terça-feira, 21 de agosto de 2012

Gato ainda mais obediente

Um gato treinado faz muito mais sucesso que um cão adestrado.
Veja as dicas.


Obediente, mas não robô
O gato é bem conhecido como dono de sua própria vontade.
Para ele não é importantíssimo nos agradar nem ser aceito em nosso grupo, diferentemente do que acontece com os cães.
Isso nos faz perceber um ar de independência nos felinos que muitos admiram, mas incomoda a outros.
Os truques que abordarei aqui não vão tirar a espontaneidade do gato nem transformá-lo num robô. Ele continuará fazendo o que tem vontade, só que achará irresistível executar comandos.
Em outras palavras, verá que, ao obedecer, tem a oportunidade de conseguir o que deseja.


Recompensas mais atraentes
O ponto de partida para a execução de comandos é o gato se interessar pelas recompensas.
Deve valorizá-las e estar disposto a batalhar por elas.
Aproveitar o apetite do felino é uma das maneiras mais eficientes de educá-lo e, ao mesmo tempo, de estimular atividades físicas e cognitivas bastante saudáveis para ele.
Mas não é porque um gato aceita um petisco que vai executar comandos ou se esforçar para obter outros petiscos.

É preciso que ele dê valor à alimentação, em especial à ração.
Para isso acontecer, a comida não deve ficar disponível à vontade, o tempo todo.
Serve-se a quantidade adequada e nada mais.
 Esse procedimento deixará o gato mais interessado na recompensa, especialmente em petiscos.
E um gato mais magro só tem a ganhar.
Além de ficar com muito mais apetite, tende a viver mais e a ser mais saudável, já que comer além das necessidades nutricionais faz mal.

O ideal, embora trabalhoso, é manter uma ficha com anotações sobre o peso do gato e o interesse que ele demonstra por petiscos.
Assim, é possível descobrir a quantidade exata de alimento que deixa o gato com peso saudável e, ao mesmo tempo, com bastante apetite.
A valorização do alimento e dos petiscos aumenta aos poucos – não espere um interesse absurdo e duradouro no início.
Atenção: não emagreça o gato rápido demais, mesmo que ele esteja gordo – regimes radicais precisam ser acompanhados por médico-veterinário.

Troca vantajosa
A melhor estratégia é fazer o gato se convencer de que é sempre vantajoso para ele nos obedecer, sem precisar parar para “pensar” se o que vai ganhar compensa o que vai perder.
Dessa forma, a obediência vai se tornando quase um reflexo.
Para chegar a esse ponto, é preciso proporcionar sempre lucro ao gato.
Diferentes situações e diferentes comandos, portanto, exigem recompensas diferentes.
Também não devemos dar comando se o gato estiver atento a algo interessante para ele.
Por exemplo, se ele estiver empenhado em caçar um passarinho, antes de dar o comando é preciso fazer a ave abandonar o cenário.


Evitar repetições
Somente devemos dar comando se o gato estiver interessado no que temos a oferecer ou se houver certeza de que ele ficará interessado no mesmo instante em que fizermos a oferta.
 O melhor é deixar o gato muito interessado no petisco que temos na mão e só depois dar o comando. Podemos até segurar o petisco bem perto do focinho dele para estimular o desejo.
Só aí, com o gato olhando para nós, damos o comando.
Não devemos ficar falando “senta” enquanto o gato se preocupa com outras coisas.
A repetição de um comando para conseguir o comportamento enfraquece a associação entre o estímulo (comando) e o comportamento.



Execução
Nosso objetivo deve ser conseguir que o gato obedeça prontamente ao comando, com o mínimo de tempo entre o sinal e a execução, sem julgamento por parte dele sobre se deve ou não obedecer.
Do ponto de vista neurológico, a execução do comando vai ficando cada vez mais parecida com reflexo.
 Quando o gato está aprendendo a sentar, falamos “senta”.
Se for preciso, fazemos também um gesto prontamente para facilitar a execução.
No caso do “vem”, podemos mexer no pacotinho de biscoitos para estimular, pelo som, o gato a vir logo.
A proximidade do barulho do saquinho de petiscos com o comando cria uma forte associação entre ambos.


Velocidade
A rapidez em dar o prêmio facilita a obtenção do resultado que nos interessa: o gato associar o prazer da recompensa com o comportamento comandado.
Podemos, praticamente, colocar o petisco na boca do gato.
Além disso, movimentos velozes costumam estimular o gato a executar os comandos mais rapidamente. Imprimir velocidade ao processo ajuda a obter ótimos resultados!


