terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Campanha da PETA contra uso de animais em treinamento militar

A PETA está fazendo uma campanha contra o exercito americano que usam vários animais para treinar técnicas de salvamento de companheiros, sem anestesia.

A campanha alega que existe modelos anatômicos que são muito mais adequados ao treinamento.

Vejam o vídeo que mostra as imagens que vazaram de um acampamento onde foram usados animais.


Aqui no Rio tinha (ou ainda tem) estes cursos de treinamento e os cachorros do Instituto Jorge Vaitsman é que eram usados....
Só que eram anestesiados.
Mas, a direção de lá, na época, me mantinha sempre muito afastada do assunto e faziam de forma meia escondida.
O curso rolava na UFRJ e quando eu tomava conhecimento, já tinha rolado.
Mesmo depois que acabou meu convênio eu mantinha gente alerta no Hospital da Lagoa, onde me disseram que passou a acontecer...
Enfim, perdi o fio da meada

O link para assinar a petição da PETA é este e a idéia é que não haja mais neste ano este tipo de treinamento:
 
https://secure.peta.org/site/Advocacy?cmd=display&page=UserAction&id=4087&autologin=true&utm_campaign=0113%20Trauma%20Training%20Action%20Alert&utm_source=PETA%20E-Mail&utm_medium=Alert
 
 
 
http://www.ogritodobicho.com/2013/01/campanha-da-peta-contra-uso-de-animais_8.html
 

Brian May foi eleito a Personalidade do Ano de 2012

 

 
 

Brian em sua campanha a favor dos texugos

O músico Brian May foi eleito pela ONG de defesa animal Peta a Personalidade do Ano de 2012 por sua luta contra a matança dos texugos no Reino Unido.
O ex-guitarrista da banda Queen – e também doutor em astrofísica – criou o Team Badger (Grupo dos Texugos, em tradução livre) para impedir que fazendeiros ingleses exterminassem os animais apontados como transmissores da tuberculose bovina – o grupo é um dos braços da Save Me, ONG fundada pelo músico em 2010 para proibir a caça às raposas, prática comum entre a família real, por exemplo.
O grupo afirma que inúmeras pesquisas científicas já comprovaram que a doença que matou mais de
26 mil animais em 2011 não é transmitida pelos texugos e que há maneiras mais eficientes de combater a tuberculose que afeta o gado inglês, como vacinas e testes de biossegurança periódicos.
A pressão que Brian May fez foi tão forte na imprensa que o governo adiou o início da “caça legal” aos texugos.
Os fazendeiros poderiam matar os animais durante o outono inglês,que transcorre entre os meses setembro e dezembro no Hemisfério Norte, mas o país recuou e estuda se dará nova autorização. Mais de cem mil pessoas já assinaram a petição do Team Badger para encerrar a matança de vez, afirma a Peta.
“Sua paixão e seu compromisso nos impressionaram tanto que tivemos que dar a Brian May a Personalidade de 2012 da Peta.
A defesa dos texugos é justamente um dos últimos exemplos de sua bondade com os animais”, justifica o comunicado da ONG inglesa.
Brian May não é o primeiro músico a ganhar o título (simbólico) da Peta.
No ano passado, cantor Morrissey foi nomeado pela Peta por ser um forte ativista da causa vegetariana em todo o mundo.
”Quando eu morrer, sem dúvida as pessoas vão se lembrar de mim por causa do Queen, mas eu preferia ser lembrado pelas minhas tentativas de mudar o jeito como nós tratamos essas adoráveis criaturas [animais]“, afirmou o ativista. (Fonte: UOL)
Publicando em Ambiente Brasil

Conheça as regras da eutanásia animal e as críticas das entidades de proteção


Tem matérias antigas (esta é de outubro) que eu gostaria muito de registrar.

Esta da Folha de São Paulo é uma delas:

JULIANA CUNHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

No dicionário dos homens, eutanásia é aquele ato generoso de proporcionar morte sem dor para quem sofre de uma doença incurável.

No mundo animal, a palavra ganha sentido mais elástico: é estendida para casos em que o dono do bicho doente não pode pagar o tratamento.

'Isso de não querer sofrer por causa de bicho não funciona'
'A criadora chegou à clínica pedindo para eu matar um filhote'

Esse é o ponto mais polêmico entre as novas regras definidas pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária.

A entidade revisou sua normatização sobre eutanásia e emitiu uma nova resolução, que vem sendo criticada por entidades de proteção.

O documento inclui novos métodos para o sacrifício e retira da lista procedimentos de risco como o choque elétrico sem anestesia prévia.

