecimento total ou parcial desta patologia.

Trata-se, sem dúvida, da doença felina mais misteriosa e, por conseguinte, da mais sujeita a psicoses.

Em primeiro lugar, convém estabelecer uma diferença básica entre um gato que é positivo ao coronavírus (o que é muito freqüente: calcula-se que 90% da população felina estiveram, pelo menos uma vez, em contacto com este vírus) e um gato que desenvolve uma PIF.

A transmissão ocorre por contato do animal sadio com fezes de animais contaminados (principal forma de contaminação).

A contaminação pela saliva e urina ainda não foi comprovada.

A transmissão pode ocorrer pelo uso comum das caixas higiênicas por um grande número de gatos ou via amamentação de uma gata infectada aos seus gatinhos.

A existência de anima





Os sintomas são:
  • Perda de apetite,
  • Emagrecimento,
  • Anemia,
  • Diarréia,
  • Febre constante,
  • Abdômen distendido,
  • Gânglios linfáticos aumentados.

Animais doentes sem os sintomas da doença (gatos portadores) facilitam a sua disseminação.

O diagnóstico da Peritonite Infecciosa Felina é feito pelos sintomas e comprovado por teste laboratorial que detecta a presença de anticorpos específicos para o vírus da PIF (gatos que não tiveram contato com o vírus não possuem anticorpos específicos).

O teste para PIF ainda não é realizado no Brasil, apenas nos EUA e por isto tem um valor elevado (cerca de R$ 75,00 por gato em Novembro de 2000, sem a coleta de sangue).

Uma vez constatada a doença, a expectativa de vida é de no máximo dois anos (nas formas mais suaves da doença), mas geralmente é rápida e fatal mesmo com tratamento de apoio.

Não existe cura, o tratamento só prolonga a vida do paciente.

Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ

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Gestação: cuidados especiais.

 

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Cada fase de vida do animal possui necessidades especiais.
É necessário trocar a ração da cadela no período de gestação?
Perguntas freqüentes são feitas nas clínicas de pequenos animais, relacionadas a cadelas gestantes, proprietários possuem dúvidas e muitas vezes observam diferenças no comportamento do animal, e se não possuírem informações corretas de um médico veterinário acaba prejudicando as cadelas ao acreditarem em mitos e crenças populares.

A gestação é definida como o intervalo de tempo entre a fecundação e o parto.

Sua duração em cadelas é de aproximadamente 63 dias e estudos recentes comprovam que é normalmente subdividida em três fases.

O primeiro terço de gestação é o período de ovo, o segundo o período de embrião e o último terço a organogênese.

Esses períodos englobam a formação de órgãos e sistemas, o desenvolvimento das membranas fetais e fixação ao útero, o desenvolvimento fetal, e as grandes alterações no útero, no feto, na placenta e na fêmea (Toniollo, 2003).

No entanto, cadela no período gestacional necessita de um suporte energético que envolve a demanda metabólica de todo processo de desenvolvimento até a formação completa do feto e todas as estruturas envolvidas (placenta, fluidos fetais, tecidos maternos e outros), envolve ainda demanda metabólica de manutenção desses tecidos e o trabalho extra, associado à manutenção e a locomoção de uma gestante cada vez mais pesada.

A reprodução aumenta as necessidades nutricionais.

É importante que o animal esteja em boa condição corporal antes de entrar em reprodução, pois fêmeas muito magras podem não conseguir, durante a gestação, ingerir alimento suficiente para atender às necessidades sua e dos fetos em desenvolvimento, além de outros fatores envolvendo complicações no parto, comprometendo os filhotes e ainda o desenvolvimento de toda ninhada.

É necessário que antes, durante e após a gestação (enquanto estiver amamentando) a cadela seja bem assistida e que durante esse período quando houver disponibilidade de ração comercial especialmente desenvolvida para animais em reprodução, esse alimento seja utilizado de acordo com a indicação do seu médico veterinário, não havendo esse tipo de alimento, uma alternativa é o emprego de ração de boa qualidade desenvolvida para filhotes, já que os requerimentos mínimos para esse tipo de alimento são semelhantes àqueles necessários para a reprodução.

É muito importante não oferecer suplementos alimentares se uma alimentação de boa qualidade for utilizada.