Revista Cães & Cia, n. 356

Gatos: como conseguem voltar para casa depois de sumir?

 

Entenda a misteriosa volta dos gatos para casa depois de um longo período de ausência.
Alguns comportamentos dos gatos intrigam muita gente.

Um deles é a capacidade de voltar para casa depois de desaparecer por algum tempo, mesmo quando o felino nunca tinha percorrido antes os caminhos que podem conduzi-lo até a habitação.

Esses retornos ocorrem, por exemplo, com gatos que saem para dar uma volta e desaparecem por meses ou anos.

Ou quando os donos, infelizmente, cometem o crime de abandonar o felino em algum lugar distante.

Ou, ainda, quando os donos mudam de casa, o gato desaparece e é encontrado nas proximidades do antigo endereço.

Embora muitos acreditem que os gatos possuam capacidades extrassensoriais, existem pesquisas, observações e estudos que apresentam justificativas muito mais normais para esse fenômeno, as quais explicarei neste artigo.


Memória visual
A capacidade de observar o ambiente e de memorizá-lo é enorme nos gatos.
São animais bastante visuais, capazes de reconhecer árvores, prédios, praças.
Basta encontrarem algo que reconheçam para, a partir daí, conseguirem se orientar e voltar para casa.


Memória olfativa
Mesmo quando estão em um lugar onde não enxergam nada conhecido, muitos gatos conseguem voltar para casa, ajudados pela m memória olfativa.
Essa é a capacidade dos animais que mais nos impressiona, pois o olfato humano chega a ser ridículo quando comparado com o deles, inclusive do gato.
Casas, ruas, regiões, cidades, etc., possuem alguns cheiros específicos.

Muitos desses odores podem ser reconhecidos pelos gatos e servir para orientá-los quando perdidos.
São capazes de se guiar por cheiros conhecidos até chegarem a algum lugar que reconheçam visualmente, e, a partir daí, usarem a memória visual para completar o percurso.
Gatos que percorrem grandes distâncias durante o dia acabam conhecendo diversos cheiros da região e se familiarizando com eles.

Mas mesmo os gatos que praticamente não saem de casa recebem uma enorme amostra dos odores existentes à volta deles, alguns trazidos de longe pela brisa e pelo vento.
E, cada vez que o vento muda de direção, outros cheiros podem ser sentidos, dando a possibilidade de formar uma ampla memória olfativa.
Não basta reconhecer um cheiro para chegar ao lugar desejado.
Depois de identificado o odor, é preciso saber para qual direção caminhar.

Os gatos se deslocam de um lugar para outro e, assim, podem testar se a concentração do cheiro conhecido aumenta ou diminui, decifrando rapidamente de onde ele vem.
Moléculas de determinados odores podem viajar por centenas de quilômetros e, se tiverem concentração suficiente para serem percebidas, poderão ser utilizadas para localizar o caminho procurado.


Influência do vento
Às vezes, o cheiro que o gato reconhece só chega até ele quando o vento sopra em um determinado sentido.
Nesse caso, ele só conseguirá ir na direção de casa quando o vento colaborar – bastará uma pequena mudança na direção da brisa para ele se perder novamente.

Gato com múltiplos donos!

Muitos gatos demoram a voltar para casa por outros motivos, bem menos angustiantes para nós e para eles.
Quando o felino não fica restrito ao ambiente interno da casa, costuma frequentar outros lares.
Em vários casos, ele é alimentado e adotado também por diversas pessoas.
Alguns gatos tomam café da manhã em uma casa, tiram uma soneca em outra e jantam em mais outra.
Imagine que o seu gato não esteja com coleira de identificação e que um dos outros donos resolva prendê-lo dentro de casa para, por exemplo, evitar que continue se machucando em brigas na rua.
Você achará que ele foi embora, morreu, etc..
Normalmente nem imagina que ele possa estar na casa do vizinho da rua de cima!
Depois de alguns meses, o gato escapa ou resolvem deixá-lo passear.
Aí, para sua surpresa, ele surge novamente.
Um gato mais poderoso no bairro pode restringir o acesso do seu, inclusive à sua casa.

Se isso acontecer, o seu gato poderá ficar frequentando outros locais até o mandachuva morrer, perder o poder ou mudar de área.