 

Eduardo Knapp/Folhapress
Em primeiro plano, o cachorro Mingau, da raça lhasa apso. Atrás, sua dona, Miriam Caramico
Em primeiro plano, o cachorro Mingau, da raça lhasa apso.
Atrás, sua dona, Miriam Caramico
 

Até aí, tudo bem.

O problema é que o veterinário fica autorizado a matar animais produtivos doentes e cujo tratamento represente custos incompatíveis com a atividade ou com os recursos do proprietário.

Trocando em miúdos: donos de animais de fazenda enfermos podem optar pela morte mesmo que ela possa ser evitada com cuidado médico.

"A nova regra veio para regularizar a situação de trabalhadores rurais que não podem gastar o valor de cinco vacas para tratar um único animal com a perna quebrada, visto que não possuem recursos", diz Marcelo Weinstein Teixeira, da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal do Conselho.

Para a empresária e protetora de gatos Eunice Lima, 42, a nova regra é desumana.

"O fazendeiro tem que colocar em sua planilha de custos que os bichos também adoecem e precisam de tratamento.

Não existe isso de matar só porque é caro cuidar", diz.

"O conselho não atentou para o fato de que a eutanásia deve ser praticada em benefício do animal, não de seu proprietário", diz Vanice Orlandi, presidente da Uipa (União Internacional Protetora dos Animais).

Segundo ela, que é advogada, o texto da nova resolução não condiz com a legislação que protege os animais, abrindo brecha para o sacrifício de "pets" por motivo financeiro.

"A resolução autoriza o sacrifício quando o tratamento tiver custos incompatíveis com a atividade que o animal desempenha ou com os recursos do dono.

Cães e gatos não estão excluídos, uma vez que a resolução dispõe sobre a eutanásia de animais, sem fazer distinção entre os que são destinados ao abate e à companhia doméstica", afima.

Segundo a entidade dos veterinários, quem tem bichos de estimação não pode recorrer à eutanásia só porque o tratamento é caro.

"Quem não pode pagar deve buscar os hospitais universitários, os poucos hospitais veterinários públicos ou as ONGs", diz Benedito Fortes de Arruda, presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Editoria de Arte/Folhapress

SARNA E CONJUNTIVITE

 

Mas Orlandi, da Uipa, critica ainda a autorização para sacrificar animais que constituírem ameaça à saúde pública.

"Sarna pode ser considerada ameaça, até conjuntivite é ameaça", afirma.

Na visão dela, o texto deveria deixar claro que a eutanásia só é aceitável quando o bicho tem doença incurável.

"A nova resolução é um consenso entre os veterinários.

Ninguém está falando em matar animais saudáveis, a regra vale apenas para os doentes que representam alto custo.

Tratar uma vaca não é como cuidar de um gato dentro de casa", diz Fortes.

Para Rosângela Ribeiro, veterinária e gerente de programas da WSPA (World Society for the Protection of Animals), outra falha da resolução é autorizar que pessoas sem diploma pratiquem eutanásia desde que assistidas por profissional da área.

"Esse é um procedimento delicado que pode gerar dor."

Teixeira rebate explicando o propósito da nova regra: "Em casos de epidemia, quando é necessário sacrificar um rebanho inteiro, o veterinário pode receber ajuda de pessoas treinadas desde que ele se responsabilize".

No ano que vem, o Conselho Federal de Medicina Veterinária deve publicar um guia de métodos e boas práticas feito com o Ministério da Ciência e Tecnologia para orientar os profissionais sobre as técnicas de eutanásia.

Segundo Teixeira, o método mais seguro, hoje, é a injeção de um anestésico potente.

É justamente com injeção letal que é feita a eutanásia no Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo.

O órgão informa que sacrificou 912 cães e 103 gatos no primeiro semestre.

"São animais removidos da rua, que já chegam ao centro sem condições de serem tratados", afirma Telma Rocha, subgerente de Vigilância e Controle de Animais Domésticos do órgão.

 

DECISÃO TRAUMÁTICA

Sacrificar animal doméstico é uma decisão traumática.

Muita gente desiste de ter bichos depois da experiência.

Em fevereiro de 2008, o gato Calvin, de seis anos, estava com 70% de sua função renal comprometida.

Fazia xixi pela casa e emagrecia a olhos vistos, quando a dona, a advogada Camila Sesana, 38, decidiu sacrificá-lo.

"Nunca vou esquecer o suspirinho que ele deu quando o anestésico entrou. Foi um dos dias mais pesados da minha vida", diz.

"Mesmo sem hipótese de melhora, foi atordoante me ver na posição de definir o fim da vida dele."