Recomendações e informações práticas:

- Cadelas possuem diminuição do apetite por volta da 3ª semana de gestação, que pode durar de 3 a 10 dias

- Não se deve aumentar a quantidade de alimento durante as primeiras quatro ou cinco semanas de gestação se a cadela estiver com peso ideal no momento do cruzamento

- Aumentar progressivamente a ingestão de alimento

- No momento do parto, o consumo diário de alimento deve ser 25 a 50 % superior às necessidades normais de manutenção

Todos os cuidados tomados são para que a cadela e os filhotes estejam saudáveis e evite maiores transtornos, nunca tome decisões sem antes consultar um médico veterinário, ele te indicará o melhor para seu amigo.

Dra. Daniele da S. Lindo
CRMV-9704


Diabetes em cães e gatos

 

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Entenda essa doença que também atinge os pets.
Todo alimento consumido, é eventualmente convertido em açúcar (glicose), que é a fonte de energia para todos os órgãos.

Se muita comida for consumida, as calorias extras podem ser estocadas pelo corpo para conversão em açúcar mais tarde.

O açúcar é transportado pelo sangue para todas as áreas do corpo, e qualquer célula que esteja necessitando de açúcar simplesmente usa o açúcar presente no sangue.

Mas para que as células “puxem” o açúcar para seu interior a partir do sangue, uma substância chamada insulina é necessária.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, e é essencial para a vida.

A diabetes ocorre quando a insulina não é produzida, quando o organismo produz em baixas quantidades ou tem alguma condição que interfere na ação da insulina.

Devido a isso existem duas formas de diabetes melitus:
  • Diabetes Melitus tipo I ou insulino-dependente
  • Diabetes Melitus tipo 2 ou não insulino-dependente
Aproximadamente 60% dos gatos diabéticos possuem tipo I e 40% tipo II.

Praticamente 100% dos cães com diabetes, possuem a doença tipo I.

Sem a insulina para remover o açúcar do sangue, ele começa se acumular, até que ao atingir um certo nível sangüíneo, ele começa a ser extravasado pela urina através do rim, gerando dessa forma uma grande quantidade de urina.

Como eles começam produzir muita quantidade de urina, e acabam perdendo muito volume de água, torna-se necessário repor o volume perdido, e por isso começam beber muita água.





Já as células que precisam do açúcar como fonte de energia, ficam sem acesso a esta fonte e começam literalmente “morrer de fome”.

Com isso enviam mensagem de alerta que está faltando energia, e o animal diabético começa comer cada vez mais e mais.

Mesmo o animal comendo muito, as células continuam não tendo acesso a energia e mandam novas mensagens de alerta ao organismo que começa degradar gordura e músculo para obter energia para as células.

Porém, mesmo com todo este esforço o organismo ainda não pode utilizar o açúcar proveniente deste processo.

Os sinais clínicos dos diabéticos, portanto refletem todo este esforço do organismo: os animais acometidos bebem água em excesso, urinam grandes quantidades, aumentam consumo de alimento e emagrecem muito.

O diagnóstico do diabetes é feito através da dosagem do nível de açúcar no sangue (glicemia), nível de açúcar na urina (pela urinálise) e presença dos sinais clínicos descritos.

Uma vez diagnosticada a doença, inicia a parte mais complexa: o tratamento!

Este deve ser realizado por um medico veterinário!

O tratamento para diabete e para o resto da vida e deve ser acompanhado por um profissional. Ao ser controlado o animal passa a ter uma vida saudável e duradoura.

Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ

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Tumor em cães e gatos, o que fazer?

Assim como a gente, nossos animais de estimação também correm risco de desenvolver câncer.
Essa palavra te causa arrepios?
Não precisa entrar em pânico.
Nem sempre o câncer é fatal, principalmente quando é tratado no início.

Tumores que podem ser prevenidos

Câncer de mama

- Sinais: apatia, inchaço e feridas na região das tetinhas.
- Diagnóstico: avaliação clínica, raios-X e biópsia, seguida de exame histopatológico.
- Causas: alimentação gordurosa e desbalanceada, obesidade e uso de remédios para evitar a gravidez.
- Vítimas: gatas e cadelas.
- Idade de risco: a partir dos 9 anos.
- Para evitar: castre antes do primeiro cio, dê ração de qualidade e não deixe sua fêmea ficar gorduchinha.
- Tratamento: conforme o caso, é preciso fazer cirurgia e, depois, sessões de quimioterapia ou radioterapia.
O médico veterinário é quem irá definir o melhor para seu bicho.
O tratamento também pode acontecer sem a necessidade de operar.
Nesse caso, o bicho passa por sessões de eletroterapia e eletroquimioterapia.