Fonte: Revista Cães & Cia, n. 360http://lupusalimentos.com.br/wp/?p=518#more-518

Informe ABINPET Fiscal


Abinpet cria grupo destinado a pesquisar os efeitos da relação entre seres humanos e animais de estimação.


A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em parceria com Universidades, anuncia a estruturação de um grupo multidisciplinar que apontará estudos e pesquisas sobre os benefícios da relação entre os seres humanos e os animais de estimação.

Os membros são psicólogos, professores universitários e integrantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), A primeira reunião acontecerá no dia 27 de junho.

O grupo será fundamental para divulgar pesquisas e iniciativas que demonstram a importân­cia dos animais de estimação.

De acordo com o presidente executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França, “é cada vez maior a percepção de que os animais de estimação são benéficos para a saúde mental e física dos indivíduos”.

Há pesquisas em andamento sobre terapias com cães para crianças autistas, pessoas em depressão e até para quem sofre de Alzheimer, pois esse tipo de interação estimula a área do cérebro ligada à segurança.

Esse animal ainda pode ser útil, com o treinamento adequado, para o Corpo de Bombeiros, o Exército e a Polícia Militar.

Já existem estudos realizados por instituições conceituadas que constatam a importância do animal de estimação.

Cientistas da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, em parceria com o Centro de Pesquisas Waltham, identificaram que mulheres grávidas donas de cachorros praticam mais exercícios físicos.

Segundo os cientistas, as gestantes que possuem o animal têm uma probabilidade 50% maior de atingir os 30 minutos de atividade física por dia recomendado pelos médicos.

Fonte: abinpet.org.br

Tumor em cães e gatos, o que fazer?

Assim como a gente, nossos animais de estimação também correm risco de desenvolver câncer.
Essa palavra te causa arrepios?
Não precisa entrar em pânico.
Nem sempre o câncer é fatal, principalmente quando é tratado no início.

Tumores que podem ser prevenidos

Câncer de mama

- Sinais: apatia, inchaço e feridas na região das tetinhas.
- Diagnóstico: avaliação clínica, raios-X e biópsia, seguida de exame histopatológico.
- Causas: alimentação gordurosa e desbalanceada, obesidade e uso de remédios para evitar a gravidez.
- Vítimas: gatas e cadelas.
- Idade de risco: a partir dos 9 anos.
- Para evitar: castre antes do primeiro cio, dê ração de qualidade e não deixe sua fêmea ficar gorduchinha.
- Tratamento: conforme o caso, é preciso fazer cirurgia e, depois, sessões de quimioterapia ou radioterapia.
O médico veterinário é quem irá definir o melhor para seu bicho.
O tratamento também pode acontecer sem a necessidade de operar.
Nesse caso, o bicho passa por sessões de eletroterapia e eletroquimioterapia.

Linfoma (câncer nos gânglios)

- Sinais: gânglios inchados no pescoço.
Em gatos, massa abdominal (na barriga).
- Diagnóstico: biópsia, raios-X e exames histopatológicos e imunoistoquímico.
- Causas: em cachorros, pode ser a exposição a ondas de rádio, raios X ou micro-ondas, ou intoxicação por veneno para ervas daninhas (ácido diclorofenoxiacético).
Nos gatos, leucemia e imunodeficiência felinas facilitam o quadro.
- Vítimas: totós de ambos os sexos e felinos machos que vão para a rua.
- Idade de risco: em geral, entre 5 e 12 anos.
Nos gatos, pode aparecer antes dos 2 anos.
- Para evitar: vacine seu bichano todo ano com a quíntupla felina, que protege da leucemia (não há vacina contra imunodeficiência).
Impeça o animal de sair de casa. Se você tem cachorro, não use no jardim o herbicida 2,4 D, e evite fazer raios-X sem necessidade.
- Tratamento: quimioterapia.

Hiperplasia prostática

- Boa notícia: parece câncer, mas não é! Câncer de próstata é raro em animais.
- Sinais: aumento da próstata e dificuldade de urinar ou defecar.
- Diagnóstico: análise clínica, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: hormonais.
- Vítimas: machos em geral.
- Idade de risco: aos 6 anos.
- Tratamento: castração.