Aos dez anos, a cocker spaniel Bruna ficou cega.

Este ano, aos 15, foi operada de uma inflamação no útero.

"Dois meses após a cirurgia ela enfraqueceu e não levantava para nada", conta a engenheira ambiental Paula Ferreira, 24.

Um dia, Bruna desmaiou no banho e foi levada ao veterinário: a inflamação no útero se espalhou.

Nova operação foi desaconselhada por conta da idade da cadela.
"Conversamos na família e decidimos que o melhor era deixá-la descansar", diz Paula.

Hoje, seus pais discutem se terão ou não outro bicho.

Aos 15 anos, a engenheria civil Ana Carolina Paulino, 30, ganhou um bichinho de 1,90 m, o cavalo Dakar, criado na chácara onde ela morava, no Tocantins.

Aos 17 anos, Ana levou Dakar para uma cavalgada.

Caíram num buraco tampado pelo mato e Dakar feriu uma vértebra lombar.

O cavalo chegou a andar até o caminhão que iria levá-lo de volta à chácara e foi examinado por um veterinário.

Ao chegar, tropeçou na saída, na rampa do caminhão.

A vértebra que estava fissurada se quebrou.

"Não foi possível fazer nada.

Aplicamos anti-inflamatórios e analgésicos, mas a dor dele era visível", diz Ana Paula.

Os pais e o veterinário decidiram sacrificar o bicho.

Já ela não aceitava a ideia.

"Eles marcaram a data, mas, no dia, não deixei.

Fizeram a eutanásia quando eu saí para prestar vestibular."

Ana se mudou para cursar a faculdade e conta que nunca mais conseguiu voltar à chácara ou andar a cavalo.

Cachorro-robô chega para acabar com a dor de bichos usados em experiências

 



Vejam isto...
Domingo Espetacular - Rede Record - 17/12/12
 

Moldes de Máscaras

 










Os moldes não fui eu que fiz, se você é o autor pode dizer que te dou os créditos ok?
 
 http://www.pragentemiuda.org/2008/09/moldes-de-mscaras.html#ixzz2HQGOtM6G

Animais feitos com reciclagem

 E aí vão algumas ideias para o Dia das Crianças... pra quem quer economizar dinheiro, vale apostar nas ideias barata como fazer brinquedos com sucata...

Veja também:
Clique para ampliar e ver melhor os detalhes!



Idéias retiradas da internet.

Bichinhos feitos com pratos descartáveis

Vim postar joaninhas, abelhas, aranhas, sapinhos, borboletas... e a centopéia!
Todos os bichinhos de jardim são reciclados, invadindo a sua Primavera!

Pra fazer todos eles vamos trabalhar somente com pratos descartáveis...
.


Animais - Coletes de sacolas plásticas

im postar mais uma idéia para o Dia dos Animais.
 
Esta, além de criativa, é reciclada!
 
 
A proposta, da revista Educação Infantil, é fazer coletes 'conscientizadores' com sacolas plásticas... não é demais?
 
Convide os alunos para desenharem sobre as sacolas com canetas retroprojetoras e pintar os desenhos com tinta plástica, misturada com corantes vegetais...
 
E capriche nas frases!



http://www.pragentemiuda.org/

Sapateira infantil feita de caixotes

Cada vez que eu vejo estas idéias criativas e geniais eu penso: eu tenho que pintar estes caixotes...

O mais legal é que é super fácil de fazer!

A sapateira de caixotes de madeira pintados é uma ótima dica de reciclagem para o quarto das crianças...



Aproveito pra postar aqui mais uma dica: caso não queira usar como sapateira não hesite em pintar seus caixotes e fazer deles estantes, nichos para os brinquedos, porta trecos...


Vi no Poema Bat Soilit.

http://www.pragentemiuda.org

Ong Vira Lata no programa “Do Nosso Jeito”

Voluntárias da Ong Vira Lata estiveram no programa “Do Nosso Jeito” da TV Mix de Limeira, apresentado por Márquia Rossin.

O convite para o bate papo surgiu após a campanha “Adotar é o Bicho” do Jornal de Piracicaba. Márquia mostrou os 100 animais que sairam na edição do dia 14 de abril e elogiou a iniciativa.

Além das voluntárias, os cães Tomé (cão especial) e Eiker deram um show de comportamento durante a entrevista.

Esse apoio da mídia regional tem refletido na conscientização da população sobre temas como: maus tratos, abandono, castração e adoção.

A Vira Lata agradece o convite, o carinho dedicado aos cães e o apoio de toda a equipe do programa.