Linfoma (câncer nos gânglios)

- Sinais: gânglios inchados no pescoço. Em gatos, massa abdominal (na barriga).
- Diagnóstico: biópsia, raios-X e exames histopatológicos e imunoistoquímico.
- Causas: em cachorros, pode ser a exposição a ondas de rádio, raios X ou micro-ondas, ou intoxicação por veneno para ervas daninhas (ácido diclorofenoxiacético).
Nos gatos, leucemia e imunodeficiência felinas facilitam o quadro.
- Vítimas: totós de ambos os sexos e felinos machos que vão para a rua.
- Idade de risco: em geral, entre 5 e 12 anos. Nos gatos, pode aparecer antes dos 2 anos.
- Para evitar: vacine seu bichano todo ano com a quíntupla felina, que protege da leucemia (não há vacina contra imunodeficiência). Impeça o animal de sair de casa. Se você tem cachorro, não use no jardim o herbicida 2,4 D, e evite fazer raios-X sem necessidade.
- Tratamento: quimioterapia.

Hiperplasia prostática

- Boa notícia: parece câncer, mas não é! Câncer de próstata é raro em animais.
- Sinais: aumento da próstata e dificuldade de urinar ou defecar.
- Diagnóstico: análise clínica, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: hormonais.
- Vítimas: machos em geral.
- Idade de risco: aos 6 anos.
- Tratamento: castração.

Tumores sem prevenção

Mastocitoma (tumor de pele)

- Sinais: formação de um ou mais pelotinhos, que podem virar feridas e variam de cor e tamanho. Em quadros avançados, o bicho apresenta desânimo e cansaço.
- Diagnóstico: análise clínica, raios-X, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: ainda são desconhecidas.
- Vítimas: ele atinge tanto os cachorros quanto os gatinhos.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos nos cães e a partir dos 4 anos em gatos.
- Tratamento: há duas opções.
A primeira é fazer eletroterapia e eletroquimioterapia. A outra envolve cirurgia, seguida de sessões de quimioterapia ou radioterapia.

Melanoma (tumor de pele)

- Sinais: manchinhas de borda irregular e cores variadas. Aparecem em várias partes do corpo do animal, como a boca, os lábios, as costas, a cabeça e o pescoço.
- Diagnóstico: análise clínica, raios-X, biópsia e exames histopatológicos e imunoistoquímico.
- Causas: desconhecidas.
- Vítimas: cachorros.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos.
- Tratamento: cirurgia em alguns casos, de acordo com a avaliação do médico veterinário. Em geral, tem tratamento difícil.

Quimioterapia: sim ou não?

Nos animais, a quimioterapia pode provocar mais efeitos negativos do que benéficos.

“Em alguns casos terminais, o veterinário desaconselha o procedimento, tratando apenas os efeitos secundários, para dar conforto ao animal”.


Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ

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Clamidiose Felina

Descubra o tratamento dessa doença.
A Doença

Clamidiose Felina (Pneumonite Felina) é uma doença respiratória, de manifestação crônica.

Incidência e prevalência
A Clamidiose ocorre em todo o mundo e afeta cerca de 5% a 10% da população.

Foi isolado o agente causal em gatos pela primeira vez em 1942.

É especialmente comum em filhotes (2 a 6 meses de idade) e em locais com alta densidade de gatos (casa, criatórios e lojas).

Surtos ocorrem com frequência em locais onde a higiene é precária e pouco ventilado.

Além disso esses surtos podem ocorrer em situações de stress, como a introdução de um novo animal na casa, cio, falta de comida ou até mesmo competição.

Etiologia
A pneumonite felina é causada por Chlamydophila felis (Chlamydia psittaci), um microrganismo intracelular.

Este se reproduz nas células do trato respiratório causando irritação e sintomas brandos.

Multiplica-se também na mucosa gástrica e também no trato reprodutivo, mas não há sintomas relatados.

Transmissão
O agente causal pode se disseminar através das secreções dos animais acometidos.

São comuns as seguintes vias de transmissão: contato com objetos contaminados, como gaiolas, comida, água, panos, escovas e pentes.

Contato direto com boca, focinho ou descarga ocular de gatos contaminados.

Gotículas em suspensão causada por espirros e tosse.

Gatos portadores, apesar de não apresentarem sintomas, podem disseminar o agente (principalmente após eventos de stress).

Apesar de incomum é possível à transmissão a humanos (zoonose), causando nestes a conjuntivite.