Tumores sem prevenção

Mastocitoma (tumor de pele)

- Sinais: formação de um ou mais pelotinhos, que podem virar feridas e variam de cor e tamanho.
Em quadros avançados, o bicho apresenta desânimo e cansaço.
- Diagnóstico: análise clínica, raios-X, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: ainda são desconhecidas.
- Vítimas: ele atinge tanto os cachorros quanto os gatinhos.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos nos cães e a partir dos 4 anos em gatos.
- Tratamento: há duas opções. A primeira é fazer eletroterapia e eletroquimioterapia.
A outra envolve cirurgia, seguida de sessões de quimioterapia ou radioterapia.

Melanoma (tumor de pele)

- Sinais: manchinhas de borda irregular e cores variadas.
Aparecem em várias partes do corpo do animal, como a boca, os lábios, as costas, a cabeça e o pescoço.
- Diagnóstico: análise clínica, raios-X, biópsia e exames histopatológicos e imunoistoquímico.
- Causas: desconhecidas.
- Vítimas: cachorros.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos.
- Tratamento: cirurgia em alguns casos, de acordo com a avaliação do médico veterinário.
Em geral, tem tratamento difícil.

Quimioterapia: sim ou não?

Nos animais, a quimioterapia pode provocar mais efeitos negativos do que benéficos.
“Em alguns casos terminais, o veterinário desaconselha o procedimento, tratando apenas os efeitos secundários, para dar conforto ao animal”.


Dra. Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ

http://lupusalimentos.com.br/wp/?p=1517#more-1517

Ansiedade de separação

Saiba as implicações desse comportamento na vida dos cães.
Ansiedade de separação é o conjunto de comportamentos exibidos por cães quando são deixados sós, sendo um dos problemas comportamentais mais comuns em cães.

Os proprietários freqüentemente referem-se a estes animais como “rancorosos”, “chateados”, “raivosos”, que agem com “despeito”, “má vontade”, mas este tipo de explicação não tem nenhuma base etiológica.

Como conseqüência, acabam punindo seus animais de modo incorreto e contribuindo para a manutenção ou aumento da freqüência do comportamento.

O mais correto seria descrever este tipo de comportamento perturbado como resultado de uma resposta ao estresse pela separação da pessoa ou pessoas com quem o animal está ligado ou apegado.

Quando um cão fica dependente demais de seu proprietário poderá desenvolver alterações comportamentais associadas a separação.

Poderão ser observados: defecação e micção em localizações impróprias, comportamentos destrutivos ( escavar, arranhar, morder objetos pessoais, móveis, paredes, portas e janelas), vocalizações excessivas (latidos, uivos e choramingos), depressão, anorexia e adipsia e hiperatividade.

Porém é preciso deixar claro que, somente o levantamento do histórico comportamental e do contexto em que estes comportamentos ocorrem podem determinar um diagnóstico de ansiedade de separação.

Os cães são animais orientados para uma vida em grupo, desde seus ancestrais, os lobos.

Assim, tendem a demonstrar estresse e frustração quando deixados sozinhos.

Devido à crescente humanização dos cães, eles vêm apresentando problemas de comportamento.

Grande parte dos cães com ansiedade de separação pertence a pessoas ansiosas.

Ao sair de casa, não se despeça calorosamente do cão se ele for daqueles que ficam aflitos quando estão sozinhos.

Perceber o dono ansioso poderá aumentar a ansiedade do cão e fazê-lo sentir-se mal ou culpado nesses momentos.

Saia calmamente.

Se ao chegar em casa você estimular uma recepção calorosa, o cão terá mais um motivo para ficar aflito na sua ausência.

Portanto, nesses momentos, em vez de festejar o cão o melhor é ignorá-lo, embora nem sempre seja fácil.

Deixe o carinho, as brincadeiras ou o passeio para depois de ele ter se acalmado.

Proporcionar atividades ao cão que fica sozinho é outra maneira de amenizar a solidão.

Algumas opções de passatempos são deixar petiscos escondidos pela casa para o cão encontrar, possibilitar o acesso dele a janelas para observar o movimento externo e dar ossos de couro para ele roer.

Não há predisposição sexual ou por raça.

Cães de rua recolhidos em canis de adoção têm predisposição a ansiedade de separação.

Os cães com predisposição a ansiedade de separação são ansiosos, agitados e super ativos.

Seguem o proprietário por todo lado, pulam em cima dele e correm sem parar.

Para tratar esse distúrbio, faz-se necessário remover o fator ansiogênico, alterando o ambiente e/ou rotina do proprietário.