Sinais clínicos
A Clamidiose é sintomática apenas para o trato respiratório e olhos.

O período de incubação médio é de 10 dias.

O animal pode ser assintomático, e isto pode dificultar o trabalho do Médico Veterinário se não houver suspeita e comprovação laboratorial.

Quando presentes, os sinais clínicos mais comuns são: anorexia (falta de apetite), tosse, dificuldade respiratória, febre (mais frequente com a progressão da doença), pneumonia (em filhotes pode ser fatal), rinite, espirros e lacrimejamento que ocorre devido a conjuntivite (uni ou bilateral).

Conjuntivite leva a descarga ocular, inchaço e dor.

Apesar da C. psittaci colonizar o trato reprodutivo, não há evidências científicas demonstrando problemas reprodutivos, mas filhotes podem se contaminar no momento do parto e apresentar como sinal clínico uma conjuntivite severa.

Diagnóstico laboratorial
- Sorologia – Clamidiose Felina por ELISA.
- Hemograma.
- Devido à dificuldade da coleta e raridade da amostra, geralmente se recomenda check up (ex. perfil renal) geral do animal.

Tratamento
Geralmente o tratamento é simples e eficaz, tendo como base a antibioticoterapia (por exemplo: tetraciclina, quinolonas).

Em casos mais graves, um período prolongado pode ser necessário (até 6 semanas).

Uso de antibióticos tópicos (colírios) e limpeza de focinho e olhos.

No caso de vários gatos no mesmo local, é recomendável o tratamento de TODOS (portadores) e separação dos sintomáticos.

Reforçar a limpeza do ambiente e objetos, e ainda minimizar o stress. Medicação de suporte em casos necessários.

Prevenção
Existem vacinas disponíveis, geralmente vacinas vivas (cepas atenuadas) e associadas a outros agentes de doenças de felinos (quádruplas ou quíntuplas).

Gatos que vivem em grupos ou que tem acesso à rua devem ser vacinados.

A vacinação não previne a infecção, mas sim a severidade e ocorrência de sinais severos.

Prognóstico
Bom, a doença se devidamente diagnosticada e tratada através da antibioticoterapia, apresenta bons resultados.


Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ

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Meu cão mordeu um sapo, o que eu faço?

Saiba qual o procedimento a ser tomado.
A maioria dos cães adora brincar ou até morder sapos e a grande preocupação dos donos é o que é que pode acontecer depois dessa inocente brincadeira?

Normalmente os acidentes ocorrem no período da noite e a evolução clínica é extremamente rápida.

A ingestão de sapos mortos, desidratados, também pode levar a quadros de envenenamento.

O envenenamento que não se deve a nenhum sistema especializado de inoculação, ocorre pelo contato da secreção de dois tipos de glândulas (paratoídes e mucosas) quando comprimidas com a mucosa do trato gastrointestinal superior e por soluções de continuidade da pele (feridas).

Como os sapos não possuem aparelho de inoculação de veneno, são classificados como venenosos não peçonhentos.

Essas glândulas paratoídes se localizam acima dos olhos do sapo, já as glândulas mucosas distribuem-se por toda superfície corporal do sapo.

A sintomatologia observada depende da severidade do envenenamento. Nos quadros mais leves, observa-se irritação da mucosa e salivação.

A medida que o quadro clínico se agrava, além dos sintomas citados, pode notar-se depressão, fraqueza, decúbito esternal, dor abdominal, andar em círculos, pupilas não responsivas à luz, convulsões, edema pulmonar e morte.

O diagnostico clínico é feito por uma adequada anamnese, na qual se buscam informações sobre a ocorrência de sapos no local do acidente ou até mesmo a presença de sapos mortos nas suas proximidades.

A hora em que os sintomas ocorrem é outra informação relevante, visto que os acidentes geralmente ocorrem a noite, período de maior atividade desses anfíbios.

Não existe antídoto para esse envenenamento.

A primeira medida a ser tomada é a lavagem da boca do cão com água corrente abundante, tomando-se cuidado para que o animal não ingira a água e para que o material de lavagem não vá para os pulmões.

Logo em seguida procure imediatamente a ajuda de um médico veterinário para que o tratamento correto seja realizado e assim o animal possa ser curado.


Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ

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Hipertireoidismo em gatos

Saiba quais os tratamentos para essa doença.

Esta é a doença endócrina mais vulgar no gato idoso, especialmente a partir dos 10 anos.