Deve-se também combater- com técnicas de modificação comportamental- os itens relacionados a hipervinculção, para que o animal passe a ficar sozinho sem que isso desencadeie a síndrome da separação.

Pode se combinar a terapia comportamental com a terapia medicamentosa.

Terapia comportamental:
Os princípios da terapia envolvem a não punição ( para casos de destruição e micção/defecação na casa), aumento da rotina de exercício, a implementação de treinos de relaxamento e a desassociação da rotina da partida do proprietário.
A presença de outros animais na casa pode se mostrar ineficaz para diminuir ou eliminar os sinais ou o estresse apresentado nessa síndrome.
O uso de coleiras para inibir a vocalização excessiva é contra-indicada, pois pode diminuir os latidos,mas aumentar significativamente o estresse do animal.

Terapia medicamentosa:
Essa terapia deve ser realizada por um médico veterinário que deve estar atento as modificações que forem ocorrendo ao longo do tratamento.

É IMPOSSIVEL MENSURAR O SOFRIMENTO DO ANIMAL PORTADOR DESSA SÍNDROME ENQUANTO É DEIXADO SÓ POR SEU PROPRIETARIO.
É IMPOSSÍVEL AVALIAR O QUÃO PROFUNDO É O PROBLEMA PARA CADA ANIMAL.

Assim sendo, é importante entender os diversos problemas de comportamento e preveni-los para melhorar a qualidade de vida dos animais domésticos e consequentemente a de seus proprietários.


Henriette Brito Jordão
CRMV-RJ-8489
Clínica auQmia – Nova Friburgo – RJ


Técnicas para nunca mais bater no seu cão

Há muitas maneiras de punir comportamentos errados sem dar tapa.

Embora seja estratégico punir comportamentos errados para educar e estabelecer limites, há muitas maneiras de fazê-lo sem precisar dar tapa no cão.
Escuto com certa freqüência comentários do tipo “as técnicas do Rossi funcionam para cachorrinhos de madame, mas não para o meu Rottweiler!”

Isso está longe de ser verdade.

Eu e minha equipe somos chamados para resolver problemas de comportamento de bichos de todo tipo.

Principalmente de animais grandes e agressivos.

Como o elefante, na Tailândia, que iria ser sacrificado por ter matado sete treinadores e recuperei, patrocinado pelo Rotary Internacional.

E nunca batemos num animal!

Portanto, as técnicas aqui descritas funcionam, independentemente do tamanho ou da agressividade do animal.
Antes de aprender sobre punições, é importante ressaltar que devemos, sempre que possível, recompensar os comportamentos corretos e não só punir os errados.

Cães que destroem plantas, por exemplo, devem ser estimulados e elogiados quando mastigarem seus brinquedos.

Cães que pulam nas pessoas merecem um petisco ou um carinho quando optam por sentar em vez de pular.
As punições servem para modificar ou inibir um comportamento.
Para obter esse resultado, diversas regras precisam ser seguidas:

Punição que o cão queira evitarO que é punição para um, pode não ser para outro.
Cães, assim como nós, possuem gostos e sensibilidades diferentes.
É importante, portanto, aprender o que agrada ao cão e o que lhe desagrada.

Susto ou desconforto
As punições que uso causam apenas um susto ou desconforto.
O tipo de punição precisa estar de acordo com a sensibilidade do animal.
Um barulho bastante alto pode ser completamente ignorado por um cão e pode deixar outro tremendo por horas.
Tome muito cuidado na escolha da punição, principalmente se o seu cão for bastante medroso.

Escolha da “arma”
Diversos objetos podem nos auxiliar a provocar um susto ou desconforto no cachorro quando ele optar por fazer a coisa errada.
É importante que a punição aplicada não desencadeie nenhuma agressividade no cão, que não o machuque e também que não o deixe assustado por horas.
Na dúvida, conte com ajuda de um adestrador ou consultor comportamental.

A. Spray com água
Alguns cães odeiam ser borrifados com água, principalmente se estiverem concentrados em roubar um pedaço de comida.
Cuidado para não acertar dentro do ouvido do cão.
Em alguns casos, colocamos uma substância amarga e não tóxica para aumentar o desconforto provocado pelo spray.
Nesse caso, miramos na boca do cão.

B. Lata com moedas
Moedas ou arruelas dentro de uma lata fazem um barulhão quando as sacudimos.
Muitos cães sentem-se intimidados com o barulho.