Aliás, cientistas norte-americanos estimam que cerca de 1 em cada 50 gatos nesta idade podem desenvolver esta doença que afeta o par de glândulas tiroideias em forma de borboleta, situadas na zona ventral do pescoço, junto à traquéia.

O seu excesso de funcionamento produz um excesso de hormônio da tiróide que vai afetar todo o organismo.

A causa geralmente é cancerosa (benigna ou maligna).

Os hormônios da tiróide são substâncias químicas especiais que vão afetar todo o funcionamento do organismo.

Atuam como um catalisador atua num motor.

Um excesso na sua produção vai acelerar todo o metabolismo do corpo, com conseqüências ruins tais como: aumento do ritmo cardíaco, aumento da sede, perda de peso, de pêlo (que teima em voltar a nascer), micção mais freqüente, pode haver diarréia, o gato tende a se tornar mais ativo, brincalhão, rabugento, pode vocalizar mais, ter mais apetite apesar de emagrecer e ainda ter acessos de vômitos.

Sem ser tratado a tempo, o bócio do gato conduz à insuficiência cardíaca e renal, sendo estas duas condições fatais.

Um exame físico detalhado, uma anamnese bem feita e exames laboratoriais com hemograma completo, dosagem hormonal de T4, uréia, creatinina, transaminases e EAS podem fechar o diagnóstico para hipertireoidismo na maioria dos casos.

O tratamento do hipertireoidismo geralmente é eficiente e compensador.

O objetivo do tratamento é diminuir os níveis de hormônios tireoidianos circulantes.

Existem três opções de tratamento do hipertireoidismo: medicamentos de administração diária, remoção cirúrgica do tecido glandular e tratamentos com iodo radioativo.

Das três opções, apenas a cirurgia e a aplicação de iodo radioativo levam a cura.

Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
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Cães ganham guias de passeio e viagem

Guia Curtindo São Paulo Juntos, da Purina Beneful e Guia 4 Rodas Viagens com Seu Cão, da Pedigree, incentivam a interação de cães e seus donos

Guias de viagens dá dicas de locais em todo o Brasil onde os pets são bem vindos
 
 
Guias de viagens dá dicas de locais em todo o Brasil onde os pets são bem vindos
Crédito: Flickr/CC – cdlyle
 
 
Nos últimos anos, as fabricantes de ração têm investido em diversas ações em prol de seus clientes mais exigentes: os cães e gatos de todo o Brasil.

E não era para menos.

De acordo com a última pesquisa Radar Pet, da Comac, existem 32 milhões de cachorros no País, e para promover a interação entre eles e seus donos, nada melhor que um bom passeio.

E para incentivar essa nova iniciativa, recentemente, duas das maiores empresas do ramo, a Purina Beneful e a Pedigree resolveram investir em guias de passeios e de viagens para os totós.

No site do Guia Curtindo São Paulo Juntos, da Purina Beneful, por exemplo, é possível consultar os estabelecimentos da cidade que aceitam a presença de cães.

O dono também pode ler dicas de obediência e segurança, para assim evitar acidentes como atropelamentos. Uma versão impressa do guia também está disponível nos principais estabelecimentos pet e shoppings paulistanos.

Já a Pedigree, em parceria com a Editora Abril, acaba de lançar o Guia 4 Rodas Viagens com Seu Cão.

O material encontra-se gratuitamente disponível no site da empresa em PDF.

Nele, o leitor encontrará matérias com dicas de locais em todo o Brasil que aceitam os peludos como hotéis, bares e restaurantes.

E para deixar o guia ainda mais funcional, cabe a Bartô, um divertido cãozinho, ajudar os donos a não se esquecerem de detalhes importantes para o conforto de seu bichinho durante a viagem.

A lista de destinos “amigos dos animais” fornece também, algumas dicas de como viajar de avião ou de carro, preservando o conforto e a segurança do animal, além dos cuidados que se deve ter com o cão em diferentes ambientes.

Há ainda sugestões de trilhas e atividades que podem ser feitas na companhia dos cães, além de depoimentos de pessoas que não dispensam viajar com seu pet.

Outro diferencial do guia são os depoimentos de celebridades que costumam ter a companhia de seus bichinhos em viagens e até no estúdio de gravação, caso da apresentadora Ana Maria Braga e de sua famosa cadela, Belinha.

Depois de tantas opções de divertimento, o quê você está esperando para arrumar as malas e sair para um passeio com seu pet?

http://petmag.uol.com.br/noticias/caes-ganham-guias-de-passeio-e-viagem/