C. Biribinha ou estalinho
Também funciona pelo susto que o cão leva com a miniexplosão.
Evite usar com cão que tenha fobia de fogos de artifício ou que seja muito medroso, pois as punições devem evitar problemas de comportamento e não agravá-los!

D. Jato de ar
Desde bomba de encher pneu de bicicleta até extintor de CO2 (só de CO2 ou ar comprimido, não use nunca de pó químico!) podem ser usados.
Normalmente, bomba de encher pneu é muito fraca e o extintor é muito forte.
No caso de cães brigando, o extintor é a minha punição predileta, pois dá um baita susto e costuma separá-los na hora, sem perigo de machucá-los!

Aja no momento certo ou esqueça!
Para a punição ter sentido, o cão precisa associá-la ao comportamento errado.
O melhor momento de aplicá-la é no início do comportamento errado, não antes e nem depois.
Por exemplo: o cão deve ser repreendido quando subiu na cadeira e está para roubar a comida da mesa.
Já é mais do que comprovado que a punição tardia não funciona e que pode, inclusive, causar problemas psicológicos para o animal, pois ele não entende com clareza o que está acontecendo. Apontar para a coisa errada que ele fez, perguntar quem fez aquilo, etc., não funciona, acredite!

Faça o cão fracassar
Além de receber punição, o cão deve fracassar na intenção errada dele.
Ou seja, é importante que ele não consiga o que quer.
Se ele estiver a fim de roubar comida de cima da mesa, mantê-lo com uma guia pode ajudar o treinador.
O mesmo é válido para um cão que quer pular em cima das pessoas ou subir nos móveis.
Aja de maneira a impedi-lo de realizar tais desejos e associe a tentativa com algo desagradável ou assustador.
Revista Cães & Cia, n. 343


Campanha Ong Vira Lata Vira Vida - Piracicaba/SP

O cão Eros recolhido pelo canil e abrigado na ONG VLVV de Piracicaba/SP ganhou um novo lar

 

Escrito por viralataviravida


Recolhido pela equipe do canil após ser atropelado na manhã chuvosa e fria do dia 06 de junho, o cão jovem, dócil e carinhoso apresentava uma fratura na região do úmero. 

Transferido para o abrigo da ONG Vira Lata Vira Vida para se recuperar da cirurgia no membro anterior direito, que foi custeada por pessoas sensíveis ao caso, Eros recebeu alta veterinária e foi adotado no sábado dia 04 de Agosto.

A doação de Eros foi discutida e decidida com a participação da ONG VLVV e do C.C.Z., afinal o cão teria que ser doado com segurança; evitando qualquer risco de expor o animal à condições de abandono e maus tratos.


Arrecadação de ração – agropecuária do Mané!



 Escrito por viralataviravida


Mais uma vez a arrecadação de ração na Agropecuária do Mané foi um sucesso!

Agradecemos ao Mané pela oportunidade e a todos que fizeram suas doações. 

Em setembro faremos novamente. 

Em breve divulgaremos a data!


















http://www.viralataviravida.org.br/


Curso Bem Estar, Ética e Direitos dos Animais aconteceu na Esalq em Piracixcaba/SP


Escrito por viralataviravida


A Rede Ser Animal é formada por diversas instituições que pretendem abrir novos diálogos e ações no campo da ética e direitos dos animais. 

Nos dias 17, 18 e 19 foi realizado no Anfiteatro do Departamento de Ciências Florestais da Esalq, o primeiro encontro intitulado “Bem Estar, Ética e Direitos dos Animais”. 

Palestrantes como Nina Rosa Jacob, fundadora do Instituto Nina Rosa, Isis Akemi Morimoto, analista ambiental do IBAMA e Guilherme Carvalho, representante no Brasil da Humane Society International, aprofundaram as reflexões sobre o tema o que proporcionou dinâmicas e diálogos especiais entre os participantes.

Esta foi apenas a primeira ação da Rede Ser Animal e contou com a presença de profissionais, estudantes e ativistas de várias instituições distribuídas em diversas cidades. 

Essa troca de experiências e informações é fundamental para atualizar e abrir novas perspectivas para os interessadas no trabalho de defesa dos animais. 

Além de palestras, vídeos, mesas redondas e dinâmicas, os participantes realizaram um pic nic vegano para troca de receitas. 

Desse encontro sairam novas propostas e ações conjuntas. 

Objetivo alcançado!! 

Venham fazer parte dessa rede!!

















http://www.viralataviravida.org.br/